22 de mai. de 2008

BIBLIOTERAPIA

É idéia de cura por meio do livro.
A pessoa numa situação de crise, de luto, de perdas, ao ler um livro, sofre um processo interativo; caso ela se identifique com um ou mais personagens, passa a compartilhar experiências com esse personagem e pode vivenciar na imaginação processos que levam a uma percepção de que é possível dissolver os problemas.

Essa experiência de falar, enxergar a si, compreender a si, através do outro é muito rico e facilita muito as coisas, porque o problema do outro é menos dolorido em mim.

Na pesquisa, da Dra Lucélia, foram selecionadas duas escolas particulares e três públicas e realizados encontros com os professores:

  1. Para colher informações sobre como o assunto morte era tratado nas escolas.
  2. Apresentação dos 36 livros infantis e como eles poderiam ajudar a lidar com o assunto. São obras como “A mulher que matou os peixes”, de Clarice Lispector, “Menina Nina”, do Ziraldo, “Cadê meu avô?”, de Lídia Carvalho, e “A montanha encantada dos cisnes selvagens”, de Rubem Alves.
  3. Discussão sobre viabilidade de um trabalho real naquela escola.
  4. Se a escola quisesse e os professores também, poderia haver um quarto encontro depois de um mês, para dar tempo de digerir e processar todas aquelas informações.

Na prática, os passos são:

  1. O professor deve ler a história, conhecê-la bem.
  2. Lê para a turma.
  3. Os alunos podem ler também.
  4. Discussão dirigida pelo professor e voltada para aquele tema que se quer discutir.
  5. Os alunos produzem um texto, ou um desenho, enfim, que se expressem é o importante.

Os alunos devem encontrar esse canal de acolhimento e de expressão para seus sentimentos.
Por isso livros são tão importantes, se envolvendo com uma história, se reconhecendo num personagem, a pessoa pode descarregar-se emocionalmente.

A criança descobre que as dores que a morte traz são coletivas, não são só dela, reduzindo a sensação de solidão que esses momentos de crise trazem.

E quando ela encontra um professor que quer falar e ouvir sobre aquela dor, sobre o papel daquela morte em sua vida, ela se sente acolhida, relaxa e pode finalmente se expressar.

Fonte: Lucélia Paiva

(Psicóloga, mestre em Ciências pelo Hospital A. C. Camargo, trabalhou no HC por mais de 15 anos e desenvolveu a tese de doutorado pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, valorizando a literatura infantil para tratar da morte com crianças.)

http://www.sinprosp.org.br/

LIÇÕES DE FINITUDE

As pessoas já não admitem mais envelhecer e se afastam do contato com essa finitude natural (o que pensam os velhos, suas angústias e seus medos diante da iminência do fim).

A morte deve servir para ressignificar a vida, é preciso passar por todo processo de luto (sofrimento, desamparo,tristeza...) para crescer.

Para a criança concretizar a situação e se enlutar
é importante ser preciso com as palavras e os conceitos usados:

1. Universalidade- todos um dia vão morrer.

2. Não-funcionalidade do organismo -
a pessoa que morreu não sente mais nada,
seu coração parou de bater e existe agora um corpo inerte.

3.Irreversibilidade- quem morre não volta mais.

Quando a criança perguntar, responda objetivamente se foi o suficiente ela avisa,mudando de assunto ou brincando de alguma coisa; senão vai voltar a perguntar, ou vai encenar algo, ou brincar representando sua dúvida.

Os médicos também se angustiam com a morte, não é fácil lidar com falecimentos diariamente. Deve ser um esforço das famílias e das escolas trazer a morte para a vida e naturalizá-la novamente, lidando com isso mais tranqüilamente no dia a dia.

Lucélia Paiva
(Psicóloga, mestrada em Ciências e doutorada)

Fonte:
http://www.sinprosp.org.br

2 de mai. de 2008

Figura Materna- afetividade

É fundamental trabalhar conceitos como afeto e sensibilidade.

Para reconhecer a figura da mãe com afetividade, a educadora Marília Marques Machado sugere a produção de um texto coletivo:
-Apresente um cartaz com fotos de mulheres de diversas etnias, níveis sócio-econômicos e profissões.
-É importante que as figuras mostrem pessoas em atividade.
-Promova um debate sobre o que é a
mãe, qual a sua importância e o que ela faz.

-Depois os alunos contam como gostariam que fossem suas mães e mandam um recado para elas.
-Anote tudo o que for falado pelas crianças.
-O texto será feito a partir desses comentários espontâneos.
-Cada aluno recebe uma folha com o texto pronto, faz uma ilustração e entrega à pessoa que pretende homenagear.
Outras sugestões:
-promover um recital
-montar um mural com as fotos e a produção dos alunos
-realizar atividades baseadas no livro Se as Coisas Fossem Mães
Os estudantes da Escola Martim Pescador, na Ilha do Governador, RJ, depois de ler este livro, criaram os próprios personagens: a Mãe Televisão, a Mãe Lua, a Mãe Terra, a Mãe Música etc.
Conta a supervisora Vera Wanderley:

"Com a atividade eles perceberam que a figura materna
está em muitas coisas, não importando
se é mãe verdadeira ou postiça,
mãe vovó ou mãe titia"
"Sem falar no pai,
que muitas vezes
também é
mãe."


Você tem o hábito de estudar?

"Quantos professores têm bons hábitos de estudo?
Será que é possível ensinar isso aos estudantes sem dominar os procedimentos?
Estudar é uma técnica que pode ser aprendida,de preferência logo nas séries
iniciais.

