20 de mar. de 2008

A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS

OVOS DE PÁSCOA
Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida.
Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.
A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, se deu com o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra.
COELHO
Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa.
CORDEIRO
No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito.
Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados.
CÍRIO PASCAL
É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz dos povos".
GIRASSOL
Representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.
PÃO E VINHO
O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos.
Jesus na Última Ceia, ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: "Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...".
Portanto, o pão e o suco de uva (vinho sem fermentação) são símbolos do corpo e sangue de Cristo.
COLOMBA PASCOAL
O bolo em forma de "pomba da paz" significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.
SINO
No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.
QUARESMA
Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.
ÓLEOS SANTOS
Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para os cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para viverem o evangelho de Jesus Cristo.

http://mundoeducacao.uol.com.br/pascoa/pascoa-crista.htm

História da Páscoa

Para os cristãos

É celebrada a ressurreição de Cristo, ocorrida três dias após sua crucificação, de acordo com o Novo Testamento. Como não se sabe exatamente o dia da ressurreição, comemoramos a páscoa no primeiro domingo depois da lua cheia que ocorre no dia 21 de março ou depois dele, chamada data do equinócio.

Para os judeus, o Pessach (passagem em hebraico), determina o fim da escravidão de quatro séculos no Egito.

Para os grupos pastoris, que viviam na terra de Canaã no segundo milênio antes de Cristo, a festa da Páscoa pedia proteção durante a travessia.No final das chuvas, entre março e abril, eles abandonavam suas terras e viajavam para a região das planícies, mais férteis.

Muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa, como os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da páscoa são vestígios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, posteriormente foram aprendidas pelas celebrações cristãs, depois da cristianização dos pagãos germânicos.

http://www.brasilescola.com/pascoa/pascoa-crista.htm

http://mundoeducacao.uol.com.br/pascoa/historia-pascoa.htm

19 de mar. de 2008

Jogo Ortográfico

Preparação
Escolher previamente as palavras, dentre as que estão sendo estudadas
Ter cartões com as letras das palavras escolhidas
(se quiser, ter letras diferentes também).

Execução
Separar a classe em duas equipes
Em cada rodada chamar alguns de cada equipe
Distribuir as letras entre eles e "cantar" a palavra
A equipe que formar a palavra corretamente ganha um ponto.
(Se alguma letra recebida não fizer parte da palavra, esta pessoa deve ficar fora da formação).

14 de mar. de 2008

Alfabetização

Os níveis estruturais da linguagem escrita podem explicar as diferenças individuais e os diferentes ritmos dos alunos. Segundo Emilia Ferreiro são:

1) Nível Pré-Silábico- não se busca correspondência com o som;
hipóteses estabelecidas em torno do tipo e da quantidade de grafismo.

A criança tenta nesse nível:
· diferenciar entre desenho e escrita
· utilizar no mínimo duas ou três letras para escrever palavras
· reproduzir os traços da escrita (imprensa ou cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar

· percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras diferentes

2) Nível Silábico-

Silábico- compreende que as diferenças na representação escrita está relacionada com o "som" das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma aleatória, usando apenas consoantes, ora apenas vogais, ora letras inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das palavras.

Silábico- Alfabético- convivem as formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.


3)Nível Alfabético- a criança agora entende que:
· a sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode ser separada em unidades menores
· a identificação do som não é garantia da identificação da letra, o que pode gerar as famosas dificuldades ortográficas
· a escrita supõe a necessidade da análise fonética das palavras

6 de mar. de 2008

Pense nisto

"Quanto mais rica a experiência humana,
tanto maior será o material disponível
para a imaginação e a criatividade".

Lev Vygotsky

Tudo que eu devia saber aprendi no Jardim de Infância

Robert Fulghum (adaptado e traduzido por Paulo R. Motta )

A maioria das coisas que eu realmente precisava aprender sobre como viver,
fazer e ser, eu aprendi no Jardim de Infância.
Sapiência não se encontrava no topo da montanha das escolas de pós-graduação, mas no pátio do jardim.

Essas são as coisas que aprendi:
- Compartilhar todas as coisas;

- “Jogue limpo” e não bata nos colegas;

- Não pegue nada que não seja seu;

- Limpe a bagunça que você fez;

- Coloque tudo de volta nos seus lugares;

- Peça desculpas quando você magoar alguém;

- Sempre dê a descarga e lave as mãos, sobretudo, antes das refeições.

