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6 de mai. de 2010

A CASA - VINÍCIUS DE MORAES

Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada

Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão

Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede

Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali

Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos numero zero



Esta canção dirigida para crianças, tem um grande significado.
É uma casa imaginária, portanto não pode ser descrita como uma casa comum.
Cada um tem seu sonho de casa, de vida; neste sonho podemos ser "bobos",
sair do comum, imaginar o que quisermos,
No entanto, construíndo tudo com carinho, dedicação e capricho


A casa será engraçada, dará prazer e não somente abrigo
Terá nossos pertences, nossa identidade
Satisfará todas nossas necessidades
Desde as mais básicas de sobrevivência até as mais íntimas e inenarráveis.


Como estou construindo minha "casa"?
Estou me permitindo ser "boba", dona de meu sonho?
Nesta casa ninguém pode entrar, sem permissão.
Porém tem endereço e quem quiser poderá chegar até ela.
Quem permitirei adentrar minha casa?
Quem quer entrar?

23 de fev. de 2009

Jogo Basquetinho- Resgate de Valores Humanos

FONTE: Revista Jogos Cooperativos

É um jogo bem divertido e motiva bastante de crianças a maior-idade.

Este jogo permite encaminhar reflexões, procurando resgatar Valores Humanos como:
  1. União do grupo
  2. Respeito
  3. Comunicação
  4. Flexibilidade e Abertura nas discussões
  5. Criatividade para a construção de estratégias
  6. Disponibilidade e Coragem para vencer desafios
  7. Honestidade e Ética no cumprimento das regras

Objetivo do Jogo:
Fazer o maior número possível de pontos em um determinado tempo.

Recursos
  1. espaço físico de ao menos 7x7m
  2. 4 ou 5 cestas de diâmetros e alturas diferentes (caixas de papelão, cestos de lixo, baldes)
  3. 90 bolas (pingue-pongue, frescobol, plástico)
  4. fita crepe, giz ou algo para demarcar o espaço do jogo
  5. lousa ou chão para marcar os pontos.
Número de Participantes:
30 ou mais pessoas

Duração:
Entre a explicação e a realização do jogo, cerca de 25 minutos.
O momento da reflexão pode ser desde um comentário de 10 minutos até uma discussão de 30 minutos sobre questões como trabalho em grupo, estratégias, lideranças, cooperação, etc.

Descrição:
  1. Demarcar um quadrado de cerca de 7x7m onde as cestas serão distribuídas.
  2. As cestas corresponderão a pontos de acordo com o grau de dificuldade de acerto (por exemplo cestas mais difíceis de se acertar valem 200 pontos, 50 para as intermediárias e 10pontos para as fáceis).
  3. Na parte interna das linhas não é permitido entrar para fazer cestas nem para recolher as bolas.
  4. Os participantes, dividem-se em arremessadores, de um lado, e recolhedores de bolas, do outro.
  5. Iniciado o jogo, os arremessadores lançam as bolas em direção às cestas, enquanto os recolhedores apanham as bolas que não entraram nas cestas e as devolvem aos arremessadores.
  6. Recolhedores não podem fazer cesta.
  7. Ao final do tempo de jogo são contados os pontos marcados pelo grupo.
  8. O tempo de jogo é de 1 minuto, podendo ser jogado em 2 tempos
  9. No intervalo dos tempos pode haver troca de funções entre arremessadores e recolhedores.

12 de jan. de 2009

Trabalhando as Emoções - Painéis e sugestões

Este painel é vendido por Siscompar
Uso: A utilização deste painel em sala de aula permitirá que os alunos manifestem o seu estado de humor, que poderá ser exibido de 3 formas diferentes:
triste/zangado, normal/equilibrado, alegre/contente.
O bonequinho que representa o estado emocional, pode ser trocado na medida que o interior da criança se altera.
Desenvolve: Espírito de observação, comunicação, distinção de ícones e sua representação.
Idade: A partir dos 6 anos. Composição: Painel interativo em borracha E.V.A medindo 60x35cm, com 20 orifícios destinados a ostentar o nome e o estado emocional da criança.





A professora Márcia no seu Blog O Espaço da Criança
Dá a sugestão:Como você está hoje - O emocionômetro da turma "Criar um emocionômetro para auxiliar a criança na percepção das suas emoções e do outro, pode ajudar na integração da turminha e na elaboração de valores de respeito ao próximo.
O ideal é deixá-lo junto com os crachas e com a chamadinha, desta forma, cada criança conseguirá registrar suas emoções no momento."



