26 de jun. de 2011

Selinho



Recebemos este selinho da Rosi do Blog:                                                                                            
Obrigada, colega!

(Desculpem, falta cumprir os requisitos...)

20 de jun. de 2011

VARIAÇÕES DO TANGRAM

Ótimas orientações de como construir e divertir-se com  

 TANGRAM DE FORMAS QUADRADA, OVAL E REDONDA






14 de jun. de 2011

Arte de criança

Os alunos usaram lápis de cera pra fazerem estes desenhos num tecido de algodão.
Depois a professora recobriu os desenhos com termolina e pregou um viés nas bordas.

Pode ser pintado um pano de prato, uma toalhinha, um avental... E ser entregue como presente!

5 de jun. de 2011

CRIAR COM RETALHOS DE PAPEL

REPASSANDO SUGESTÕES
RETALHOS DE PAPEL COLORIDO
recortados em diversos tamanhos e formatos
    Veja os detalhes no Blog da Carol

3 de jun. de 2011

Selinho...Este Blog Ensina Muito

Ganhamos este mimo maravilhoso do blog  PEDAGÓGICCOS
http://pedagogiccos.blogspot.com


Junto vieram 5 regrinhas:
1- Exibir a imagem do selinho em seu blog;
2- Postar o link do blog que o indicou;
3- Publicar as regras;
4- Indicar 10 (dez) blogs para receberem;
5- Avisar aos indicados.

1 de jun. de 2011

RESPOSTAS PRONTAS

Daqui: http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/respostasprontas.htm

"Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota zero.

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma “conspiração do sistema” contra ele.

Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício com o auxilio de um barômetro.”

A resposta do estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.”

Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão.

Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física.

Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor.

Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte ele escreveu esta resposta: Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo “t” de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h 3D (1/2)gt**2, calcule a altura do edifício.

Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.

Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras resposta s para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.

- Ah!, sim, - disse ele - há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro.

Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.

- Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se à altura do edifício.

- Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas.

- Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g’s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença.

- Finalmente - concluiu, - se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se: “Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente".

A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta ‘esperada’ para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa."


"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto” (Albert Einstein)

Ouça também o sábio e cresça em ciência, e o entendido adquira habilidade. Provérbios 1.9

30 de mai. de 2011

Tabuada, como decorar?

Alguns alunos nos perguntam: Como decorar tabuadas?
Mas eles não deixam email ou outro meio de nos comunicarmos...
Então vou falar sobre o assunto aqui.

No tempo em que eu estava no nível 1, do Ensino Fundamental, tinha que decorar a tabuada.
Mas só entendi a tabuada quando estava no Ensino Médio (II Grau).

Provavelmente os alunos, atualmente, também sintam dificuldades para entender a tabuada de multiplicar.

Decorar não vai ajudar alguém que não entende o processo da multiplicação.
É preciso brincar com os números, montar e desmontar contas, montar e desmontar a tabuada, também.

O pensamento abstrato não é característica dos alunos que estão nas séries que aprendem as tabuadas, 3º ano, 4º ano, 5º ano).

Como "brincar":

DESENHANDO E RELACIONANDO TABUADAS:

DESMANCHANDO NÚMEROS:

RELACIONANDO COM UMA TABUADA CONHECIDA:


Se quiser comentar ou pedir ajuda, deixe seu email, pra conversarmos melhor.

13 de mai. de 2011

Atenção!

Retemos:

10% do que lemos,

20% do que ouvimos,

30% do que vemos,

50% do que vemos e ouvimos,

70% do que discutimos,

99% do que executamos.

(Ouvi por aí...)

11 de mai. de 2011

Igual ou diferente?

foto daqui

"Não há princípio de desigualdade maior do que tratar a todos do mesmo modo,
do que pretender ensinar a mesma coisa e, sobretudo,
da mesma maneira a todos os indivíduos,
independentemente de seu contexto social,
de seu estado emocional,
de sua experiência de vida
ou de suas condições físicas".

