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16 de jan. de 2013

Balões de tarefas


No Blog Comer para Crescer encontrei esta imagem, ilustrando a brincadeira de estourar balões e cumprir tarefas contidas em papeizinhos, dentro dos balões.

A sugestão é para festa, mas podemos adaptá-la para revisar conteúdos de determinada matéria, ou até mesmo para indicar parceiros de uma brincadeira...

1 de jun. de 2011

RESPOSTAS PRONTAS

Daqui: http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/respostasprontas.htm

"Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota zero.

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma “conspiração do sistema” contra ele.

Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício com o auxilio de um barômetro.”

A resposta do estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.”

Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão.

Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física.

Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor.

Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte ele escreveu esta resposta: Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo “t” de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h 3D (1/2)gt**2, calcule a altura do edifício.

Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.

Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras resposta s para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.

- Ah!, sim, - disse ele - há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro.

Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.

- Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se à altura do edifício.

- Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas.

- Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g’s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença.

- Finalmente - concluiu, - se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se: “Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente".

A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta ‘esperada’ para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa."


"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto” (Albert Einstein)

Ouça também o sábio e cresça em ciência, e o entendido adquira habilidade. Provérbios 1.9

12 de dez. de 2010

Sobre o ENEM

"Os pressupostos pedagógicos do Enem, de avaliar competências e habilidades, de preconizar novas diretrizes para o ensino médio, o estabelecimento de indicadores que orientem políticas públicas e norteiem as escolas, assim como a criação de processos nacionais de seleção à universidade, são elementos importantes, capazes de contribuir para a melhoria do sistema educacional como um todo. Portanto, devem ser perseguidos. Assim, o que está em descrédito não é o Enem em si, mas a forma como as mudanças vêm sendo conduzidas, com prazos e processos inadequados, que levam a fragilidades técnicas e operacionais. Fazendo uma metáfora com a rotina escolar, o processo de aplicação do Enem está em recuperação."

Parte do texto de Esther de Almeida P. M. Carvalho, diretora-geral do Colégio Rio Branco, de São Paulo (SP).


http://www.humanaeditorial.com.br/

4 de set. de 2009

Alunos na 3ª série que não sabem interpretar textos. De quem é a culpa?

As autoridades educacionais, assustadas com o resultado das provas que são aplicadas aos alunos das séries iniciais, concluem:
"Nossos alunos estão péssimos em leitura e interpretação de textos."

E imediatamente apontam os culpados :
"Os professores não sabem trabalhar português devidamente!"

É claro que os professores que formam "a linha de frente da batalha", serão abatidos primeiro.
Reconhecemos que não somos perfeitos, mas como as autoridades ajudam?
E a participação da sociedade, em que tem contribuído?
A família cumpre seu papel? A mídia incentiva a leitura?
Já se disse, com muita propriedade, que a escola é o reflexo da sociedade.


Somos forçados a mudar os métodos de ensino frequentemente, surge uma idéia lá no horizonte e rapidamente querem aplicá-la em sala de aula...

Concordamos que há métodos melhores e outros não tanto, mas pior que o modo de caminhar é a todo momento mudar a direção, o rumo...
Mancando podemos chegar ao fim do caminho, porém indo e vindo, sendo bloqueados no caminho, sobrecarregados com fardos provavelmente nunca chegaremos.

Quem está ali de mãos dadas com a criança, sente sua necessidade.
Deduzem que somos incapazes de analisar a situação e propor soluções!!!!!!!!
Todo professor tem o dever de se manifestar e o direito de ser ouvido e respeitado em seus questionamentos.

Por exemplo, é difícil trabalhar com classes lotadas de alunos e cada um com seu ritmo de aprendizagem, há alunos que precisam de mais atenção do que outros...

Queremos condições de trabalho, ter ambiente e material adequados para atendermos as necessidades individuais e respeitar a criança dando-lhe o tempo que precisa para aprender.

As autoridades educacionais querem "agradar a todos" e, como bem afirma a professora Analuci, tem:
"Dois discursos antagônicos: respeitar o ritmo do aluno e nivelar todos por uma prova"

20 de jul. de 2009

JOGO DA VELHA - Quem sabe mais?

