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27 de ago. de 2016

15 de dez. de 2009

Estrutura de um Plano de Aula

Esta postagem foi realizada a pedido de nossa seguidora Linda Sol.


Fontes utilizadas :

1- Objetivos- Habilidades desenvolvidas(usar um verbo no infinitivo) + a razão de desenvolver essa habilidade.

2-Cronograma- escrever, de forma resumida, o que pretende realizar durante a aula e uma estimativa de tempo para cada passo

3. Tópicos do Conhecimento ( Conteúdo Programático)- listar assuntos a serem estudados durante a aula, referem-se a fatos, conceitos e princípios, procedimentos, atitudes, etc

4-Formas de Mediação (Procedimentos-Operacionalização)-
>detalhar todos os passos listados no cronograma
>escrever sobre ações, processos ou comportamentos que serão propostos
>criar estratégias de como e quando cada material e/ou as informações serão apresentadas ou utilizadas
>provocar debates e questionamentos
>aproximar os alunos de forma prática e interativa ao que está sendo estudado

5.Material utilizado-meios materiais ou humanos (livros, filmes, sites, bibliografia sugerida aos alunos, etc)

6-Avaliação- “processo contínuo e global com função de diagnosticar, acompanhar e avaliar”- atuação do aluno nas discussões ou atividades propostas , prova oral e/ou escrita

7-Referências Bibliográficas do material utilizado na aula

6 de jul. de 2009

Sugestões de Atividades- Matemática- 4 e 5 anos

Fonte:
Prefeitura Municipal de Salvador
Secretaria Municipal da Educação e Cultura – SMEC
Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico – CENAP


NÚMEROS E SISTEMA DE NUMERAÇÃO
  1. Contar com as crianças o número de alunos presentes na aula;
  2. Agrupar meninos e meninas em cantos opostos da sala;
  3. Brincadeira de amarelinha;
  4. Criar situações onde as crianças utilizem a contagem em pequenas compras na sala;
  5. Utilizar o calendário da sala.
  6. Trabalhar com Bingo;
  7. Atividades utilizando o Dado, calendário, etc.;
  8. Atividade com amarelinha;
  9. Trabalhar com quebra-cabeça;
  10. Utilização de tampinhas de garrafas
  11. Trabalhar com músicas que esteja presente a noção de quantidade;
  12. Pedir à criança que distribua atividades e materiais para os colegas e no final conferir se houve sobras ou a falta dos mesmos;
  13. A dança da cadeira..
  14. Trabalhar como o número é utilizado na sociedade, em diferentes contextos (telefone, relógio, etiquetas de camisas, etc.)
  15. Marcar o tempo utilizando o calendário;
  16. Trabalhar com os alunos a importância do numeral na localização de um endereço;
  17. Registro das datas de aniversários mensal dos alunos para ser exposto na sala.
  18. Ler os números, compará-los e ordená-los;
  19. Pesquisar os diferentes lugares em que encontramos números;
  20. Investigar em situações cotidianas como os números estão ordenados e para que servem;
  21. Ao ler histórias para os alunos, incluir a leitura do índice e da numeraçãode páginas, organizando a situação de tal maneira que todos possamparticipar;
  22. Pesquisar informações numéricas dos colegas da sala (idade, altura,número do sapato, etc.).
  23. Dominó de números e gravuras;
  24. Distribuir em vários saquinhos quantidades diferentes de materiais diversos, fazer fichas com numerais e distribuí-las para os alunos, solicitar que os alunos peguem o saquinho com o número correspondente de objetos de acordo com a ficha;
  25. Brincadeiras e cantigas que incluem diferentes formas de contagem. Ex: a galinha do vizinho bota ovo amarelinho, bota um bota dois...