10 de mai. de 2011

Matemática- atividade com folhetos de compras

Você ganhou R$1.000,00!
O que vai fazer com seu dinheiro?
Procure em revistas, jornais, folhetos o que deseja de comprar.
Recorte e cole
Complete as informações:

  1. Produto:
  2. Onde encontrei
  3. Preço:
  4. Quanto tenho ainda:
  5. Representação matemática: 


VEJA UM EXEMPLO
























Depois os alunos comparam suas compras, é muito divertido!
O que mais me chamou a atenção é que eles ficam pasmos quando começam a pesquisar e percebem que Mil Reais não é tanto quanto pensaram.

Podemos, partindo desta atividade, fazer muitos questionamentos: desejo X necessidade, pesquisa de preços de um mesmo produto, compra à vista ou a prazo etc

6 de mai. de 2011

CIRANDA DA AMIZADE


Recebemos este selinho da Tati do Blog
Muito obrigada, colega!


Continuando a Ciranda, indicamos:
NOSSA TURMA NA INTERNET
Dicas de Português
Professora Genis 
Brincando de ser escritor   

1 de mai. de 2011

Atividade para o dia das Mães "Muito Gira!!"

Que linda a integração entre mãe e filho!

Criação da Catarina e seu filho, 
realizada numa  Escola de Portugal.

"A professora do meu filho convidou as mães dos meninos e irem hoje à escola para uma actividade do Dia da Mãe.
A actividade consistia em pegar num desenho que o meu filho fez de mim e transpôr o desenho numa t-shirt."


Veja mais no blog :
http://asminhascosturas-cat.blogspot.com

29 de abr. de 2011

25 de abr. de 2011

A CHÁCARA DO CHICO BOLACHA -

NA CHÁCARA DO CHICO BOLACHA,
QUE SE PROCURA
NUNCA SE ACHA.
QUANDO CHOVE MUITO
CHICO BRINCA DE BARCO,
PORQUE A CHÁCARA VIRA CHARCO.
QUANDO CHOVE NADA,
CHICO TRABALHA COM A ENXADA
E LOGO SE MACHUCA
E FICA DE MÃO INCHADA.
POR ISSO, COM CHICO BOLACHA
QUE SE PROCURA NUNCA SE ACHA.
DIZEM QUE A CHÁCARA DO CHICO
SÓ TEM CHUCHU
E UM CACHORRO COXO
QUE SE CHAMA CAXAMBU.
OUTRAS COISAS, NINGUÉM PROCURE,
PORQUE NÃO SE ACHA.
COITADO DO CHICO BOLACHA.


Atividades sugestivas:
· Parafrasear a poesia A chácara do Chico Bolacha, transformando-a em idéias positivas.
· Retirar da poesia os substantivos próprios e comuns, bem como os adjetivos.
· Retirar do texto palavras monossílabas, dissílabas, trissílabas e polissílabas, destacando a sílaba tônica.
· Retirar do texto palavras que podem ser flexionadas para o plural e outras que não podem.
· Pesquisa no dicionário: coxo, cocho, charco, chácara,
· Coleção de palavras com X ou CH - no caderno, a partir da poesia.
· Zona rural - desenhar a chácara retratada na poesia.
· O que o Chico Bolacha poderia produzir em sua chácara para vender na cidade?
· Zona urbana - Como seria a casa de Chico Bolacha caso ele morasse na área urbana?
· Que motivos levariam Chico Bolacha a mudar da área rural para a urbana?
· Que plantas vivem bem num charco? E num solo arenoso?
· Como tornar um solo fértil, usando produtos naturais?
· Pesquise no dicionário o significado das seguintes maneiras de cuidar do solo: adubação, arejamento, irrigação, drenagem.
· No seu município, quais são os bairros que se localizam na área urbana? E na área rural?

Para Colorir e Criar Cartões




23 de abr. de 2011