
11 de jun. de 2011
5 de jun. de 2011
CRIAR COM RETALHOS DE PAPEL

3 de jun. de 2011
Selinho...Este Blog Ensina Muito
2- Postar o link do blog que o indicou;
3- Publicar as regras;
4- Indicar 10 (dez) blogs para receberem;
5- Avisar aos indicados.
- http://artedataty.blogspot.com/
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1 de jun. de 2011
RESPOSTAS PRONTAS
Daqui: http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/respostasprontas.htm
"Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota zero.
O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma “conspiração do sistema” contra ele.
Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: “Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício com o auxilio de um barômetro.”
A resposta do estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.”
Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão.
Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física.
Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor.
Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte ele escreveu esta resposta: Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo “t” de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h 3D (1/2)gt**2, calcule a altura do edifício.
Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.
Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras resposta s para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.
- Ah!, sim, - disse ele - há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro.
Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.
- Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se à altura do edifício.
- Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas.
- Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g’s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença.
- Finalmente - concluiu, - se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se: “Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente".
A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta ‘esperada’ para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa."
"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto” (Albert Einstein)
Ouça também o sábio e cresça em ciência, e o entendido adquira habilidade. Provérbios 1.9
30 de mai. de 2011
Tabuada, como decorar?



26 de mai. de 2011
13 de mai. de 2011
Atenção!
11 de mai. de 2011
Igual ou diferente?
10 de mai. de 2011
Matemática- atividade com folhetos de compras
O que vai fazer com seu dinheiro?
Procure em revistas, jornais, folhetos o que deseja de comprar.
Recorte e cole
Complete as informações:
- Produto:
- Onde encontrei
- Preço:
- Quanto tenho ainda:
- Representação matemática:
8 de mai. de 2011
6 de mai. de 2011
CIRANDA DA AMIZADE

Continuando a Ciranda, indicamos:
NOSSA TURMA NA INTERNET
Dicas de Português
Professora Genis
Brincando de ser escritor
1 de mai. de 2011
Atividade para o dia das Mães "Muito Gira!!"
A actividade consistia em pegar num desenho que o meu filho fez de mim e transpôr o desenho numa t-shirt."
Veja mais no blog :
http://asminhascosturas-cat.blogspot.com
29 de abr. de 2011
Estampando tecido (desenho feito com giz de cera em lixa de parede)
25 de abr. de 2011
A CHÁCARA DO CHICO BOLACHA -
23 de abr. de 2011
20 de abr. de 2011
7 de abr. de 2011
Carta Enigmática- para imprimir ou jogar online
- aponte para a criança jogando bola e aparecerá o título "jogos e atividades",
- clique sobre o título e abrirá outra página
- nesta outra página, você verá várias sugestões, escolha a de cartas enigmáticas
- poderá também propor outros jogos online para a criançada