GRANDEZAS E MEDIDAS
  1. Comparar de dois em dois objetos de comprimentos diferentes;
  2. Atividades de despejar, utilizando recipientes de capacidades diversas
  3. Atividade com elástico: suspender dois objetos em elásticos do mesmo comprimento preso em madeira, o maior ou menor estiramento dos elásticos indicará seu peso;
  4. Ordenar objetos de mesmo tamanho, mas de pesos diferentes;
  5. Encher recipientes de diferentes tamanhos para que se estabeleça diferença de capacidade entre eles.
  6. Jogos de esconder ou de pega, nos quais um dos participantes deve contar enquanto espera os outros se posicionarem.
  7. Fazer cartaz com o calendário e pedir para as crianças identificarem o dia do aniversário dos colegas;
  8. Identificar o dia da semana e o mês (atividade diária);
  9. Solicitar que os alunos identifiquem datas passadas de fatos reais ou fictícios narrados pela professora;
  10. Explorar o calendário solicitando dos alunos que identifiquem em que coluna está o dia de Domingo;
  11. Contar no calendário os dias da semana, do mês.
  12. Simular ida às compras;
  13. Confeccionar dinheiro de brincadeira com os alunos;
  14. Jogos


ESPAÇO E FORMA
  1. Brincadeira de esconder e achar. A professora esconde um objeto paraas crianças localizarem enquanto as crianças procuram à educadoramedia a brincadeira usando os termos quente (perto) e frio (distante);
  2. Uma criança com os olhos vendados tem que localizar um objeto escondido seguindo as referências dadas pela professora;
  3. Com os alunos sentados em círculo pedir que as crianças indiquem aposição que um coleguinha está sentado;
  4. Trabalhar com blocos lógicos;
  5. Construção de cata-vento com as crianças;
  6. Trabalhar a forma geométrica com o próprio mobiliário da sala.
  7. Construção de um dado com as crianças.
  8. Trabalhar com pontos de referências do próprio bairro;
  9. Desenhar o caminho de casa até a escola, da sala de aula até a cozinha, etc;
  10. Circuito;
  11. Desenhar o local do bairro onde a escola está localizada
cata vento


Sugestões de Atividades-Natureza e Sociedade- 4 a 5 anos

Fonte:
PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR
Secretaria Municipal da Educação e Cultura – SMEC
Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico – CENAP


ORGANIZAÇÃO DOS GRUPOS E SEU MODO DE SER, VIVER E TRABALHAR

  1. Brincadeira de roda e outras que as crianças conheçam na área da escola;
  2. Atividades no cantinho da história;
  3. Utilizar fantoches e músicas relacionadas às tradições culturais;
  4. Teatro.
  5. Trabalhar com as manifestações culturais da comunidade.
  6. Investigar qual o morador mais antigo do bairro;
  7. Entrevista com as pessoas mais velhas do bairro para saber as modificações ocorridas com o tempo;
  8. Organizar uma exposição com fotos da comunidade;
  9. Propor às crianças que procurem nas suas casas e com vizinhos, fotos que retratem a construção de algum prédio da comunidade( escola, igreja, etc), comparar as fotos com o que eles vêem hoje.;
  10. Fazer um passeio pela comunidade.
  11. Investigar se existe alguma associação de bairro na comunidade em que vive;
  12. Pesquisar as profissões das pessoas da família, da escola e algumas pessoas importantes da comunidade, identificando o papel que cada uma exerce;
  13. Propor que as crianças tragam de casa recorte de jornal e revistas com personalidades como: prefeito, governador, vereador, etc;
  14. Visitar locais onde se desenvolve a cultura no seu bairro( teatro, praças,etc);
  15. Fazer um cartão postal com desenho de locais e monumentos do bairro que ele ache importante;
  16. Fazer cartazes com gravuras do patrimônio cultural da cidade em que vive;
  17. Construir uma maquete do local eleito pela turma como o mais importante patrimônio cultural, utilizando materiais diversos.
  18. Idas ao teatro;
  19. Vídeos com apresentação de grupos culturais das diversas regiões do país;
  20. Propor pesquisa em jornal e revistas de diferentes tipos de manifestação cultural;
  21. Visitar os centros culturais da cidade.


