30 de jan. de 2007

Incentivando a Auto-Estima

Apresentar uma caixa com tampa, decorada e atraente dizendo que dentro dela tem o que existe de mais precioso, de mais importante, um verdadeiro tesouro.
Propor, então, uma brincadeira onde cada um terá que olhar o que tem dentro da caixa, ver qual é este tesouro e manter segredo ·
Dentro da caixa deve conter um espelho, bem no fundo, do tamanho exato da mesma. No momento em que a criança for olhar o tesouro verá refletida sua própria imagem.
Ficar atento a cada reação individual ao deparar-se com a própria imagem. É fundamental criar um clima de muito interesse provocando sempre: Qual será este tesouro?
Após todos terem visto, abrir a conversa informal.
"O que vocês viram dentro da caixa? Descobriram o tesouro?"
Aproveitar cada resposta dos alunos, orientando-os quando necessário, mas propiciando que se expressem. A conversa deve fluir até o ponto em que os alunos percebam que eles são o tesouro – cada um deles – por isso não poderiam contar o segredo – pois todos somos únicos – Ninguém é igual a ninguém.

Fizemos esta dinâmica no nosso 1º dia de aula deste ano e depois cantamos Milagre da vida, foi muito bom!

29 de jan. de 2007


Wilma Gramkow (ao centro), aos 72 anos, rodeada pelos professores da Universidade de Hamburgo, celebra a defesa de sua tese doutoral. A despeito do avanço do câncer e da quimioterapia ela recusou desistir do sonho de obter um grau doutoral. [Foto: Anja Schaebe/ANN]

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22 de jan. de 2007

Trabalhar em grupo funciona?


Depende, tenho experimentado e gostado desta experiência, mas precisamos ensinar como se faz, supervisionar e avaliar .
Devem ser grupos de no máximo quatro componentes e cada um com sua função específica, trabalhando temas que podem ser subdivididos, como um quebra-cabeça em que cada um tem uma peça para acrescentar.

Então a atividade é grupal, mas cada componente terá sua nota individual, baseada no resultado final do trabalho e seu envolvimento.

18 de jan. de 2007

Um tempo para ser feliz



Dê um tempo para trabalhar
Este é o preço do sucesso

Dê um tempo para pensar
Esta é a fonte do poder

Dê um tempo para brincar
Este é o segredo da juventude

Dê um tempo para ler
Esta é a base do conhecimento

Dê um tempo para desfrutar
Entre os seus entes queridos
Esta é a fonte da felicidade

Dê um tempo para amar
Este é o sacramento da vida

Dê um tempo para sonhar
Por ele a alma estará perto das estrelas

Dê um tempo para rir
Assim os problemas serão mais leves

Dê um tempo para orar
E encontrará a paz do seu coração

Dê um tempo para planejar
Porque o planejamento é o segredo
Para conquistar todo o tempo
Para tudo que foi dito antes.

(Fonte e autor desconhecidos)


8 de jan. de 2007

Dobraduras e matemática


Ao propor uma atividade de dobradura em sua classe, ressalte os nomes e as características das figuras geométricas utilizadas; questione o que seus alunos conhecem das figuras e como imaginam que ficarão após uma dobra.
(A Arte Da Matemática - Ivonildes Milan, Isabel Cristina Guerra, Daniela Padovan)

Dobrando o papel, executamos verdadeiros atos geométricos, pois construímos: retas, ângulos, polígonos, poliedros, figuras bidimensionais e tridimensionais, sem o uso de compasso, tesoura e cola.
Além de toda a exploração geométrica, é possível ainda, desenvolver noções de proporcionalidade, frações, aritmética, entre outras, com a vantagem de envolver o lúdico, a manipulação e o prazer de aprender.

“A Matemática é uma ciência bela, que mostra a estética do raciocínio
e dos padrões numéricos e geométricos.”

(A geometria das dobraduras: trabalhando o lúdico e ressignificando saberes - Miriam Benedetti Narvaz, Aurea Isabel Machado, Janete Costa de Souza e Márcia E.R. de Lucena)

"Tanta informação me deixa doida!"




Atualmente não podemos pretender conhecer tudo o que existe, há uma enorme quantidade de informações circulando, precisamos aprender a selecioná-las e nos deter nas que realmente necessitamos.
Difícil tarefa!