Conheça algumas regras básicas para fazer dessa atividade uma grande e prazerosa descoberta.
(Sugestões dos professores Marco Aurélio de Patrício Ribeiro, psicólogo da Universidade Estadual do Vale do Acaraú, em Fortaleza, e Frater Henrique Cristiano José Matos, do Departamento de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e do Instituto São Tomás de Aquino)

1. Leia:
Reconhecer a fonte
Detectar idéias-chave
Armazenar dados
Construir significados
Memorizar os conceitos
Registrar idéias


2. Resuma
Resumo — pequena redação, contém a essência do texto.
Esquema — retrato sintético do assunto, por meio de setas, chaves e colchetes.


3. Pesquise
Complementar informações sobre o tema, em várias fontes, seja na internet ou numa biblioteca.

4. Documente
Após a leitura e a pesquisa escrever fichas sobre o que leu e estudou, para organizar as informações e auxiliar na fixação dos conhecimentos.




Trabalhando a Imagem Materna

O Dia das Mães pode representar um dilema:

-o aluno cria o presente e não têm a quem presentear

-crianças criadas pela avó ou pela tia

-pais separados, com novos parceiros e filhos da primeira, da segunda, da terceira união

-a criança percebe que tem várias mães: a biológica, a madrasta, a nova namorada do pai...

O neuropsicólogo Egídio Romanelli sugere :

-centrar os trabalhos no desenvolvimento da afetividade

-que a criança imagine a figura da mãe como a mulher que cuida dela

-deixar livre a escolha da pessoa homenageada


Fonte
Luciana Zenti
www.ensino.net/novaescola/132_mai00/html/maes.htm

AFETIVIDADE


  • É parte de nossa vida psíquica

  • Interfere no nosso comportamento

  • Compõem-se por dois afetos básicos: o AMOR e o ÓDIO

  • Se expressa através de: EMOÇÕES e SENTIMENTOS

EMOÇÕES



  • raiva, nojo, medo, vergonha, desprezo, tristeza, alegria, empolgação, paixão, atração e outras.

  • Fortes batimentos cardíacos, tremores, risos, choro, lágrimas, expressões faciais, jeito de falar e outras reações orgânicas

  • fortes, fracas, passageiras,duradouras e podem mudar com o tempo

  • têm uma função adaptativa e a uma possibilidade de linguagem

SENTIMENTOS


1 de mai. de 2008

Música- OS SONS DO X

(Melodia de “A barata diz que tem”,
Letra de Lizette Geny Rando)

A letra X diz que tem
quatro sons de arrepiar.

É verdade? É mentira?
Vamos ver e comprovar!
Ra ra ra rê rê rê
Essa eu quero conhecer!

Essa letra diz que tem
Som de s! Som de s!

Que está em: explicar,
m extenso e aproximar.
Ra ra ra, ri ri ri
Esse eu já percebi!

Quem consegue adivinhar
qual o som que o X tem

em: exame, exagerar
quem já sabe vai cantar:
Ra ra rê rê rê
O som dele é de z!

Quando tem som de cs
o X é mesmo engraçado!

Leia: fixo, maxilar;
mas não vá se atrapalhar!
Ra ra ra, ri ri ri
É engraçado e me faz rir!

Uma letra tão versátil
como o X não há igual!
Pois em: roxo e abaixar
Tem o som de ch!
Ra ra ra , rê rê rê
Essa letra eu já sei ler!

O X é mesmo danado,
É danado pra valer!

Variando os seus sons
tenta enganar você!
Ra ra ra, ri ri ri
Ele não vai conseguir!

Com que letra?

As dúvidas ocorrem porque os sons que pronunciamos ao falar
podem ser representados por diferentes letras, dependendo da palavra.

Decidindo com rapidez :
-
consultar o dicionário.
-conhecer as regras da língua



Mas antes precisamos entender como as letras sofrem variações:
- de acordo com a posição que ocupam em cada palavra
(no começo, no meio ou no fim)
- conforme o modo como estão agrupadas: RR, CH, LH, NH


Pode ser a história da palavra, e não uma regra, que justifica sua forma escrita.
Assim acontece com as palavras de origem latina, indígena, árabe ou grega que foram agregadas
à nossa língua.









http://www.klickeducacao.com.br/

29 de abr. de 2008

Consoantes

Em português são geralmente sonoras:
- as vogais
- e as consoantes /b/,/d/,/g/,/v/,/z.


No campo gramatical, são sonoras:
- as vogais, as consoantes líquidas e as nasais;
- as oclusivas e as constritivas formam pares opositivos em que uma consoante sonora se opõe a uma surda:/b/:/p/,/d/:/t/,/g/:/q/,/v/:/f/,/z/:/s/,/j/:/x/;


As consoantes sonoras distinguem-se das surdas por uma articulação fraca ou branda.

Dependendo da região do falante ou do alfabetizando em leitura, o ensurdecimento pode ser também uma marca dialetal ou uma variação lingüística.

O ensurdecimento é um fenômeno que consiste na perda da sonoridade de um fonema sonoro. As sibilantes e chiantes sofrem ensurdecimento antes de consoante surda ou pausa, como na palavra paz, em pa[z] duradoura, pa[s] terrestre.

O que é consoante?

Foneticamente e do ponto de vista articulatório:
som em que a corrente de ar encontra, na cavidade bucal, algum tipo de empecilho, seja total (oclusão), seja parcial (estreitamento).

As consoantes são fonemas de difícil articulação ou produção da fala.
É particularmente difícil de ser articulado, isoladamente.
Quando em sílaba ou expresso em palavra, essa dificuldade é ainda maior.

Por isso, podemos entender por consoante, foneticamente, um tipo de som que funciona nas margens das sílabas, ou seja, som assilábico, não constituindo o núcleo da sílaba, nem podendo formar sozinho uma sílaba.