OS LUGARES E SUAS PAISAGENS
  1. Levar as crianças para área externa pedindo que observem e identifiquem a vegetação local;
  2. Fazer um passeio com os alunos na própria comunidade para ser observadas a vegetação, construções e demais paisagens presentes no local;
  3. Em sala discutir o que foi observado e pedir que as crianças façam um registro através de desenhos;
  4. Trabalhar com a confecção de maquetes simples, explorando os itens citados na habilidade;
  5. Fazer algumas perguntas estimulando a criticidade dos educandos como: Como será a vida das crianças que moram perto da praia, perto de um grande rio ou floresta? Como é viver em uma cidade muito grande ou muito pequena?
  6. Conversar com as crianças utilizando fotos, cartões postais e outros tipos de imagens que retratem as mudanças ocorridas nas paisagens ao longo do tempo;
  7. Convidar, para falar com os alunos, um morador antigo da comunidade que testemunhou as transformações pelas quais as paisagens do lugar já passaram;
  8. Visitar museus;
  9. Conversar com os alunos sobre a ida ao museu.
  10. Solicitar que os alunos ajudem na limpeza da sala após as realizações das atividades;
  11. Ensinar as crianças a jogarem pedaços de papéis, restos de alimentos e outros materiais sem utilidades no lixo para manter o ambiente limpo;
  12. Ensinar aos educandos a usarem o banheiro;
  13. Arrumar o parque depois que utilizá-lo


OBJETOS E PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO
  1. Fazer atividades com dobraduras;
  2. Confeccionar instrumentos musicais com materiais de sucatas com os alunos;
  3. Confecção de painéis com as crianças;
  4. Fazer massa de modelar com os alunos com farinha de trigo, anilina, sal e óleo;
  5. Confecção de fantoches e dedoches com as crianças.
  6. Exposição de materiais antigos para o educador fazer as mediações pertinentes;
  7. Pesquisar em revistas objetos antigos para confecção de painéis para serem trabalhadas as suas características;
  8. Produzir com materiais de sucatas algum objeto antigo;
  9. Conhecer locais que guardam informações, como: biblioteca, museus etc.
  10. Trabalhar com a observação direta para obtenção de dados e informações;
  11. Com o auxílio de um espelho mostrar para as crianças um objeto refletido;
  12. Construir com as crianças um Rádio utilizando materiais de sucatas para trabalhar o som;
  13. Utilizando um aparelho de som mostrar para as crianças o seu funcionamento.
  14. Cuidar dos objetos utilizados no cotidiano, adotando atitude de segurança e preservação de acidentes e a sua conservação.
  15. Ensinar aos alunos como utilizar os objetos com segurança, através de conversas;
  16. Trabalhar com combinados;
  17. Solicitar que os alunos sempre guardem os objetos, depois de utilizá-los, pois assim, estão contribuindo para sua conservação;
  18. Construção de uma historinha;

SERES VIVOS
  1. Oferecer oportunidades para que as crianças possam expor o que sabem sobre os animais que têm em casa;
  2. Levar duas gravuras de seres vivos distintos para os alunos analisarem suas semelhanças e diferenças;
  3. O professor deve fazer alguns questionamentos, como: “Os animais compartilham os mesmos espaços que a gente”?, “Quais são esses animais”?
  4. A professora pode solicitar aos alunos que durante o trajeto da escola para casa observem na natureza os animais encontrados no caminho.
  5. No dia seguinte fazer a socialização.
  6. Cultivo de plantas em pequenos vasos na sala ou uma horta no espaço externo da escola;
  7. Diariamente fazer a manutenção desse cultivo: molhando e retirando as folhagens secas;
  8. Na rodinha perguntar aos educandos quem têm animal em casa e como cuidam para que eles não fiquem doentes. A professora depois das falas deverá fazer as devidas interferências.
  9. Passar para os alunos a importância em cuidarmos dos vegetais e animais utilizando como recursos: histórias, teatrinho etc.
  10. Solicitar para os alunos gravuras sobre a fauna e a flora. Fazer a socialização; Construção de um mural coletivo;
  11. Escolher alguma espécie da fauna e flora brasileira e mundial. Fazer o levantamento prévio e depois fazer mediações condizentes com a idade das crianças.
  12. Falar com as crianças sobre a importância da preservação da vida e do ambiente;
  13. Elaborar um teatro ca participação das crianças sobre a preservação da vida e do ambiente;
  14. Mostrar gravuras para as crianças de como ficam o nosso ambiente quando não cuidamos dele.
  15. Conversar com as crianças a importâncias dos hábitos de higiene: banho, escovação de dentes e lavar as mãos;
  16. Com o uso de uma bacia, água filtrada e copos individuais familiarizar as crianças e favorecer a autonomia delas em relação à higiene bucal.
  17. A professora coloca creme dental na sua escova, enquanto as crianças tentam fazer o mesmo com suas, depois é só fazer a escovação.
  18. Na hora do banho estimular as crianças a se ensaboarem;
  19. Dar banhos em bonecos, utilizando água e sabonete.