- Viva uma vida equilibrada: além de trabalhar, desenhe, pinte, cante e dance um pouco todos os dias. Lembre-se também de que leite frio e biscoitos fresquinhos podem ser bons para você.

- Tire uma soneca à tarde e, quando sair às ruas, cuidado com o trânsito, dêem as mãos e permaneçam juntos.

-
Cultive a imaginação. Lembre-se da semente de feijão que a professora colocava no vaso de água. As raízes cresciam para baixo e as folhas para cima e ninguém sabia explicar por quê. Nós somos parecidos. Os peixinhos do aquário, os passarinhos da gaiola, as sementes do feijão, todos morrem também.

- Recorde-se do grande e melhor conselho da época: Olhe! Olhe ao seu redor! Tudo o que você precisa saber está aí a sua volta.

- As regras de ouro: paz, amor, ecologia e uma vida saudável.

- Imagine como o mundo seria melhor se todos tivessem um lanchinho com leite e biscoitos às 3 da tarde e, em seguida tirassem uma soneca.

- Imagine se fosse política nacional que todos os cidadãos tivessem que limpar a sua própria bagunça e colocar as coisas de volta em seus lugares. Imagine se todos dessem as mãos e permanecessem juntos.

Fonte: Tudo que Eu Devia Saber Aprendi no Jardim de infânciaRobert Fulghum – ed. Best Seller (ISBN 8571239045)

Este texto é um resumo da tese do Dr. Robert Fulghum,transformada em livro que se tornou um best-seller nos Estados Unidos.Escritor Americano, cujos livros estão traduzidos em 27 línguas.É filósofo, teólogo, dedica-se às Artes e é professor numa universidade americana.
Contribuição do
Baú de Idéias

1 de mar. de 2008

Ensinar é...

Ensinar
é um exercício
de imortalidade.
De alguma forma
continuamos a viver
naqueles cujos olhos
aprenderam a ver o mundo
pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, não morre
jamais...

Rubem Alves

26 de fev. de 2008

Tipos de alunos

Para descontrair... !!!

Tem o aluno religioso: sempre que ele vem ,você diz -"pelo amor de Deus!"

Tem o aluno matemático: ele sempre te faz contar até dez pra não perder a paciência...

Tem o aluno relojoeiro: ele sempre está desmontando alguma coisa ...

Tem o aluno atleta: sempre está correndo e pulando os obstáculos...

Tem o aluno lixeiro: ele não sai do lixo, apontando os lápis ...

Tem o aluno detetive: aquele que fuça em tudo que não é dele ...

Tem o aluno músico: ele sempre está batucando na mesa ...

Tem o aluno hipocondríaco: ele sempre inventa alguma doença pra faltar ...

Tem o aluno leiteiro: ele só aparece quando chega o leite...

Tem o aluno " homem invisível": ele sempre está no meio da bagunça, mas nunca ninguém viu ...

Tem o aluno "tropa de elite" : te faz pensar em desistir todos os dias ....

Tem o aluno "gerente": cuida da vida de todo mundo ...

Tem o aluno "anticristo": ele inferniza todos os seus dias ...

Tem o aluno psicólogo: sempre vem te falar o que os outros estão sentindo ...

Tem o aluno sombra: não desgruda nunca de você ...

Tem o aluno astronauta: está sempre no mundo da lua ...

Tem o aluno catavento: roda, roda, mas não chega a lugar algum ...

Tem a aluna noiva: chega sempre atrasada ...

(Retirado de um tópico da Comunidade do Orkut Trabalho com Educação...)

4 de fev. de 2008

Jogo do Labirinto

Para fazer um belo gol nesse campo de futebol, é preciso estar afiado na tabuada. Elaborado pelo matemático Antonio Carlos Lopes Bigode, esse desafio coloca em jogo as propriedades da multiplicação.

http://revistaescola.abril.com.br/multimidia/pag_jogos/gal_jogos_267978.shtml

Maiores detalhes na edição de janeiro/2008 da Revista Nova Escola

27 de jan. de 2008

BARALHO DA TABUADA




Objetivos:

Fixar fatos fundamentais

Participar adequadamente de atividade grupal

Preparação:

Colar em papel cartão as cartas, recortar e plastificar.

Modo de jogar:

Podem participar de 2 a 4 jogadores.