6 de jan. de 2007

Estimulando o gosto de ler

  1. Converse com a criança e descubra que tipo de história ela mais gosta.
  2. Deixe que ela veja você lendo. Se fizer isso sutilmente, será melhor ainda.
  3. Ao ler o livro, procure demonstrar as emoções do que está lendo, rindo, fazendo comentários baixinho como se estivesse falando sozinho etc. Isso vai deixá-la curiosa.
  4. Ao perceber que, você gosta da mesma coisa que ela, sua auto-confiança, vai receber uma alta dose de força extra.
  5. Quando terminar de ler, não lhe ofereça o livrinho. coloque-o em lugar visível, e converse com ela sobre outros assuntos e por fim sobre histórias, do tema que ela prefere, então comente o que acabou de ler.
  6. Como isso é feito por partes, a pressa pode estragar tudo.
  7. Em outra ocasião, diga que comprou um livro para ela ver, e que é muito bom.
  8. Importante: Em momento algum obrigue-a a ler. Dê-lhe o livrinho e pronto.
  9. De posse do livro, após tê-lo folheado, use então o argumento mágico: PEÇA QUE ELA LEIA O LIVRINHO DELA PARA VOCÊ! Demonstre que tem total confiança nela e também que tem interesse no livro.
  10. Você pode interromper para fazer algum comentário com relação a história.
  11. Também, antes de começar, diga-lhe que se tiver alguma dúvida sobre o significado das palavras, que pergunte.
  12. Finalmente, seja paciente e nunca a corrija, diga apenas que não entendeu direito, algum parágrafo, etc.
  13. Ao perceber que ela está cansada, peça para fazer uma pausa.
  14. Comente com ela a história que foi lida e diga que gostou muito
  15. Dê a sugestão que ela deve ler quando estiver com vontade.
  16. Deixe o livro em local visível e acessível
  17. Incite-a outras vezes para que leia, sem forçar ou exigir. Faça isso em tom de comentário.

Assim, a semente do hábito da leitura foi plantada de forma simples, natural e harmoniosa, como tudo que é verdadeiro deve ser.

Sugestão de Alberto Filho
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Profissonal Indispensável



Características que valorizam o Professor(a) Nos dias atuais.

1 EXPERIÊNCIA ANTERIOR

2. CONHECIMENTO DE INFORMÁTICA
- operar um computador e utilizá-lo para enriquecer as aulas

3. LEITURA VARIADA
-Ser bem informado ( formação cultural e obras sobre Educação)

4. ATUALIZAÇÃO CONSTANTE
- Realização de cursos ou participação em congressos e seminários

5. POSTURA PESSOAL
- capacidade de trabalhar em equipe

6. DOMÍNIO DE CLASSE
-saber estabelecer regras junto com sua turma e aplicá-las de maneira justa e democrática

7. CARACTERÍSTICAS PESSOAIS
- criatividade, dinamismo, flexibilidade e capacidade de adaptar-se a mudanças.

8. DOMÍNIO DE LÍNGUAS
- Saber Inglês, para facilitar o acesso a fontes de informação.
Fundamental, no entanto, é falar e escrever corretamente o Português.


Fonte: Fundação Victor Civita - São Paulo - Brasil
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2 de jan. de 2007

E quando surgem conflitos entre professor e aluno?



O professor Alacy Barbosa sugere:
( Pró-Reitor do UNASP* - campus Hortolândia)
  1. Aprenda a ser tolerante
  2. Tenha auto-controle para expressar suas opiniões. Diga a verdade sem agredir.
  3. Recuse discussões (bate-boca).
  4. Seja humilde para reconhecer erros e pedir desculpas.
  5. Você tem 50% de chance de estar equivocado, ninguém é o dono da verdade.
  6. Respeite o espaço do outro.
  7. Seja ético ao falar. Só discorde quando for extremamente necessário.
  8. Quando o outro errar, trate-o como você gostaria de ser tratado quando erra.
  9. Seja gentil, tenha tato.
  10. Saiba lidar com o "brigão". Deixe-o esfumaçar até parecer um tolo e ele se calará. Focalize seu rosto, olhos, e o desconserte.
  11. Não tire conclusões precipitadas. Pergunte, averigüe, avalie.
  12. Perdoe sempre, sempre mesmo!
  13. Submeta a sua vontade ao Senhor Deus.

*UNASP - Universidade Adventista de São Paulo

Conteúdo obrigatório?


Temos que dar conta de todo o conteúdo proposto para o ano letivo?

Para Cesar Coll (psicólogo espanhol e consultor dos PCNs do Brasil) o importante é o que o aluno efetivamente aprende, não o conteúdo transmitido pelo professor.
Zélia Cavalcanti (profa que organizou o 1º seminário de Coll no Brasil) afirma:"O foco principal sai do conteúdo para a maneira de passar a informação para que ocorra a aprendizagem."
Revista Nova Escola, agosto de 2002, página 22
artigo de Cristiane Maragon e Eduardo Lima

Por que usar um só caderno?


Um só caderno para todas as disciplinas,
sem separação dos conteúdos por matérias?

Edgar Morin (estudioso francês) defende a interligação dos saberes e critica o ensino fragmentado.
Ulisses Araújo (doutor em Psicologia Escolar) afirma que "todas as disciplinas estão interligadas e são dependentes entre si".
Usando um caderno único podemos integrar o conhecimento e acabar com a hierarquia que existe entre as matérias e mostrar que nenhuma é mais importante que as outras.
Revista Nova Escola, agosto de 2002, página 20- artigo de Cristiane Maragon e Eduardo Lima