FENÔMENOS DA NATUREZA
  1. A professora deve fazer questionamentos adequados à idade do grupo sobre tais fenômenos ampliando os conhecimentos das crianças;
  2. Sair para um passeio na região próxima a escola após uma pancada de chuva, para observar os efeitos causados na paisagem;
  3. Em sala trabalhar a interferência dos efeitos da chuva na vida das pessoas;
  4. Trazer, para os conhecimentos dos alunos, fotos de diversos fenômenos ocorridos em outras regiões e suas conseqüências, como, por exemplo, a neve, os furacões, os vulcões etc.
  5. Experimentar os deslocamentos pela atuação de forças fazendo cabo-de-guerra;
  6. Trabalhar com as diferentes fontes de luz (lâmpada, sol, lanternas, vela);
  7. Levar os alunos para área externa para que observem os fenômenos da natureza;
  8. Jogos que envolvem luz e sombra. Por meio de diferentes materiais – desde a luz natural do dia ou proveniente de lanternas ou abajures.


- Sugestões de Atividades-CONHECIMENTO DE MUNDO- 4 a 5 anos

MOVIMENTO
  1. O jogo dramático: neste jogo a criança deixa de ser ela mesma para se tornar um personagem, um animal, um objeto;
  2. Imitação de expressões faciais: triste, alegre, zangado, etc.
  3. Brincadeira livre em pequenos grupos, com a observação do professor, que poderá fazer algumas interferências quando necessário.
  4. Jogo da Marionete: simula que em cada segmento tem um fio que ao ser esticado o move. Uma criança move os fios e o outro tente mover-se em função da ação do colega.
  5. Participação em brincadeiras e jogos que envolvam correr, subir, descer, escorregar, pendurar-se, movimentar-se, dançar, etc.
  6. Brincadeiras que utilizem habilidades como força, velocidade, resistência e flexibilidade nos jogos que participa como: correr com um pé, pular corda, etc.
  7. Pedir que os alunos façam algumas representações corporais como: derreter como um sorvete, balançar como as folhas de uma árvore, etc.
  8. Brincadeira do siga o mestre: o professor realiza gestos para os alunos imitar.
  9. Trabalhar com cantigas de roda;
  10. Ao som de músicas instrumentais realizar movimentos suaves;
  11. Fazer movimentos seguindo o ritmo de toques de tambor;
  12. Trabalhar com as crianças diferentes modalidades musicais explorando movimentos variados.
  13. Utilizar alguns materiais, em contato com o corpo da criança para proporcionar atividades sensíveis interessantes como: gelo, areia, água, etc.
  14. Banho de mangueira;
  15. Atividades com objetos de pesos variados;
  16. Utilizando o piso da sala de aula e da área externa fazer com que os educandos percebam a diferença de temperatura entre ambos;
  17. Trabalhar o reconhecimento dos sinais vitais e de suas alterações, como a respiração, os batimentos cardíacos.
  18. Participa de brincadeiras e jogos que envolvem correr, subir, descer, escorregar, pendurar-se e dançar.
  19. Atividade livre na área da escola;
  20. Atividade de comando com música;
  21. Atividades de transpor obstáculos;
  22. Circuito – atividade de percurso de acordo com a turma- obstáculos para subir, descer, pular, rolar, etc.
  23. Atividades com raquetes: equilibrar bolas nelas, lançar bola no ar e amortecer a queda com a raquete;
  24. Lançar aros pequenos no ar;
  25. Pescar os aros com os pés, as mãos e com uma vara;
  26. Bater no balão com diferentes partes do corpo