Com a fonética, podemos melhor entender o nosso dialeto e as razões que levam a um falar diferente, mesmo que estejamos em um mesmo país, como ocorre no Brasil.

No mundo da escola, caberá ao professor do ensino fundamental também se apoderar de conhecimentos da Fonologia.

Não há como o professor ou professora orientar ou corrigir bem alterações ortográficas do seu aluno sem uma base fonológica.
Sem esse conhecimento, o aluno, por sua vez, não dá aquele “estalo” ou “ insigt”, pronto para a leitura inicial.


Vicente Martins
Fonte: Usina de Letras

Fonemas surdos e sonoros

Alguns fonemas são produzidos sem vibração das cordas vocais e são denominados surdos (não têm som de voz).

Os fonemas produzidos com vibração são denominados sonoros (têm som de voz).

Para verificar isso na prática, experimente tocar os dentes superiores no lábio inferior
e assoprar através do espaço que há entre eles. O som resultante disso é o fonema /f/.
O que você ouviu foi o ruído produzido pelo ar ao atravessar esse pequeno espaço entre os dentes e o lábio. É apenas um ruído, não há som da voz. Por esse motivo o fonema /f/ é um fonema surdo.
Os pontos da boca que se tocaram foram os dentes e os lábios, portanto o /f/ é um fonema labiodental.
O obstáculo à passagem do ar foi parcial, por isso o /f/ é um fonema constritivo-fricativo (produz um ruído de fricção).

Agora, toque novamente os dentes superiores no lábio inferior e assopre.
Ao mesmo tempo, emita um som assim: hummm.
Prolongue o sopro e o som para poder perceber o fonema. Esse é o fonema /v/.


Os fonemas /f/ e /v/ são semelhantes porque têm o mesmo ponto e o mesmo modo de articulação, distinguindo-se apenas pela sonoridade.
Costumamos dizer para as crianças que o /f/ não tem "motor" (é um fonema surdo)
e o /v/ tem "motor" (é um fonema sonoro).
É por isso que tantas crianças (e também alguns adultos) confundem esses fonemas e trocam as letras que os representam.

Fonte: IG EDUCAÇÃO

28 de abr. de 2008

Como fazer a reeducação da fala ou da leitura?

Explorar a glote e as cordas ou pregas vocais

GLOTE - é o espaço compreendido entre as pregas vocais e que, durante a respiração (e a articulação das consoantes surdas e das aspiradas), tem forma triangular,
fechando-se na produção das vogais, das consoantes sonoras e dos glides (ou semivogais), quando o fluxo de ar, ao passar através das pregas vocais levemente relaxadas, ocasiona a sua vibração, a que se dá o nome de voz ou sonoridade.

CORDA VOCAL - cada uma das duas pregas que se estende ao longo das paredes da laringe a partir da cartilagem tireóide até a cartilagem aritenóide, relacionada com a produção da voz.

Pedir que a criança coloque a mãozinha na garganta
- sentir as cordas vocais durante a produção das consoantes
- consoantes sonoras (vibram)
- consoantes surdas (não vibram)


Vicente Martins é palestrante, pesquisador na área de dificuldades de aprendizagem relacionadas com a linguagem e professor de Lingüística da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA), em Sobral, Estado do Ceará.

24 de abr. de 2008

HÁ PODER NO AMOR DE MÃE


“ Real grandeza não é encontrada no trono, mas no berço;
porque Deus quer grandes homens, ele cuida para que tenham grandes mães.

Ensinar uma criança a amar a verdade e aborrecer a mentira,
amar a pureza e desprezar a corrupção, amar a Deus e aborrecer o mundo
é maior trabalho do que inventar uma nave capaz de levar o homem à Lua.

Palavras e gestos têm tanto poder que são capazes de influenciar uma criança para o Céu.

Há poder no amor de mãe, maior poder só existe no amor de Deus.
Que Deus abençoe a você mamãe!”

( Pr Itaniel)

17 de abr. de 2008

Presentes prá mamãe, que custam só amor...

O presente do escutar
escute com interesse e atenção
sem interromper
sem planejar sua resposta
O presente do afeto
seja generoso com abraços e beijos
O presente da risada
compartilhe artigos e histórias engraçadas
isto vai dizer "eu adoro rir com você"
O presente de um bilhete manuscrito
com um simples :
"Obrigado pela ajuda"
"te amo"
O presente de um elogio
simples e sincero
O presente de um favor
saia da rotina e faça alguma coisa gentil
O presente da solidão
seja sensível a esses momentos
dê seu apoio incondicional
O presente da fé renovada
ore a Deus pela sua mãe
ore com ela também
reparta com ela um trecho da Bíblia
de confiança e paz ao coração.


12 de abr. de 2008

Caderninho de fotos para a mamãe


1 - Dobrar 3 vezes a folha A4 ao meio.
2 - Abrir a última dobra e grampeá-la ao centro, para ficar um caderninho.
3 - Com a tesoura, cortar as margens das folhas até ficar mesmo um caderninho de folhas soltas.

4 – Fazer um bonito desenho para a capa e para a contracapa (a parte de trás).Pode escrever na capa coisas como:
- Do seu filho (ou: "Do Afonso" - com o teu nome, claro)- Da stua filha (ou: "Da Teresa" - com o teu nome, claro)- Junto ao seu coração- Estamos sempre aqui!
...ou o que achar bem.5. Escolher as fotos que achar mais indicadas, recortá-las nas medidas certas e colá-las nas páginas do seu Caderninho.
6. Pronto, assim a sua mãe vai ter algo seu sempre com ela!