Também encontramos ótimos recursos para trabalharmos este assunto no Site: O poder das emoções ( já citado neste blog)
entre elas:
  • atividades online ou para imprimir
  • cartões para visualizar ou imprimir
  • frases de efeito para os pais
  • orientações para os pais e educadores
  • personagens - cada um caracteriza uma emoção
  • tirinhas com os personagens

30 de dez. de 2008

História para auto-estima e união

Se desde as primeiras aulas do ano letivo os alunos sentirem que são aceitos e que a turma pode ser unida, já teremos começado bem. Os vínculos estabelecidos vão tornar todos cúmplices e responsáveis pelo sucesso.

A História: Alegoria das Ferramentas encontrada no blog Idéias e Arte é bastante própria para criarmos este clima de cooperação.

Veja a história, ilustrações e sugestões aqui: http://picasaweb.google.com/zuzukikinha/20110123#

17 de nov. de 2008

Trabalho em grupo? Ih, vai dar confusão!

Trabalhar em grupo é mais do que sentar-se em rodinhas, é interagir e chegar a um resultado que representa o consenso do grupo, não de um ou alguns dos componentes.



Isto não é fácil, será que nós conseguimos?
Impomos nossas idéias ou só acatamos as dos outros?
Ficamos ressentidos se nossas opinões são contestadas?
Conseguimos chegar a resultados coletivos?
Concordamos no grupo e depois vamos lá fazer o que achamos melhor, mesmo que seja diferente do combinado?

Só conseguimos ensinar aos alunos o que já aprendemos a realizar com nossos colegas de trabalho.



Após de ter participado de alguns cursos sobre Ensino Cooperativo, comecei a prestar atenção nos relacionamentos dos educadores, e constatei:
Ainda temos enormes dificuldades de trabalhar em conjunto, sem discrepâncias!
Mas queremos aprender, não é? Então há esperança para a Educação!

Para se dar bem no grupo de trabalho

REGRAS BÁSICAS



Diga sempre nós.
Nunca eu ou você.



Envolva-se profundamente no grupo.
Não se exclua, fale.
Não forme subgrupo.
Dê chance aos demais de conhecê-lo.
Procure sentar-se junto ao que você conhece menos.
Apresente-se.
Entreviste ao outro.



Mantenha-se atento, não se alheie do grupo preparando sua intervenção.
Espere tranquilamente sua vez de falar.
Ouça.
Olhe para quem fala.



Ao intervir, refira-se sempre a alguma afirmação anterior.
Ligue os assuntos.



Sempre que fizer uma afirmação, conclua seu pensamento com um porquê;
se não souber é porque não houve operação mental.
Não menospreze contribuições que lhe pareçam insignificantes, principalmente se emitidas por tímidos.
"Quem entrou no time deve jogar mesmo sem saber. Receba a bola".



Uma discussão é uma operação mental em conjunto-quando alguém falar você continua com expressões como: portanto, consequentemente, daí...



Não diga "não concordo", discorde sem dizer que está discordando.
Expressões assim criam barreiras.



Se a reunião vai mal, proponha uma parada para examinar o que está impedindo a produtividade do grupo- com o grupo busque a solução.
Não deixe para criticar depois da reunião.
Seja leal e autêntico.



Quando alguém fizer uma afirmação sem prova, crive-o de perguntas operatórias:
Porquê? Onde? Para quê?
As perguntas produzem operação mental.



Procure elogiar em cada um o que for elogiável,
as pessoas crescem quando são estimuladas no que têm de positivo.
Faça todos crescerem.
Melhore a imagem do outro.



Fonte:
Curso sobre Ensino Cooperativo ministrado pela professora Ednice Burlandy - professora do UNASP (Centro Universitário Adventista)

24 de ago. de 2008

De onde vem o choro?


Produção e função das lágrimas
Expressão de emoções

18 de ago. de 2008

O poder das emoções


http://www.opoderdasemocoes.com.br
Não podemos negar nossas emoçóes ou ignorá-las, quando o fazemos sofremos as conseqüências.
Precisamos aprender a reconhecê-las, lidar com elas e também desenvolver esta capacidade em nossas crianças.

Este site contribui para realizarmos este trabalho de forma bem agradável:
jogos, tirinhas, personagens, testes, sugestões aos pais e professores...