MÚSICA
  1. Entoar sons e canções em diferentes alturas;
  2. Sentadas em circulo uma criança caminha, pela parte externa da roda, segurando uma bola. O educador segue o tempo da criança com um instrumento de percussão e cantando. Quando pára de cantar, a criança dá a bola à outra do círculo e senta no lugar que esta deixa;
  3. Caminhar, batendo dois bastõezinhos. Ao ouvir o som do apito, bater no chão com rapidez;
  4. Cantar uma canção escolhida, enquanto o educador permanece em pé, Parar de cantar quando ele se senta;
  5. Fazer rolar uma bola pequena com a ponta do pé enquanto soa a melodia. Pôr o pé sobre a bola toda vez que a melodia se interromper.
  6. Jogos musicais;
  7. Criação de pequenas canções;
  8. Solicitar que os alunos cantem a música que mais apreciam;
  9. A educadora canta uma música, escolhida de acordo com a idade da criança, depois pára e pede para a turma continuar a melodia.
  10. Ouvir músicas variadas, com ritmos variados; brincar de dança das cadeiras com diferentes ritmos, a criança tem que seguir o ritmo musical;
  11. Dançar e cantar em dupla em sincronia com o colega;
  12. Brincar de mímica tendo como tema uma música;
  13. Dançar interpretando a letra de uma música.
  14. Construção de instrumentos musicais de sucatas com os educandos;
  15. O educador depois de ter trabalhado, separadamente, as construções dos instrumentos poderá formar uma bandinha com as crianças;
  16. Utilizando garrafas cheias e vazias trabalhar a diferença de sons produzidos por eles;
  17. Fazer uma comparação do som dos instrumentos feitos com materiais recicláveis com o som dos instrumentos originais;
  18. Escuta obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outr os povos e países.
  19. Apreciar músicas de repertórios variados (clássica, MPB, folclóricas, etc.).
  20. Busca informações sobre as obras ouvidas e seus compositores
  21. O educador sempre que trabalhar uma música com os educandos deverá comentar sobre o compositor e o que ele quis transmitir com a letra da mesma.


ARTES VISUAIS

  1. Desenhar livremente sem a intervenção direta do professor;
  2. Pintar um lado da folha de jornal com tinta guache e dobrar, para ver o que acontece;
  3. Usar a técnica da pintura a sopro – guache no papel, em cores variadas, ir soprando e formando o desenho. Perguntar as crianças: Como e por que isso acontece?
  4. Propor as crianças que façam desenhos a partir da observação das mais diversas situações, cenas, pessoas e objetos;
  5. Oferecer diversas atividades simultâneas, como desenhar, pintar, modelar e fazer construções e colagens para que as crianças possam fazer suas escolhas;
  6. Desenhar auto-retrato;
  7. Rasgar ou dobrar papéis com texturas variadas.
  8. Passear pelos espaços da Unidade Escolar procurando objetos de cores e formas variadas e texturas do ambiente;
  9. Trabalhar com barro, levando as crianças a perceberem sua textura, cheiro, cor, temperatura, criando formas e figuras, que depois de secas podem ser pintadas com tinta guache e envernizada com cola plástica.
  10. Montagem de painéis que contenham ampliações dos desenhos de figuras humanas elaborados pelas crianças do grupo;
  11. Ornamentar um bolo de aniversário ou uma mesa de festa;
  12. Ilustrar um livro.
  13. Exploração de diversos materiais (massa, tinta, argila, giz, areia, plástico, sementes, sucatas, etc.);
  14. Brincar de desenhar numa caixa de areia grande;
  15. Trabalhar com “óculos’ feitos de cartolina e papel celofane coloridos, para que notem que as cores se alteram, quando vistas de “óculos”. “Lentes” azuis para olhar objetos amarelos fazem com que se tornem verdes.
  16. Fazer maquetes de cidades ou brinquedos que envolvem a composição de volumes, proporcionalidades, equilíbrios, etc.
  17. Conversa informal, nas rodas interativas, sobre a organização e cuidado que elas devem ter em relação aos materiais e espaço físico da sala;
  18. Estabelecer combinados com as crianças, expondo-os na sala de aula;
  19. Guardar e organizar a sala.
  20. Conversa informal, nas rodas interativas, sobre o respeito e cuidado que elas devem ter em relação aos objetos produzidos;
  21. Estabelecer combinados com as crianças, expondo-os na sala de aula.
  22. Exposição dos trabalhos das crianças na sala de aula e em área externa da escola;
  23. Organizar uma exposição aberta à comunidade sobre algo que esteja sendo trabalhado;
  24. Decoração de festas (juninas, natalinas, aniversários, etc.) utilizando as próprias produções das crianças.
  25. Entrar em contato com diversas produções artísticas para que as crianças possam diferenciá-las;
  26. Criar com as crianças um álbum de fotografias, um álbum de desenhos, etc. para apreciação;
  27. Apresentar as crianças diversas esculturas.
  28. Elaborar perguntas que instiguem a observação, a descoberta e o interesse das crianças, como: “O que você mais gostou?”Como o artista consegue estas cores? “Que instrumentos e meios ele usou? O que você acha que foi mais difícil para ele fazer?
  29. Criar espaços para a construção de uma observação mais apurada, instigando a descrição daquilo que está sendo observado;
  30. Permitir que as crianças falem sobre suas criações e escutem as observações dos colegas sobre os seus trabalhos
  31. Comentar sobre os resultados dos trabalhos.
  32. Observação de figuras humanas nas imagens da arte;
  33. Observação de corpos em movimento pesquisados em revistas, em vídeos, em fotos;
  34. Observar o próprio corpo diante do espelho.
  35. Apresentação de obras de arte de alguns artistas famosos (Miró, Portinari, Monet, etc.) ou imagens para que as crianças narrem, descrevam e interpretem;
  36. Reconstruir “outros quadros” a partir de obras de arte (quadros famosos) que retratem o cotidiano (ex; Ciranda, de Portinari).
  37. Apresentação de quadros de artistas plásticos famosos ou imagens para que as crianças possam conversar sobre ele e sobre suas experiências pessoais.