- Se tiver irmãos, podem fazer o caderninho juntos.- Pode ter fotos escolhidas por temas ou com uma organização própria.- Pode recortar as fotos de modos diferentes, umas em quadrado, outras em coração, etc.- Pode escrever também textinhos ou colar algo que seja especial.- Decora o espaço que resta com os marcadores.

Lembrança para a mamãe.

1 Recortar um retângulo em cartolina, na cor preferida, em que caiba a mão da criança.

2.Molhar a mão numa tinta de cor diferente e estampá-la na cartolina.

3.Recortar um coração vermelho em papel de lustroso (ou noutro material).

4.Colar o coração na palma da mão estampada na cartolina
(depois de a tinta estar seca).

5.Escrever no cartão:

______________

(Nome da mamãe)

Prá mamãe fiz esta lembrança

que lhe mostra a minha mão.
Boa amiga e companheira,
É dela meu coração.
______________
(Nome do filho e data)

6.Colocar um fio no cartão para poder pendurá-lo.

7.Oferecê-lo com um abraço e um beijinho.
Com certeza a mamãe ficará muito feliz e vai guardá-lo para sempre.

(adaptado)
http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Fazer&ID=20

Espera-se um filho...


Um ser que no ventre se formou,
Um elo que se entrelaçou,
Um cordão que nunca se cortou,
Um filho gerado, regado, brotado, crescido –
Um fruto do amor
.
Mãe Sara, mesmo com 90 anos de idade,
Deus lhe agraciou...
E teve o seu filho Isaque.
Mãe Rebeca, apesar de estéril, não teve um filho só,
Deus lhe agraciou...
Teve gêmeos – Esaú e Jacó.
Mãe Ana, chorou, implorou, pediu aos céus,
Deus lhe agraciou...
E teve o seu filho Samuel.
Mãe Maria, jovem submissa que a Deus obedeceu com amor,
Foi agraciada!!!
E teve Jesus Cristo, o nosso Senhor.
Mãe...
Mesmo no anonimato,
Você é agraciada por Deus.
Mãe...
Mesmo sendo única,
Tem sentimentos semelhantes aos meus:
Chora;
Se emociona;
Vibra;
Dá risada;
Orgulha-se;
Sofre;
Sorri;
Silencia-se;
Fala demais;
Irrita-se;
Não desiste jamais.
Ama por tudo, ama por nada
Pois "o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais se acaba".

Lina 05/97

1 de abr. de 2008

COISAS QUE NÃO SE DEVE DIZER DO ÍNDIO NO DIA DO ÍNDIO


http://www.fag.edu.br/institucional/indigena/textos/diadoindio.htm

Descoberta
O que aconteceu em 22 de abril de 1500, não foi uma descoberta, mas, sim, uma conquista violentíssima, com conseqüências funestas para os povos originários destas terras.

Índios
Não existem “índios brasileiros”, mas, sim, centenas de povos indígenas divididos e caracterizados por culturas distintas.
Não falar em povo Xavante, Guarani ou Xerente, com modos próprios de ser, mas, apenas e simplesmente, índios; é desumanizar e descaracterizar toda riqueza cultural destes grupos.

Povos do passado
Os povos indígenas, antes de tudo, são povos do presente e devem ser tratados, estudados e pesquisados neste âmbito.

Aculturação
Estas culturas estão sujeitas a acréscimos e reorganizações constantes, como qualquer cultura, o que não quer dizer uma cultura dominada e morta. Por isto muitos não usam penas – usam roupas, e consomem produtos manufaturados em vez de viverem da caça e da pesca.

O que fazer?
O Guarani Luís Euzébio, da comunidade de Brakuí no Rio de Janeiro, diz:
“no dia do índio façam qualquer coisa, mas não fantasiem as crianças de índios e venham para a aldeia sem sequer avisar ou pedir autorização para as lideranças”.

Discutir sobre a temática indígena, e como intervir.
-Quais povos existem no estado?
-Qual sua situação?
-Suas terras são demarcadas?

Recomendações de Leitura:
Essa terra tinha dono
-
FDT Benedito Prezia e Eduardo H.

As veias abertas da América Latina -
Paz e Terra Eduardo Galeano

Ymã, ano mil e quinhentos: relatos e memórias indígenas sobre a conquista – Mercado de LetrasPaulo Humberto Porto Borges

Uirá sai em busca de Deus
Paz e TerraDarcy Ribeiro

Retrato do colonizador precedido pelo retrato do colonizado
Paz e TerraAlbert Memmi

Luta contra a dengue

-Faça a sua mosquiteira- SLIDESHOW



-Saiba como a reconhecer a dengue, sintomas e tratamento- SLIDESHOW

29 de mar. de 2008

Técnica da palavra- Dinâmica



Objetivos:
- Integrar os participantes através das palavras que estejam relacionadas com seu curso
- Sensibilizar os participantes para interessarem em chamar pelo nome
Tempo:
30 minutos
Passos:
a) O professor coloca as fichas no chão e os participantes ao som da música
dançam e circulam a sala;
b) Ao circularem a sala olham para as fichas e esperam o sinal dado pelo professor
c) O professor dá um sinal e todos pegam uma ficha
d) Nesse momento formam grupos por palavras
e) Cada grupo deverá discutir qual o significado dessa palavra no curso
f) Cada grupo apresenta o resultado da discussão;
g) Em seguida,cada grupo escolhe uma pessoa para fazer apresentação
h) No final, o professor faz uma síntese de tudo que foi colocado e apresenta algumas idéia básicas que não foram levantadas nas palavras
Material:
Fita gomada, rádio, CD, ficha com palavras.