Distribuir as cartas igualmente entre os jogadores

O grupo escolhe a ordem de participação dos jogadores.

Inicia-se o jogo com o 1º jogador colocando uma carta sobre a mesa.

O próximo jogador deve colocar a carta que tem a resposta nos cantos,

se não tiver, passa a vez

Vencerá quem primeiro descartar todas as suas cartas.

UTILIZAÇÃO DE JOGOS

Por quê? – Além do aspecto lúdico, o jogo propicia situações que, podendo ser comparadas a problemas, exigem soluções vivas, originais, rápidas.

Quando? - Uma vez por semana, pelo menos durante um mês, para que os alunos se apropriem do jogo, de suas regras e dos conhecimentos matemáticos nele envolvidos.

Como aplicar? Opções:

  • Dividir a classe em dois grandes grupos.
  • Formar um pequeno grupo para jogar com o professor e depois cada um dos componentes será responsável para ensinar outro grupo de colegas.
  • Dar as instruções para o grupo ler.

E depois? “volta à calma

  • Conversa sobre o jogo -Como foi jogar? Quem gostou e por quê? Quem não gostou? Todos jogaram adequadamente? O que poderia ser melhor?
  • Reforçar valores (cooperação, vencedor, perdedor, seguir as regras combinadas).
  • Relatórios escritos.

Como agir na hora da briga

  • Separe os envolvidos do grupo
  • Não tome partido
  • Espere alguns momentos até que as crianças se acalmem e converse separadamente com cada uma
  • Incentive cada um dos alunos a expor seus sentimentos
  • Estimule o aluno a pensar no que o outro pode ter sentido
  • Pergunte o que ele poderia fazer para evitar o conflito
  • Coloque os dois frente a frente e refaça as perguntas
  • Peça-lhes que sugiram uma solução para que o fato não ocorra novamente
  • Se os dois consentirem, use o episódio como exemplo para a classe toda aprender com a experiência.

(NOVA ESCOLA ano XVIII Nº168- Cássia de Souza)

Dinâmica de grupo para Inclusão

O TERREMOTO – INCLUSÃO

Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um)
Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar
Desenvolvimento: Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:
1 - MORADOR!!- Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
2 - PAREDE!!- Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.
3 - TERREMOTO!!- Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...

Conclusão:

Como se sentiram os que ficaram sem casa?
Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio?
Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade?

Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica,
já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!

Dinâmica para Socialização

Nem o meu, nem o seu, o nosso- PARA FORMAR GRUPO

Objetivo: Propiciar um clima de descontração e integração entre os participantes do grupo.
Material necessário: aparelho para ouvir CD
Descrição da dinâmica:
1. Grupo espalhado pela sala, de pé.
2. Pedir que todos se movimentem pela sala de acordo com a música, explorando os movimentos do corpo. Pôr música com ritmo cadenciado. Tempo.
3. Parar a música. Solicitar que formem dupla com a pessoa mais próxima e que, de braços dados, continuem a se movimentar no mesmo ritmo, procurando um passo comum, quando a música recomeçar.
4. Após um tempo, formar quartetos, e assim sucessivamente, até que todo o grupo esteja se movimentando junto, no mesmo passo.
5.Pedir que se espalhem novamente pela sala, parando num lugar e fechando os olhos.
6. Solicitar que respirem lentamente, até que se acalmem.
7. Abrir os olhos, sentar em círculo.

8. Plenário - refletir sobre os seguintes pontos:
- O que pôde perceber com esta atividade?
- Que dificuldades encontrou na realização da dinâmica?
- Como está se sentindo?


Comentários:
Este é um trabalho leve e de muita alegria. O grupo se movimenta de forma descontraída, o que cria um clima propício para se trabalhar a integração entre os componentes. Pode ser enriquecido e acrescido de novas solicitações.
A atividade propicia, também, uma reflexão sobre a identidade do grupo, as diferenças de ritmo entre os participantes, a facilidade ou a dificuldade com que alcançam a harmonia, chegando a um passo comum.
O facilitador pode explorar a atividade, criando movimentos e formas que desafiem o ritmo grupal.


Fonte: Projeto Memorial Pirajá.

26 de jan. de 2008

JOGO Tirando do prato

- Material: pratos de papelão ou isopor (um para cada criança), material de contagem (ex.: 20 para cada criança), dado.