Sugestão de atividades- Formação Pessoal e Social- para crianças de 4 a 5 anos

Fonte:
PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR
Secretaria Municipal da Educação e Cultura – SMEC
Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico – CENAP


FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL
  1. Rodinha (relatos cotidianos)
  2. Faz-de-conta com a utilização de fantoches, dedoches e etc
  3. Combinados
  4. Bingo
  5. Quebra- cabeças
  6. Propor atividades em pequenos grupos, nos quais as crianças tomem decisões que afetem o conjunto
  7. Disputa de material com os colegas: aprender a compartilhar
  8. Atividade em dupla um aluno com os olhos vendado apalpa o colega devendo reconhecê-lo pelo toque por alguma singularidade que este possui.
  9. Andar ao mesmo ritmo do colega trabalhando o respeito mútuo
  10. Atividade do trenzinho: Os demais alunos do trem imitam os movimentos da criança a frente da locomotiva
  11. Ajudar o colega em determinados exercícios físicos com o auxílio da professora
  12. Massagem: um colega massageia o outro sob o olhar do professor.
  13. Dramatizações
  14. Brincadeiras em grupo
  15. Troca de brinquedos
  16. Jogos com bola
  17. Simulação do cotidiano doméstico
  18. Pular corda com um pé só, duas ou mais pessoas ao mesmo tempo
  19. Atividades em grupo
  20. Distribuição de lanche
  21. Ajudar o colega menor em atividades que ele ainda não consiga realizar sozinho.
  22. Trabalhar com painéis ilustrativos
  23. Vídeos
  24. Dar banho em bonecos explicando a importância da higiene corporal
  25. Trabalhar faz-de-conta na hora do banho
  26. Conversar sobre os cheiros
  27. Visita a museus
  28. Atividades com representação de bairros e cultura local
  29. Painéis
  30. Pesquisa na comunidade
  31. Levar as crianças para lavar as mãos antes das refeições estimulando a autonomia
  32. Fazer um painel com gravuras referentes ao tema
  33. Vídeo educativo
  34. Brincar de “salão de cabeleireiro” para incentivar a manter os cabelos sempre limpos e penteados.
  35. Fazer, com os alunos, uma lista dos objetos indispensáveis no banheiro
  36. Utilizando os órgãos do sentido, descobrindo pelo cheiro, ou pelo tato, sem olhar os materiais que geralmente achamos no banheiro
  37. Fazer vários questionamentos a respeito do uso do vaso sanitário, como: “O que fazer antes de usar o vaso?”, “Por que não se deve sentar em qualquer vaso sanitário?” etc.
  38. Construir com os alunos regras para mantermos o sanitário sempre limpo

9 de abr. de 2009

Para Refletir: "Equívocos dos eventos escolares"

Fonte: Nova Escola Online

Tem de ter festa!

MAS... CONSIDERE:

1. O desnecessário vínculo com efemérides (datas comemorativas)- para haver aprendizagem, é preciso muita pesquisa e mais do que um dia festivo.

2. O desrespeito à liberdade religiosa- há muitas datas exclusivamente religiosas

3. A confusão entre o currículo e o tema da festa- ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma seqüência lógica que leve à construção do conhecimento.