• qualidade
• ética
• responsabilidade
• prazer
• Ação

Obs:As dinâmicas serão adaptadas de acordo com a necessidade dos participantes.

http://eloassessoriapedagogica.com/dinamicasdegrupo.htm

28 de mar. de 2008

Como fazer um fantoche de Caixa de Leite

Para fazer esse fantoche você vai precisar de:
  • caixas de leite longa vida
  • lã ou papel crepom
  • folha de papel pardo ou coloridas
  • cola
  • papel sulfite
  • fita crepe ou durex
  • tesoura

1) Lave a caixa de leite e recorte 1 lateral, 1 frente e 1 lateral,


2) Abra-a e dobre como se fosse fantoche, testando, colocando suas mãos na abertura

3) Cole com uma fita crepe as abinhas e encape com papel pardo ou outro tipo de papel.

E na parte interna, cole papel vermelho .

4) Pronto? Ficou assim?

Faça olhinhos, narizinho e boquinha e cole-os.
Cole o cabelinho que pode ser lã ou papel crepom.


5) Você pode incrementar fazendo filhotinhos com caixinhas menores
de remédio ou puro-purê...
ou fazer animaizinhos como sapinhos, ovelhas, etc.

6) Agora treine com o seu fantoche.
As crianças gostam muito disso.


http://linolica.vilabol.uol.com.br/fantoche1.htm

Mais explicações aqui: como movimentar o fantoche.

27 de mar. de 2008

Dia Dos Povos Indígenas


"Convivendo com estereótipos irreais, os povos indígenas continuam buscando sua completa inserção na sociedade brasileira. Nesse sentido, avanços ocorreram em vários setores, como o da Educação, na qual se defende um maior respeito à diversidade cultural e lingüística das populações indígenas brasileiras. Aproveitando o mote do Dia dos Índios, comemorado anualmente no dia 19 de abril, a equipe pedagógica do CRE elaborou um roteiro de sites que contextualizam a questão indígena, além de trazer colaborações para compreender as principais características culturais desses povos."

25 de mar. de 2008

Outono

http://www.ibge.gov.br/7a12/voce_sabia/datas/data.php?id_data=18

Texto em linguagem apropriada para os alunos.
O site traz textos para as datas comemorativas do ano.

Animação- Estações do Ano

Animação que esclarece muito o movimento de translação da Terra e as estações do ano,
veja:


http://revistaescola.abril.com.br/multimidia/animacoes/anima.shtml?182_equinocio_solsticio.swf

Estações do ano no Brasil

A partir do deslocamento do Sol, ao longo da linha de horizonte,
definiu-se o início de cada uma das estações do ano :

  • Equinócio de Primavera (22 e 23 de setembro)
  • Solstício de Verão (22 e 23 de dezembro)
  • Equinócio de Outono (20 e 21 de março)
  • Solstício de Inverno (22 e 23 de junho)
Entretanto, as quatro estações, só existem de fato:
  • na Região Sul,
  • no Estado de São Paulo ,
  • nas regiões serranas de Minas Gerais e do Rio de Janeiro

Na Amazônia não há variação significativa de
temperatura e pluviosidade durante o ano todo,
por isso na prática não há estações do ano.

Nas demais regiões, existem apenas duas estações:

  • a estação chuvosa
  • e a estação seca.

Estações do Ano


http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./educacao/index.php3&conteudo=./educacao/estacoes.html

As estações do ano são consequência das variações da inclinação do eixo da Terra, girando em sua órbita elíptica em torno do sol.

Os nomes foram dados em funções das condições climáticas gerais do período dos habitantes das zonas temperadas, tais como:
Primavera (Do latim: primo vere, no começo do verão). Representa a época primeira, a estação que antecede o Verão.
Verão (Do latim vulgar: veranum, veranuns tempus, tempo primaveril ou primaveral) Semelhante a vernal, isto é, relativo a primavera.
Outono (Do latim: autumno). Usualmente conhecida como o tempo da colheita.
Inverno (Do latim: hibernu, tempus hibernus, tempo hibernal). Associado ao ciclo biológico de alguns animais ao entrar em hibernação e se recolherem durante o período de frio intenso.

Os diferentes arcos de trajeto do Sol ao longo do ano refletem maiores e menores permanências desse astro no céu a cada dia:
Solstício de Verão - período de claridade mais longo do ano.
Solstício de Inverno - menor período de claridade do ano.
Equinócio de Primavera - igual período de claridade e de escuridão.
Equinócio de Outono - igual período de claridade e de escuridão.

24 de mar. de 2008

Dobradura da Pomba

Trabalhando o texto: A Páscoa e seus Símbolos

Com os alunos de 3ª e 4ª série, podemos fazer uma atividade de grupo.
Cada grupo recebe um trecho, sobre um dos símbolos da Páscoa,
dentro do tempo determinado lêem entre si, interpretam o texto.
Depois a profa escolhe uma pessoa de cada grupo para responder:
Exemplo:
PÁSCOA
SÍMBOLO / SIGNIFICADO

cordeiro / Jesus, nosso Salvador

A profa anota na lousa , todos copiam e ilustram no caderno.

Lembrança de Páscoa


Esta idéia da Cris Rocha é muito legal!

"Nessa lembrancinha você vai usar apenas um bombom sonho de valsa, é muito fácil de fazer".

http://edu-infantilcriativa.blogspot.com/2008/03/pscoa.html

21 de mar. de 2008

Dobradura do coelho

Forma básica
"O segredinho é inverter a dobra da cabeça fazer um corte separando as orelhas (pelo vinco do meio da "casquinha"),abrir com delicadeza o lugar dos cortes (ver na foto).Passar um tiquinho de cola por dentro,na altura das orelhas.Não fica lindo?!"