Elabore uma quantidade grande de perguntas referentes à lição do dia. O jogo poderá ser repetido com novas perguntas.

Risque no quadro-negro a base do jogo ( O jogo da velha)


É sorteado quem vai iniciar o jogo.

Cada grupo terá uma marca (X, 0, número, letra, etc.)

A resposta certa dará o direito de colocar a sua marca no lugar de sua escolha.

O grupo que conseguir completar uma horizontal, vertical ou diagonal, ganha o jogo.

Caso um grupo não saiba a resposta, passa a vez para o outro.

Variação:

As perguntas são colocadas em cada um dos quadrados no quadro-negro ou cartolina grande. Tem que ficar visíveis à distância. Podem ser várias cartelas que ficarão cobertas até o início do jogo.

O grupo sorteado irá indicar a pergunta que deverá ser respondida pelo adversário. Caso erre ou não saiba respondê-la, vai permitir que o grupo “perguntador” anote a sua marca acima da pergunta. Acertando é o grupo “respondedor” que marca. Naturalmente, deve haver uma preocupação para que o grupo contrário não “feche” o jogo, indicando as perguntas mais difíceis. De qualquer forma, o grupo que faz a pergunta deverá saber a resposta. Errando o outro, ele terá que respondê-la para poder marcar os pontos, caso contrário, passará a vez.

http://wata-eh-legal.blogspot.com

12 de jul. de 2009

9 de abr. de 2009

Para Refletir: "Equívocos dos eventos escolares"

Fonte: Nova Escola Online

Tem de ter festa!

MAS... CONSIDERE:

1. O desnecessário vínculo com efemérides (datas comemorativas)- para haver aprendizagem, é preciso muita pesquisa e mais do que um dia festivo.

2. O desrespeito à liberdade religiosa- há muitas datas exclusivamente religiosas

3. A confusão entre o currículo e o tema da festa- ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma seqüência lógica que leve à construção do conhecimento.

4. O mau uso das horas dedicadas às aulas de Arte- converter a disciplina em oficina de enfeites e não propor atividades que favoreçam o percurso criador.


5. A estereotipação dos personagens-
representações que não correspondem à realidade.

6. A obrigatoriedade da participação- os alunos não são obrigados a participar de momentos não relacionados ao aprendizado.

7. A finalidade incerta dos recursos arrecadados-divulgar o objetivo da iniciativa e prestar contas quando o bem for adquirido

8. O objetivo principal ser apenas atrair os pais-reuniões marcadas com antecedência e planejadas para compartilhar o processo de aprendizagem e a produção intelectual, artística e esportiva das crianças dão melhores resultados.

9. A única maneira de socializar a aprendizagem- exibir a produção intelectual e artística do aluno nas mais variadas ocasiões, geralmente, o caráter de recreação costuma dificultar a apresentação dos saberes.

10. O precioso tempo jogado fora- Se a festa não é uma maneira de contextualizar os conteúdos aprendidos, deve ser organizada sempre em horários alternativos aos das aulas, envolver todos e ser muito divertidas.

23 de fev. de 2009

Material alternativo para alfabetização

Material que a Suzinha criou
e usa para sondagem com os alunos:














Este abaixo é muito interessante para quando a criança
está entrando no nível silábico-alfabético.














Veja no blog da suzinha as instruções de como utilizar o material adequadamente, tenho certeza que as crianças vão gostar muito.

24 de nov. de 2008

Cada uma!



http://www.sol.eti.br/imagens_divertidas/prova5.html

2 de set. de 2008

Incentivo Para Comportamento


Montar a tabela num quadro de colocar ímã
Expor em lugar visível para todos
Fazer as carinhas em EVA colorido
Colar ímã atrás de cada uma

Conforme for observando a classe , o professor pode ir mudando a carinha.
Se quiser, fazer um registro ao final da aula e ao término de cada mês homenagear os grupos que conseguiram maior número de carinhas verdes.

29 de mar. de 2007

Vale nota, prô?

Um dos grandes problemas é a hora de registrar
o rendimento escolar em forma de números,
transformar tudo em notas para o boletim.

Gostaria de não ter que fazer isto,
pois o ser humano é muito complexo...
Medir o que se aprendeu "como se pesasse batata"?!?!?!
Tarefa inglória...