4. O mau uso das horas dedicadas às aulas de Arte- converter a disciplina em oficina de enfeites e não propor atividades que favoreçam o percurso criador.


5. A estereotipação dos personagens-
representações que não correspondem à realidade.

6. A obrigatoriedade da participação- os alunos não são obrigados a participar de momentos não relacionados ao aprendizado.

7. A finalidade incerta dos recursos arrecadados-divulgar o objetivo da iniciativa e prestar contas quando o bem for adquirido

8. O objetivo principal ser apenas atrair os pais-reuniões marcadas com antecedência e planejadas para compartilhar o processo de aprendizagem e a produção intelectual, artística e esportiva das crianças dão melhores resultados.

9. A única maneira de socializar a aprendizagem- exibir a produção intelectual e artística do aluno nas mais variadas ocasiões, geralmente, o caráter de recreação costuma dificultar a apresentação dos saberes.

10. O precioso tempo jogado fora- Se a festa não é uma maneira de contextualizar os conteúdos aprendidos, deve ser organizada sempre em horários alternativos aos das aulas, envolver todos e ser muito divertidas.

17 de nov. de 2008

Trabalho em grupo? Ih, vai dar confusão!

Trabalhar em grupo é mais do que sentar-se em rodinhas, é interagir e chegar a um resultado que representa o consenso do grupo, não de um ou alguns dos componentes.



Isto não é fácil, será que nós conseguimos?
Impomos nossas idéias ou só acatamos as dos outros?
Ficamos ressentidos se nossas opinões são contestadas?
Conseguimos chegar a resultados coletivos?
Concordamos no grupo e depois vamos lá fazer o que achamos melhor, mesmo que seja diferente do combinado?

Só conseguimos ensinar aos alunos o que já aprendemos a realizar com nossos colegas de trabalho.



Após de ter participado de alguns cursos sobre Ensino Cooperativo, comecei a prestar atenção nos relacionamentos dos educadores, e constatei:
Ainda temos enormes dificuldades de trabalhar em conjunto, sem discrepâncias!
Mas queremos aprender, não é? Então há esperança para a Educação!

6 de out. de 2008

Seja um mestre da reflexão


Abra a cabeça- Questione a própria ação, debata idéias com os colegas, busque novos caminhos.


Fique a sós- Pinte, escreva, medite em silêncio...encontre um jeito próprio de conversar consigo mesmo, livre dos estímulos do mundo externo.


Observe- Apure o olhar para captar os detalhes, reações, o movimento da classe. desenvolva o espírito investigativo.


Expresse-se- Use e abuse da escrita para formalizar a experiência, descrevendo situações, processos, causas e efeitos

Interprete- Compare, relacione e procure contradições naquilo que foi registrado.

Conclua- Partindo dos dados da análise, levante hipóteses e planeje as próximas aulas.


Fonte: Revista Nova Escola- março/2002

14 de ago. de 2008

PROJETO - FOLCLORE

OBJETIVO– Conhecer manifestações folclóricas, valorizando e respeitando a cultura popular.
ABRANGÊNCIA
1.Educação Artística – cantigas, expressão corporal, representação através de ilustrações
2.Português - Leitura silenciosa e oral de diferentes portadores de texto,
Interpretação oral e escrita de textos e apresentação oral.
3.História e Geografia- Origem das manifestações folclóricas.
4.Matemática - Vivência da Geometria através das dobraduras.
RECURSOS-
•Textos verbais e não verbais (escritos e imagens)
•Fita de vídeo
•Cd de cantigas folclóricas
•Aparelho de som com pilha (para usar na quadra)
•papel de dobradura
METODOLOGIA- DESENVOLVIMENTO-
1. Assistir vídeos
2. Ouvir CD de cantigas folclóricas infantis
3.Ler e ouvir para conhecer lendas, provérbios, parlendas e outras manifestações folclóricas.
4.Pesquisar variações de acordo com as regiões brasileiras, cada grupo pesquisa uma região.
5.Ilustrar individualmente algumas das manifestações folclóricas, conforme sua escolha.
6.Treinar e recitar uma parlenda. Observar que o interessante é falar rapidamente sem tropeços.
7.Dobraduras representativas de Lendas
•Reproduzir dobraduras, através da leitura de diagramas e observação de modelos, em grupo ou individualmente.(Matemática- explorar formas geométricas das dobraduras)
8.Brincadeiras -Pesquisar, em grupo, com pessoas ou em material escrito uma brincadeira para fazer com os colegas.
9.Brinquedos -Pesquisar e trazer para apresentar aos colegas um brinquedo folclórico.
10.Lanche coletivo folclórico- cada grupo traz um prato típico
CRONOGRAMA- distribuir as atividades durante o 3º bimestre, realizando atividades em classe e algumas para casa, conforme o desenvolvimento da turma de alunos.
AVALIAÇÃO- através de:
•Produção textual
•Interpretações das leituras
•Apresentação oral
•Realização das atividades, obedecendo as instruções
AUTO-AVALIAÇÃO
•Relatório escrito ou oral: O que aprendi? No grupo: falei, ouvi, agi? O que gostei? O que gostaria que fosse diferente?
BIBLIOGRAFIA
http://www.qdivertido.com.br/folclore.php