20 de mar. de 2008

A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS

OVOS DE PÁSCOA
Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida.
Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.
A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, se deu com o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra.
COELHO
Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa.
CORDEIRO
No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito.
Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados.
CÍRIO PASCAL
É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz dos povos".
GIRASSOL
Representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.
PÃO E VINHO
O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos.
Jesus na Última Ceia, ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...".
Portanto, o pão e o suco de uva (vinho sem fermentação) são símbolos do corpo e sangue de Cristo.
COLOMBA PASCOAL
O bolo em forma de "pomba da paz" significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.
SINO
No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.
QUARESMA
Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.
ÓLEOS SANTOS
Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para os cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para viverem o evangelho de Jesus Cristo.

http://mundoeducacao.uol.com.br/pascoa/pascoa-crista.htm

História da Páscoa

Para os cristãos

É celebrada a ressurreição de Cristo, ocorrida três dias após sua crucificação, de acordo com o Novo Testamento. Como não se sabe exatamente o dia da ressurreição, comemoramos a páscoa no primeiro domingo depois da lua cheia que ocorre no dia 21 de março ou depois dele, chamada data do equinócio.

Para os judeus, o Pessach (passagem em hebraico), determina o fim da escravidão de quatro séculos no Egito.

Para os grupos pastoris, que viviam na terra de Canaã no segundo milênio antes de Cristo, a festa da Páscoa pedia proteção durante a travessia.No final das chuvas, entre março e abril, eles abandonavam suas terras e viajavam para a região das planícies, mais férteis.

Muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa, como os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da páscoa são vestígios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, posteriormente foram aprendidas pelas celebrações cristãs, depois da cristianização dos pagãos germânicos.

http://www.brasilescola.com/pascoa/pascoa-crista.htm

http://mundoeducacao.uol.com.br/pascoa/historia-pascoa.htm

19 de mar. de 2008

Jogo Ortográfico

Preparação
Escolher previamente as palavras, dentre as que estão sendo estudadas
Ter cartões com as letras das palavras escolhidas
(se quiser, ter letras diferentes também).

Execução
Separar a classe em duas equipes
Em cada rodada chamar alguns de cada equipe
Distribuir as letras entre eles e "cantar" a palavra
A equipe que formar a palavra corretamente ganha um ponto.
(Se alguma letra recebida não fizer parte da palavra, esta pessoa deve ficar fora da formação).

14 de mar. de 2008

Alfabetização

Os níveis estruturais da linguagem escrita podem explicar as diferenças individuais e os diferentes ritmos dos alunos. Segundo Emilia Ferreiro são:

1) Nível Pré-Silábico- não se busca correspondência com o som;
hipóteses estabelecidas em torno do tipo e da quantidade de grafismo.

A criança tenta nesse nível:
· diferenciar entre desenho e escrita
· utilizar no mínimo duas ou três letras para escrever palavras
· reproduzir os traços da escrita (imprensa ou cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar

· percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras diferentes

2) Nível Silábico-

Silábico- compreende que as diferenças na representação escrita está relacionada com o "som" das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma aleatória, usando apenas consoantes, ora apenas vogais, ora letras inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das palavras.

Silábico- Alfabético- convivem as formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.


3)Nível Alfabético- a criança agora entende que:
· a sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode ser separada em unidades menores
· a identificação do som não é garantia da identificação da letra, o que pode gerar as famosas dificuldades ortográficas
· a escrita supõe a necessidade da análise fonética das palavras

6 de mar. de 2008

Pense nisto

"Quanto mais rica a experiência humana,
tanto maior será o material disponível
para a imaginação e a criatividade".

Lev Vygotsky

Tudo que eu devia saber aprendi no Jardim de Infância

Robert Fulghum (adaptado e traduzido por Paulo R. Motta )

A maioria das coisas que eu realmente precisava aprender sobre como viver,
fazer e ser, eu aprendi no Jardim de Infância.
Sapiência não se encontrava no topo da montanha das escolas de pós-graduação, mas no pátio do jardim.

Essas são as coisas que aprendi:
- Compartilhar todas as coisas;

- “Jogue limpo” e não bata nos colegas;

- Não pegue nada que não seja seu;

- Limpe a bagunça que você fez;

- Coloque tudo de volta nos seus lugares;

- Peça desculpas quando você magoar alguém;

- Sempre dê a descarga e lave as mãos, sobretudo, antes das refeições.

- Viva uma vida equilibrada: além de trabalhar, desenhe, pinte, cante e dance um pouco todos os dias. Lembre-se também de que leite frio e biscoitos fresquinhos podem ser bons para você.

- Tire uma soneca à tarde e, quando sair às ruas, cuidado com o trânsito, dêem as mãos e permaneçam juntos.

-
Cultive a imaginação. Lembre-se da semente de feijão que a professora colocava no vaso de água. As raízes cresciam para baixo e as folhas para cima e ninguém sabia explicar por quê. Nós somos parecidos. Os peixinhos do aquário, os passarinhos da gaiola, as sementes do feijão, todos morrem também.

- Recorde-se do grande e melhor conselho da época: Olhe! Olhe ao seu redor! Tudo o que você precisa saber está aí a sua volta.

- As regras de ouro: paz, amor, ecologia e uma vida saudável.

- Imagine como o mundo seria melhor se todos tivessem um lanchinho com leite e biscoitos às 3 da tarde e, em seguida tirassem uma soneca.

- Imagine se fosse política nacional que todos os cidadãos tivessem que limpar a sua própria bagunça e colocar as coisas de volta em seus lugares. Imagine se todos dessem as mãos e permanecessem juntos.