22 de mai. de 2008

BIBLIOTERAPIA

É idéia de cura por meio do livro.
A pessoa numa situação de crise, de luto, de perdas, ao ler um livro, sofre um processo interativo; caso ela se identifique com um ou mais personagens, passa a compartilhar experiências com esse personagem e pode vivenciar na imaginação processos que levam a uma percepção de que é possível dissolver os problemas.

Essa experiência de falar, enxergar a si, compreender a si, através do outro é muito rico e facilita muito as coisas, porque o problema do outro é menos dolorido em mim.

Na pesquisa, da Dra Lucélia, foram selecionadas duas escolas particulares e três públicas e realizados encontros com os professores:

  1. Para colher informações sobre como o assunto morte era tratado nas escolas.
  2. Apresentação dos 36 livros infantis e como eles poderiam ajudar a lidar com o assunto. São obras como “A mulher que matou os peixes”, de Clarice Lispector, “Menina Nina”, do Ziraldo, “Cadê meu avô?”, de Lídia Carvalho, e “A montanha encantada dos cisnes selvagens”, de Rubem Alves.
  3. Discussão sobre viabilidade de um trabalho real naquela escola.
  4. Se a escola quisesse e os professores também, poderia haver um quarto encontro depois de um mês, para dar tempo de digerir e processar todas aquelas informações.

Na prática, os passos são:

  1. O professor deve ler a história, conhecê-la bem.
  2. Lê para a turma.
  3. Os alunos podem ler também.
  4. Discussão dirigida pelo professor e voltada para aquele tema que se quer discutir.
  5. Os alunos produzem um texto, ou um desenho, enfim, que se expressem é o importante.

Os alunos devem encontrar esse canal de acolhimento e de expressão para seus sentimentos.
Por isso livros são tão importantes, se envolvendo com uma história, se reconhecendo num personagem, a pessoa pode descarregar-se emocionalmente.

A criança descobre que as dores que a morte traz são coletivas, não são só dela, reduzindo a sensação de solidão que esses momentos de crise trazem.

E quando ela encontra um professor que quer falar e ouvir sobre aquela dor, sobre o papel daquela morte em sua vida, ela se sente acolhida, relaxa e pode finalmente se expressar.

Fonte: Lucélia Paiva

(Psicóloga, mestre em Ciências pelo Hospital A. C. Camargo, trabalhou no HC por mais de 15 anos e desenvolveu a tese de doutorado pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, valorizando a literatura infantil para tratar da morte com crianças.)

http://www.sinprosp.org.br/

LIÇÕES DE FINITUDE

As pessoas já não admitem mais envelhecer e se afastam do contato com essa finitude natural (o que pensam os velhos, suas angústias e seus medos diante da iminência do fim).

A morte deve servir para ressignificar a vida, é preciso passar por todo processo de luto (sofrimento, desamparo,tristeza...) para crescer.

Para a criança concretizar a situação e se enlutar
é importante ser preciso com as palavras e os conceitos usados:

1. Universalidade- todos um dia vão morrer.

2. Não-funcionalidade do organismo -
a pessoa que morreu não sente mais nada,
seu coração parou de bater e existe agora um corpo inerte.

3.Irreversibilidade- quem morre não volta mais.

Quando a criança perguntar, responda objetivamente se foi o suficiente ela avisa,mudando de assunto ou brincando de alguma coisa; senão vai voltar a perguntar, ou vai encenar algo, ou brincar representando sua dúvida.

Os médicos também se angustiam com a morte, não é fácil lidar com falecimentos diariamente. Deve ser um esforço das famílias e das escolas trazer a morte para a vida e naturalizá-la novamente, lidando com isso mais tranqüilamente no dia a dia.

Lucélia Paiva
(Psicóloga, mestrada em Ciências e doutorada)

Fonte:
http://www.sinprosp.org.br

2 de mai. de 2008

Figura Materna- afetividade

É fundamental trabalhar conceitos como afeto e sensibilidade.

Para reconhecer a figura da mãe com afetividade, a educadora Marília Marques Machado sugere a produção de um texto coletivo:
-Apresente um cartaz com fotos de mulheres de diversas etnias, níveis sócio-econômicos e profissões.
-É importante que as figuras mostrem pessoas em atividade.
-Promova um debate sobre o que é a
mãe, qual a sua importância e o que ela faz.