- Aplicação: os jogadores começam com 20 objetos dentro do prato e revezam-se jogando o dado, retirando as peças, quantas indicadas pela quantidade que nele aparece. Vence quem esvaziar seu prato primeiro.

Veja mais jogos: http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com/

25 de jan. de 2008

Construindo a Educação


“Assim como não se levanta um prédio sem plantas e cálculos, não se constrói educação sem planejamento. A fórmula para planejar é bem simples:
  1. Definir os objetivos, de acordo com os interesses e as possibilidades do aluno.
  2. Depois o caminho para alcançá-los, com materiais, espaços, técnicas e tempo disponíveis.
  3. Entre o primeiro e o último ponto é preciso caminhar muito, mas quem faz o percurso encontra a chave do sucesso.”

(Fonte:Nova Escola Ano XIV nº126 por Adriana Vera e Silva)

17 de jan. de 2008

Dicas para professores iniciantes


Às vésperas da primeira aula,
podem aparecer reações desagradáveis,
como ansiedade e medo, porém as emoções
vão se modificando à medida que você vai se preparando.

Planeje detalhadamente as aulas
Conteúdo: O que vai pôr no quadro e o que e vai dizer.
Varie as estratégias:
Faça os alunos se mexerem de vez em quando
Pergunte
Trabalhe em dupla ou em grupo.
Dirija-se a um aluno específico
Ensaie
Dê a aula antes:
para ninguém,
para o espelho,
para um conhecido.
grave-se ou filme-se
Procure variar o tom de voz.
Repita e/ou enfatize com a voz algumas passagens mais importantes.

Prepare-se emocionalmente
Emoções geralmente contém uma mensagem.

Ajuste as expectativastorne-se confiável.
Saiba o conteúdo e mais um pouco.
Diga quando sabe, quando não tem certeza e quando não sabe.

Segure as rédeas da turma- você é a autoridade
Se alguém conversar alto e você não fizer nada,
abre caminho para que aconteça de novo.
Construa um bom relacionamento com a turma e com os alunos

Coloque-se no lugar do aluno
Visualize-se sentado numa das carteiras
Lembre-se de suas próprias experiências

Melhore-se
Leia e procure aplicar as idéias de livros de didática.
Haverá sempre algo a mais para se aprender com:
-colegas - consigo mesmo - coordenador - alunos.


Autor : Virgílio Vasconcelos Artigo completo no site:

14 de jan. de 2008

Jogo do camaleão

Este jogo necessita de um espaço relativamente plano, delimitado e onde exista uma parede ou muro. Jogam pelo menos seis crianças.
Coloca-se uma criança (camaleão) junto à parede, virada para ela e de olhos tapados pelas mãos. As restantes crianças estão colocadas à vontade, a uma distância de cerca de dez metros.
Ao sinal de início do jogo, as crianças perguntam em coro àquela que está junto da parede: “Camaleão, de que cor?” . O camaleão responde dizendo uma cor, por exemplo, o azul.
Mal diz a cor, neste exemplo, o azul, o camaleão vira-se e começa a correr atrás dos colegas, que fogem.
Ao fugir, as crianças procuram um objecto da cor escolhida e tocam nele, a fim de se livrar. Neste caso, o camaleão não as pode caçar. Só pode caçar aquelas crianças que ainda não se livraram, ou seja, não tocaram na cor escolhida.
Se o camaleão tocar em alguém antes de se livrar, este passa a ser o novo camaleão.
Se o camaleão não conseguir caçar ninguém, continua nesta função.
De referir que, quando as crianças fazem a pergunta: “Camaleão, de que cor?”, e este responde “cor de burro quando foge”, as crianças ficam quietas, não podendo fugir. Aquela que se mexer perde e passa a ser o novo camaleão.

Fonte: http://www.prof2000.pt/users/cfpoa/jogosinfantis/Index.htm
Pesquisa feita através de http://caderno-de-actividades.blogspot.com/

10 de jan. de 2008

Nosso 1º aninho de vida!

Baú das Dobraduras


http://baudasdobraduras.blogspot.com/

Este blog é atraente e bastante útil em nosso trabalho, traz :
  • muitas sugestões
  • exemplos de atividades
  • diagramas
  • fundamentação teórica
A autora, Ivanise Corrêa Rezende Meyer, diz:

Uso o origami

nas minhas aulas com as crianças

e para decorar minha sala.

Considero o origami uma arte.”