Fonte: Tudo que Eu Devia Saber Aprendi no Jardim de infânciaRobert Fulghum – ed. Best Seller (ISBN 8571239045)

Este texto é um resumo da tese do Dr. Robert Fulghum,transformada em livro que se tornou um best-seller nos Estados Unidos.Escritor Americano, cujos livros estão traduzidos em 27 línguas.É filósofo, teólogo, dedica-se às Artes e é professor numa universidade americana.
Contribuição do
Baú de Idéias

1 de mar. de 2008

Ensinar é...

Ensinar
é um exercício
de imortalidade.
De alguma forma
continuamos a viver
naqueles cujos olhos
aprenderam a ver o mundo
pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, não morre
jamais...

Rubem Alves

26 de fev. de 2008

Tipos de alunos

Para descontrair... !!!

Tem o aluno religioso: sempre que ele vem ,você diz -"pelo amor de Deus!"

Tem o aluno matemático: ele sempre te faz contar até dez pra não perder a paciência...

Tem o aluno relojoeiro: ele sempre está desmontando alguma coisa ...

Tem o aluno atleta: sempre está correndo e pulando os obstáculos...

Tem o aluno lixeiro: ele não sai do lixo, apontando os lápis ...

Tem o aluno detetive: aquele que fuça em tudo que não é dele ...

Tem o aluno músico: ele sempre está batucando na mesa ...

Tem o aluno hipocondríaco: ele sempre inventa alguma doença pra faltar ...

Tem o aluno leiteiro: ele só aparece quando chega o leite...

Tem o aluno " homem invisível": ele sempre está no meio da bagunça, mas nunca ninguém viu ...

Tem o aluno "tropa de elite" : te faz pensar em desistir todos os dias ....

Tem o aluno "gerente": cuida da vida de todo mundo ...

Tem o aluno "anticristo": ele inferniza todos os seus dias ...

Tem o aluno psicólogo: sempre vem te falar o que os outros estão sentindo ...

Tem o aluno sombra: não desgruda nunca de você ...

Tem o aluno astronauta: está sempre no mundo da lua ...

Tem o aluno catavento: roda, roda, mas não chega a lugar algum ...

Tem a aluna noiva: chega sempre atrasada ...

(Retirado de um tópico da Comunidade do Orkut Trabalho com Educação...)

4 de fev. de 2008

Jogo do Labirinto

Para fazer um belo gol nesse campo de futebol, é preciso estar afiado na tabuada. Elaborado pelo matemático Antonio Carlos Lopes Bigode, esse desafio coloca em jogo as propriedades da multiplicação.

http://revistaescola.abril.com.br/multimidia/pag_jogos/gal_jogos_267978.shtml

Maiores detalhes na edição de janeiro/2008 da Revista Nova Escola

27 de jan. de 2008

BARALHO DA TABUADA




Objetivos:

Fixar fatos fundamentais

Participar adequadamente de atividade grupal

Preparação:

Colar em papel cartão as cartas, recortar e plastificar.

Modo de jogar:

Podem participar de 2 a 4 jogadores.

Distribuir as cartas igualmente entre os jogadores

O grupo escolhe a ordem de participação dos jogadores.

Inicia-se o jogo com o 1º jogador colocando uma carta sobre a mesa.

O próximo jogador deve colocar a carta que tem a resposta nos cantos,

se não tiver, passa a vez

Vencerá quem primeiro descartar todas as suas cartas.

UTILIZAÇÃO DE JOGOS

Por quê? – Além do aspecto lúdico, o jogo propicia situações que, podendo ser comparadas a problemas, exigem soluções vivas, originais, rápidas.

Quando? - Uma vez por semana, pelo menos durante um mês, para que os alunos se apropriem do jogo, de suas regras e dos conhecimentos matemáticos nele envolvidos.

Como aplicar? Opções:

  • Dividir a classe em dois grandes grupos.
  • Formar um pequeno grupo para jogar com o professor e depois cada um dos componentes será responsável para ensinar outro grupo de colegas.
  • Dar as instruções para o grupo ler.

E depois? “volta à calma

  • Conversa sobre o jogo -Como foi jogar? Quem gostou e por quê? Quem não gostou? Todos jogaram adequadamente? O que poderia ser melhor?
  • Reforçar valores (cooperação, vencedor, perdedor, seguir as regras combinadas).
  • Relatórios escritos.

Como agir na hora da briga

  • Separe os envolvidos do grupo
  • Não tome partido
  • Espere alguns momentos até que as crianças se acalmem e converse separadamente com cada uma
  • Incentive cada um dos alunos a expor seus sentimentos
  • Estimule o aluno a pensar no que o outro pode ter sentido
  • Pergunte o que ele poderia fazer para evitar o conflito
  • Coloque os dois frente a frente e refaça as perguntas
  • Peça-lhes que sugiram uma solução para que o fato não ocorra novamente
  • Se os dois consentirem, use o episódio como exemplo para a classe toda aprender com a experiência.

(NOVA ESCOLA ano XVIII Nº168- Cássia de Souza)

Dinâmica de grupo para Inclusão

O TERREMOTO – INCLUSÃO

Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um)
Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar
Desenvolvimento: Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:
1 - MORADOR!!- Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
2 - PAREDE!!- Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.
3 - TERREMOTO!!- Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...

Conclusão:

Como se sentiram os que ficaram sem casa?
Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio?
Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?

Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica,
já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!