25 de jan. de 2008

Construindo a Educação


“Assim como não se levanta um prédio sem plantas e cálculos, não se constrói educação sem planejamento. A fórmula para planejar é bem simples:
  1. Definir os objetivos, de acordo com os interesses e as possibilidades do aluno.
  2. Depois o caminho para alcançá-los, com materiais, espaços, técnicas e tempo disponíveis.
  3. Entre o primeiro e o último ponto é preciso caminhar muito, mas quem faz o percurso encontra a chave do sucesso.”

(Fonte:Nova Escola Ano XIV nº126 por Adriana Vera e Silva)

17 de jan. de 2008

Dicas para professores iniciantes


Às vésperas da primeira aula,
podem aparecer reações desagradáveis,
como ansiedade e medo, porém as emoções
vão se modificando à medida que você vai se preparando.

Planeje detalhadamente as aulas
Conteúdo: O que vai pôr no quadro e o que e vai dizer.
Varie as estratégias:
Faça os alunos se mexerem de vez em quando
Pergunte
Trabalhe em dupla ou em grupo.
Dirija-se a um aluno específico
Ensaie
Dê a aula antes:
para ninguém,
para o espelho,
para um conhecido.
grave-se ou filme-se
Procure variar o tom de voz.
Repita e/ou enfatize com a voz algumas passagens mais importantes.

Prepare-se emocionalmente
Emoções geralmente contém uma mensagem.

Ajuste as expectativastorne-se confiável.
Saiba o conteúdo e mais um pouco.
Diga quando sabe, quando não tem certeza e quando não sabe.

Segure as rédeas da turma- você é a autoridade
Se alguém conversar alto e você não fizer nada,
abre caminho para que aconteça de novo.
Construa um bom relacionamento com a turma e com os alunos

Coloque-se no lugar do aluno
Visualize-se sentado numa das carteiras
Lembre-se de suas próprias experiências

Melhore-se
Leia e procure aplicar as idéias de livros de didática.
Haverá sempre algo a mais para se aprender com:
-colegas - consigo mesmo - coordenador - alunos.


Autor : Virgílio Vasconcelos Artigo completo no site:

2 de jan. de 2007

Conteúdo obrigatório?


Temos que dar conta de todo o conteúdo proposto para o ano letivo?

Para Cesar Coll (psicólogo espanhol e consultor dos PCNs do Brasil) o importante é o que o aluno efetivamente aprende, não o conteúdo transmitido pelo professor.
Zélia Cavalcanti (profa que organizou o 1º seminário de Coll no Brasil) afirma:"O foco principal sai do conteúdo para a maneira de passar a informação para que ocorra a aprendizagem."
Revista Nova Escola, agosto de 2002, página 22
artigo de Cristiane Maragon e Eduardo Lima

Por que usar um só caderno?


Um só caderno para todas as disciplinas,
sem separação dos conteúdos por matérias?

Edgar Morin (estudioso francês) defende a interligação dos saberes e critica o ensino fragmentado.
Ulisses Araújo (doutor em Psicologia Escolar) afirma que "todas as disciplinas estão interligadas e são dependentes entre si".
Usando um caderno único podemos integrar o conhecimento e acabar com a hierarquia que existe entre as matérias e mostrar que nenhuma é mais importante que as outras.
Revista Nova Escola, agosto de 2002, página 20- artigo de Cristiane Maragon e Eduardo Lima