Veja só! Bastam duas dobraduras na cauda do avião (uma pra cima, outra pra baixo)...17 de ago. de 2011
O avião que gira
Veja só! Bastam duas dobraduras na cauda do avião (uma pra cima, outra pra baixo)...12 de ago. de 2011
JOGO ONLINE ORIENTAÇÃO ESPACIAL
"Neste jogo, seus alunos vão colocar em prática conhecimentos geométricos de orientação espacial. Para ajudar o personagem a cumprir os trajetos propostos, será preciso indicar a direção que ele deve seguir pelas ruas da cidade."
5 de ago. de 2011
Poesia para os pais - Coração de vidro
3 de ago. de 2011
Quintal
"Quintal de casa
- um debate sobre o hobby das crianças,
- desenhar seu próprio quintal,
- conversar sobre o trabalho infantil,
- sobre lembranças,
- sobre as oportunidades que cada criança tem,
- e o que mais a criatividade permitir...
14 de jul. de 2011
10 de jul. de 2011
Bonecos de tampinhas (parte 1)
Que tal montar bonecos de tampinhas com 25 alunos, ao mesmo tempo?
- Eu tinha uma coleção de tampinhas, o que facilitou muito o trabalho. Senão teria que pedir aos alunos que juntassem algumas.
- Separei em grupinhos as tampinhas que usaria para cada boneco: pernas (5 para cada uma), corpo (5), braços (4 para cada um), mãos (2 argolas), cabeça (1 tampa maior), chapéu (1 tampa pequeninha), olhos (2 botões), boca( cortei 1/4 de argola)
- Ainda precisei de ferro para solda, barbante e agulha de bordar (depois descartei a agulha).
- Furei cada tampinha utilizando o ferro para solda.
- Ensaquei cada grupo de tampinhas para facilitar o transporte e distribuição do material aos alunos.
- Montei dois bonecos para analisar qual didática eu usaria para coordenar o trabalho de montagem.
- Gastei muito tempo neste processo, mas isso facilitou muito o trabalho na sala!
8 de jul. de 2011
4 de jul. de 2011
Como Fazer um Reforço de Conteúdo Realmente Eficaz
- Considerar este tempo uma nova oportunidade e não um castigo, então SORRIA!
- Numa conversa informal, ouvir o aluno para descobrir que conteúdos precisam ser reforçados ou corrigidos.
- Repetir exatamente as mesmas atividades já realizadas é desestimulador, o melhor é apresentar o conteúdo de diversas formas ( leitura de quadrinhos, receitas, histórias; jogos, vídeo e debate etc)
- Permitir que os estudantes que já terminaram seus exercícios confiram os exercícios entre si. Nesta atividade é interessante notar como defendem suas idéias para provar que estão certos.
- Ter um banco de atividades, com dificuldades variadas, prontas para usar quando necessário.
30 de jun. de 2011
A TELEVISÃO E A SOCIEDADE...PARA PENSAR...

- Deve haver uma intermediação entre a TV e a criança?
- O que passa na TV é o que a maioria das pessoas querem ver?
- E a violência dos desenhos animados, dos seriados?
- Qual o efeito do estímulo desta erotização precoce (pulando etapas pode gerar neurose futuramente)
- Sua familia concorda ou não com os assuntos expostos?
- Tudo que passa é verdade? Que efeitos de imagem são usados?
- Existe diferença entre ator e personagem?
- Apelo ao consumismo: Precisamos de tudo mesmo?
26 de jun. de 2011
Selinho
(Desculpem, falta cumprir os requisitos...)
20 de jun. de 2011
VARIAÇÕES DO TANGRAM
17 de jun. de 2011
14 de jun. de 2011
Arte de criança
11 de jun. de 2011
5 de jun. de 2011
CRIAR COM RETALHOS DE PAPEL

3 de jun. de 2011
Selinho...Este Blog Ensina Muito
2- Postar o link do blog que o indicou;
3- Publicar as regras;
4- Indicar 10 (dez) blogs para receberem;
5- Avisar aos indicados.
- http://artedataty.blogspot.com/
- http://www.rosientreumalacadaedoispontos.blogspot.com/
- http://leituraescola.blogspot.com/
- http://escolasabatinacomatiamalu.blogspot.com/
- http://blogosferamarli.blogspot.com/
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- http://geoprofessora.blogspot.com/
- http://crescercomemrc.blogspot.com/
- http://jardimdaalegria.blogspot.com/
- http://www.vendovozes.com/
1 de jun. de 2011
RESPOSTAS PRONTAS
Daqui: http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/respostasprontas.htm
"Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota zero.
O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma “conspiração do sistema” contra ele.
Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício com o auxilio de um barômetro.”
A resposta do estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.”
Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão.
Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física.
Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor.
Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte ele escreveu esta resposta: Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo “t” de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h 3D (1/2)gt**2, calcule a altura do edifício.
Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.
Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras resposta s para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.
- Ah!, sim, - disse ele - há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro.
Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.
- Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se à altura do edifício.
- Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas.
- Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g’s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença.
- Finalmente - concluiu, - se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se: “Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente".
A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta ‘esperada’ para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa."
"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto” (Albert Einstein)
Ouça também o sábio e cresça em ciência, e o entendido adquira habilidade. Provérbios 1.9
30 de mai. de 2011
Tabuada, como decorar?



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