4 de abr. de 2011
Atividades Lúdicas (Vivências) para o Ensino Fundamental II
BASEADO NAS SUGESTÕES DE
DANIELLE ANDRADE DE CASTRO
- Fazer a leitura do texto em voz alta .
- Criar um debate sobre o texto.
- Fazer, em grupos, com que os alunos pensem em uma frase que consiga resumir, sintetizar, o que está escrito no texto, ou que remeta a idéia principal.
- Solicitar aos alunos que escrevam através de um acróstico, um poema, utilizando a frase criada. O professor orienta o trabalho no momento em que estiver sendo confeccionado, exemplificando e dando sugestões.
- Por fim, todos poderão ler seus poemas, dando a oportunidade ao professor de avaliar, dentre outras habilidades, criatividade, descontração, possíveis dificuldades em resumir, sintetizar e desenvolver idéias.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e leitura.
- · Debater sobre o que representa a televisão atualmente como veículo de informação, tal como as características das telenovelas, a diversidades de linguagens; o público alvo a ser atingido..
- Dividir a turma em grupos para debaterem o tema (se assistem, se gostam ou não...)
- · Escrever em conjunto um diálogo, tendo por base o episódio exposto
- Solicitar aos alunos que façam a leitura em voz alta.
- Debater o texto com questões do tipo: Ter liberdade é fazer tudo o que se quer? Qual a importância das regras na sociedade? dentre outras.
- Solicitar a um aluno que complete, livremente, com suas idéias, a frase: "O que o texto me diz:.."
- Depois pedir a um segundo aluno que complete, livremente, com suas idéias, a frase: "O que eu digo ao texto:.."
- E a um terceiro aluno que, dirigindo-se aos colegas anteriores, complete, livremente, com suas idéias, a frase: " O que eu digo aos meus colegas:.".
- A Dinâmica poderá ter continuidade com novos alunos completando as frases.
- Depois professor e alunos podem comentar experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais.
- Perguntar à turma quem sabe e pode cantar.
- Pedir que preencham adequadamente os espaços em branco.
- Fazer a correção (fica a critério do professor se ele próprio o fará no quadro ou solicitará a alunos que o façam).
- Promover discursos que envolvam os seguintes temas: Para que serve a ortografia, a importância do escrever bem para o padrão culto da Língua, a adequação da escrita, e principais dúvidas de ortografia tais como X ou CH?, S ou Z?, Dentre outras.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, leitura e produção de texto.
- · Dividir a turma em grupos.· Entregar aos grupos uma série de palavras recortadas ao meio, com traçados de recortes diferentes, de modo a formarem um Quebra-Cabeça. Todos os grupos recebem cópias das mesmas palavras.
- Vence a primeira etapa o grupo que primeiro montar o quebra-cabeça corretamente.
- Leitura das palavras em voz alta.
- Solicitar que os alunos procurem no dicionário o significado das palavras montadas.
- Vence a segunda e última etapa quem conseguir primeiro realizar a tarefa corretamente.
- Explanações sobre a importância da Ortografia na escrita.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática.
- Fazer em voz alta a leitura do texto.
- Perguntar se há alguém na turma que consegue ler rapidamente a palavra sem errar.
- Fazer a decodificação da palavra através de seus morfemas e fonemas (pneumonia, ultramar, microscópio, vulcão, cone, ouvido, sulfúrico). Explicando o significado de cada uma delas.
- Solicitar aos alunos que se dividam em grupos. Propor aos alunos que, dentro de um tempo estipulado pelo professor, pensem no seguinte tema: Quantas palavras poderão ser formadas a partir das letras que compõem o" palavrão".
- Pedir que pensem rapidamente, pois ganhará o grupo que conseguir formar o número maior de palavras.
- Ao final, todos deverão ler suas listagens.
- O professor, a partir do jogo, pode iniciar debates sobre: A importância das palavras, estrangeirismos, empréstimos, dentre outros.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de ortografia e produção de texto.
- Solicitar que dois alunos leiam o diálogo emotizando, vivenciando os personagens.
- Pedir que toda a turma identifique sete erros gramaticais.
- Fazer a correção e a releitura.
- Suscitar debates sobre gírias, expressões populares, além de esclarecer os erros que foram postos em questão.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de ortografia, produção de texto e leitura.
- Solicitar aos alunos a leitura dos dois textos (primeiro em silêncio e depois em voz alta).
- Se o professor achar oportuno, pode pedir aos alunos que emotizem, ou seja, teatralizem o texto dois.
- Pedir aos alunos que se dividam em grupo.
- Propor a seguinte atividade: cada grupo terá que montar um pequeno dicionário com as principais gírias da roda de amizades dos próprios alunos, ou de outras.
- O grupo que tiver com maior número de palavras e significados agrupados “vence”.
- No final, todos farão a leitura para os demais grupos.
- O principal tema que pode ser desenvolvido depois dessa atividade lúdica é o da Adequação e Inadequação de palavras.
- Observação: Mesmo que o aluno invente, na hora de listar, algumas gírias, a criatividade ao estabelecer sentido a estas palavras é algo que pode ser levado, como um fator positivo em consideração.
- Quando couber o professor pode aproveitar, também, para atividades de ortografia, produção de texto e leitura.
- Solicitar a um aluno que diga um argumento a favor do texto;
- Solicitar a um segundo aluno que diga um argumento contra o texto;
- Solicitar a um terceiro aluno que diga com qual dos dois colegas concorda e por quê?
- Dinâmica poderá ter continuidade com a solicitação de novos argumentos.
- O Professor poderá comentar os argumentos apresentados, e, ao final, todos participam trocando experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais
- .Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e produção de texto.
10-Poema sobre Desigualdade Social- escolha um poema sobre este assunto ou outro , compreensível à realidade do indivíduo nesta etapa do conhecimento em estudo:
- Solicitar a um aluno que destaque, no texto, uma passagem que julgou importante e fale a turma;
- Solicitar a um segundo aluno que explique por que, na sua opinião, o acontecimento destacado pelo colega é importante;
- O professor solicita ao primeiro aluno que diga se a explicação do colega correspondeu, ou não, à importância que ele atribuiu à informação, e por quê?
- Levar os alunos a refletirem sobre os seguintes temas: Desigualdade e Injustiça Social, Exclusão, Autoritarismos, Poder Político, dentre outros.
- A dinâmica poderá ter continuidade, com o destaque de uma nova informação. Professores e alunos poderão comentar experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e produção de texto