-Depois os alunos contam como gostariam que fossem suas mães e mandam um recado para elas.
-Anote tudo o que for falado pelas crianças.
-O texto será feito a partir desses comentários espontâneos.
-Cada aluno recebe uma folha com o texto pronto, faz uma ilustração e entrega à pessoa que pretende homenagear.
Outras sugestões:
-promover um recital
-montar um mural com as fotos e a produção dos alunos
-realizar atividades baseadas no livro Se as Coisas Fossem Mães
Os estudantes da Escola Martim Pescador, na Ilha do Governador, RJ, depois de ler este livro, criaram os próprios personagens: a Mãe Televisão, a Mãe Lua, a Mãe Terra, a Mãe Música etc.
Conta a supervisora Vera Wanderley:

"Com a atividade eles perceberam que a figura materna
está em muitas coisas, não importando
se é mãe verdadeira ou postiça,
mãe vovó ou mãe titia"
"Sem falar no pai,
que muitas vezes
também é
mãe."


Trabalhando a Imagem Materna

O Dia das Mães pode representar um dilema:

-o aluno cria o presente e não têm a quem presentear

-crianças criadas pela avó ou pela tia

-pais separados, com novos parceiros e filhos da primeira, da segunda, da terceira união

-a criança percebe que tem várias mães: a biológica, a madrasta, a nova namorada do pai...

O neuropsicólogo Egídio Romanelli sugere :

-centrar os trabalhos no desenvolvimento da afetividade

-que a criança imagine a figura da mãe como a mulher que cuida dela

-deixar livre a escolha da pessoa homenageada


Fonte
Luciana Zenti
www.ensino.net/novaescola/132_mai00/html/maes.htm

AFETIVIDADE


  • É parte de nossa vida psíquica

  • Interfere no nosso comportamento

  • Compõem-se por dois afetos básicos: o AMOR e o ÓDIO

  • Se expressa através de: EMOÇÕES e SENTIMENTOS

EMOÇÕES



  • raiva, nojo, medo, vergonha, desprezo, tristeza, alegria, empolgação, paixão, atração e outras.

  • Fortes batimentos cardíacos, tremores, risos, choro, lágrimas, expressões faciais, jeito de falar e outras reações orgânicas

  • fortes, fracas, passageiras,duradouras e podem mudar com o tempo

  • têm uma função adaptativa e a uma possibilidade de linguagem

SENTIMENTOS


27 de jan. de 2008

Como agir na hora da briga

  • Separe os envolvidos do grupo
  • Não tome partido
  • Espere alguns momentos até que as crianças se acalmem e converse separadamente com cada uma
  • Incentive cada um dos alunos a expor seus sentimentos
  • Estimule o aluno a pensar no que o outro pode ter sentido
  • Pergunte o que ele poderia fazer para evitar o conflito
  • Coloque os dois frente a frente e refaça as perguntas
  • Peça-lhes que sugiram uma solução para que o fato não ocorra novamente
  • Se os dois consentirem, use o episódio como exemplo para a classe toda aprender com a experiência.

(NOVA ESCOLA ano XVIII Nº168- Cássia de Souza)

Dinâmica de grupo para Inclusão

O TERREMOTO – INCLUSÃO

Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um)
Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar
Desenvolvimento: Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:
1 - MORADOR!!- Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
2 - PAREDE!!- Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.
3 - TERREMOTO!!- Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...

Conclusão:

Como se sentiram os que ficaram sem casa?
Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio?
Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?

Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica,
já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!

30 de jan. de 2007

Incentivando a Auto-Estima

Apresentar uma caixa com tampa, decorada e atraente dizendo que dentro dela tem o que existe de mais precioso, de mais importante, um verdadeiro tesouro.
Propor, então, uma brincadeira onde cada um terá que olhar o que tem dentro da caixa, ver qual é este tesouro e manter segredo ·
Dentro da caixa deve conter um espelho, bem no fundo, do tamanho exato da mesma. No momento em que a criança for olhar o tesouro verá refletida sua própria imagem.
Ficar atento a cada reação individual ao deparar-se com a própria imagem. É fundamental criar um clima de muito interesse provocando sempre: Qual será este tesouro?
Após todos terem visto, abrir a conversa informal.
"O que vocês viram dentro da caixa? Descobriram o tesouro?"
Aproveitar cada resposta dos alunos, orientando-os quando necessário, mas propiciando que se expressem. A conversa deve fluir até o ponto em que os alunos percebam que eles são o tesouro – cada um deles – por isso não poderiam contar o segredo – pois todos somos únicos – Ninguém é igual a ninguém.

Fizemos esta dinâmica no nosso 1º dia de aula deste ano e depois cantamos Milagre da vida, foi muito bom!