Dinâmica para Socialização

Nem o meu, nem o seu, o nosso- PARA FORMAR GRUPO

Objetivo: Propiciar um clima de descontração e integração entre os participantes do grupo.
Material necessário: aparelho para ouvir CD
Descrição da dinâmica:
1. Grupo espalhado pela sala, de pé.
2. Pedir que todos se movimentem pela sala de acordo com a música, explorando os movimentos do corpo. Pôr música com ritmo cadenciado. Tempo.
3. Parar a música. Solicitar que formem dupla com a pessoa mais próxima e que, de braços dados, continuem a se movimentar no mesmo ritmo, procurando um passo comum, quando a música recomeçar.
4. Após um tempo, formar quartetos, e assim sucessivamente, até que todo o grupo esteja se movimentando junto, no mesmo passo.
5.Pedir que se espalhem novamente pela sala, parando num lugar e fechando os olhos.
6. Solicitar que respirem lentamente, até que se acalmem.
7. Abrir os olhos, sentar em círculo.

8. Plenário - refletir sobre os seguintes pontos:
- O que pôde perceber com esta atividade?
- Que dificuldades encontrou na realização da dinâmica?
- Como está se sentindo?


Comentários:
Este é um trabalho leve e de muita alegria. O grupo se movimenta de forma descontraída, o que cria um clima propício para se trabalhar a integração entre os componentes. Pode ser enriquecido e acrescido de novas solicitações.
A atividade propicia, também, uma reflexão sobre a identidade do grupo, as diferenças de ritmo entre os participantes, a facilidade ou a dificuldade com que alcançam a harmonia, chegando a um passo comum.
O facilitador pode explorar a atividade, criando movimentos e formas que desafiem o ritmo grupal.


Fonte: Projeto Memorial Pirajá.

26 de jan. de 2008

JOGO Tirando do prato

- Material: pratos de papelão ou isopor (um para cada criança), material de contagem (ex.: 20 para cada criança), dado.

- Aplicação: os jogadores começam com 20 objetos dentro do prato e revezam-se jogando o dado, retirando as peças, quantas indicadas pela quantidade que nele aparece. Vence quem esvaziar seu prato primeiro.

Veja mais jogos: http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com/

25 de jan. de 2008

Construindo a Educação


“Assim como não se levanta um prédio sem plantas e cálculos, não se constrói educação sem planejamento. A fórmula para planejar é bem simples:
  1. Definir os objetivos, de acordo com os interesses e as possibilidades do aluno.
  2. Depois o caminho para alcançá-los, com materiais, espaços, técnicas e tempo disponíveis.
  3. Entre o primeiro e o último ponto é preciso caminhar muito, mas quem faz o percurso encontra a chave do sucesso.”

(Fonte:Nova Escola Ano XIV nº126 por Adriana Vera e Silva)

17 de jan. de 2008

Dicas para professores iniciantes


Às vésperas da primeira aula,
podem aparecer reações desagradáveis,
como ansiedade e medo, porém as emoções
vão se modificando à medida que você vai se preparando.

Planeje detalhadamente as aulas
Conteúdo: O que vai pôr no quadro e o que e vai dizer.
Varie as estratégias:
Faça os alunos se mexerem de vez em quando
Pergunte
Trabalhe em dupla ou em grupo.
Dirija-se a um aluno específico
Ensaie
Dê a aula antes:
para ninguém,
para o espelho,
para um conhecido.
grave-se ou filme-se
Procure variar o tom de voz.
Repita e/ou enfatize com a voz algumas passagens mais importantes.

Prepare-se emocionalmente
Emoções geralmente contém uma mensagem.

Ajuste as expectativastorne-se confiável.
Saiba o conteúdo e mais um pouco.
Diga quando sabe, quando não tem certeza e quando não sabe.

Segure as rédeas da turma- você é a autoridade
Se alguém conversar alto e você não fizer nada,
abre caminho para que aconteça de novo.
Construa um bom relacionamento com a turma e com os alunos

Coloque-se no lugar do aluno
Visualize-se sentado numa das carteiras
Lembre-se de suas próprias experiências

Melhore-se
Leia e procure aplicar as idéias de livros de didática.
Haverá sempre algo a mais para se aprender com:
-colegas - consigo mesmo - coordenador - alunos.


Autor : Virgílio Vasconcelos Artigo completo no site:

14 de jan. de 2008

Jogo do camaleão

Este jogo necessita de um espaço relativamente plano, delimitado e onde exista uma parede ou muro. Jogam pelo menos seis crianças.
Coloca-se uma criança (camaleão) junto à parede, virada para ela e de olhos tapados pelas mãos. As restantes crianças estão colocadas à vontade, a uma distância de cerca de dez metros.
Ao sinal de início do jogo, as crianças perguntam em coro àquela que está junto da parede: “Camaleão, de que cor?” . O camaleão responde dizendo uma cor, por exemplo, o azul.
Mal diz a cor, neste exemplo, o azul, o camaleão vira-se e começa a correr atrás dos colegas, que fogem.
Ao fugir, as crianças procuram um objecto da cor escolhida e tocam nele, a fim de se livrar. Neste caso, o camaleão não as pode caçar. Só pode caçar aquelas crianças que ainda não se livraram, ou seja, não tocaram na cor escolhida.
Se o camaleão tocar em alguém antes de se livrar, este passa a ser o novo camaleão.
Se o camaleão não conseguir caçar ninguém, continua nesta função.
De referir que, quando as crianças fazem a pergunta: “Camaleão, de que cor?”, e este responde “cor de burro quando foge”, as crianças ficam quietas, não podendo fugir. Aquela que se mexer perde e passa a ser o novo camaleão.

Fonte: http://www.prof2000.pt/users/cfpoa/jogosinfantis/Index.htm
Pesquisa feita através de http://caderno-de-actividades.blogspot.com/