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17 de nov. de 2018
19 de fev. de 2016
Caixa de habilidades
Na mesma caixa-bolsa se encontram vários cartões com possibilidades de interação da criança,brincando enquanto aprende!
Encontrei aqui.
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31 de jan. de 2013
Primeiro dia de aula
O que fazer no primeiro dia de aula?
Com certeza muitos professores estão com esta pergunta na cabeça!
E aí?
Procurando pela internet, encontrei ideias interessantes na Revista Guia Prático para Professores do Fundamental I - aqui.
Veja esta dica e encontre outras no link da revista:
Dinâmica do pirulito (3º e 4º ano)
| |
1. Providencie pirulitos em número suficiente para os alunos. 2. Peça que segurem o doce com a mão direita e mantenham o braço esticado. 3. Sinalize para que abram o pirulito, mas alerte que não será permitido mover o braço direito. 4.Após diversas tentativas, mostre que só é possível abrir com a ajuda do colega e que ele também terá que fazer o mesmo para ajudar o outro. |
16 de jan. de 2013
Balões de tarefas
No Blog Comer para Crescer encontrei esta imagem, ilustrando a brincadeira de estourar balões e cumprir tarefas contidas em papeizinhos, dentro dos balões.
A sugestão é para festa, mas podemos adaptá-la para revisar conteúdos de determinada matéria, ou até mesmo para indicar parceiros de uma brincadeira...
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9 de dez. de 2012
Amigo Secreto Reciclado
Fizemos uma atividade de encerramento reaproveitando materiais, provando que com pouco custo, muita criatividade e bom humor dá pra se divertir demais!!!
A árvore de Natal foi feita com uma folha de papel cartão, formando um cone. Depois de revestido o cone, colando papel de seda amassado, colamos círculos de papel sulfite, decorados com desenhos dos alunos e detalhes em glitter.
A dobradura de flor de lótus foi feita pelos alunos. Foram coladas na porta do armário.
Os presentes foram confeccionados pelos próprios alunos, utilizando sucata, com o auxílio da professora nos momentos de utilizar instrumentos cortantes.
Na hora da distribuição dos presentes procedemos como na maioria das brincadeiras: o aluno descrevia seu amigo secreto e entregava seu presente.
13 de set. de 2012
Dobradura Flor de lótus
Esta dobradura fiz com os alunos de 4º e 5º anos.
Primeiramente fiz uma demonstração, depois dobraram em folha de rascunho.
Em seguida fizeram a dobradura com quadrados de papel laminado.
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10 de set. de 2012
Festa na Escola - A ARCA DE NOÉ
Optamos por fazer uma festa diferente no final do semestre em nossa escola.
Escolhemos o tema A Arca de Noé.
Durante o mês de junho trabalhamos o tema, a turma da manhã (4º e 5º anos) e a turma da tarde (1º, 2º e 3º anos) - a escola é rural, com classes multisseriadas.
O trabalho fluiu que foi uma beleza! Sem contar a expectativa que tomou conta de todo mundo!
Confira as atividades que podem ser desenvolvidas:
1.
LIVRO: A ARCA DE NOÉ, de Vinícius de Moraes (
pinguim, elefantinho, leão, pato, cachorrinha, galinha d’angola, peru, gato, borboleta,
marimbondo, abelhas, foca, mosquito, pulga, corujinha, pintinho, porquinho,
formiga, peixe-espada)
- Trabalhar com as poesias - leitura silenciosa e oral, encenações, representação dom desenhos, destacar palavras e trabalhá-las, etc
2.
Decoração : mesa com saia de TNT verde, com
bordas de flores de crepom ou papel de seda, bexigas coloridas, cordão
de estrelas.
- fazer dobradura de estrela com os alunos, confeccionar flores de crepom, fazer guirlandas de flores, etc
3.
Mesa: rio de papel celofane, árvores de canudos
e folhas de papel de seda, cachoeira de balas de coco em papel azul, a Arca de Noé (caixa do bolo embrulhado)
- Representar uma cena da natureza, com a ajuda dos alunos
- Aqui uma ideia interessante para a mesa.
4. Convites de uma turma pra outra
- Os alunos da classe podem confeccionar convites e entregar para as crianças de outra sala, assim comemoram a festa juntos.
5. Máscara de papel ou facial
- Utilizando tinta facial pintar o rosto das crianças, ou fazer máscaras de papel.
- Aqui o passo a passo da pintura facial de uma borboleta.
- No site Ensinar e Aprender alguns modelos de máscaras de papel.
6. Músicas: do álbum A arca de Noé, de Vinícius de Moraes
7. Lanches: sanduíches em formatos variados, com
espeto e azeitona, esfihas, canudinhos, empadinhas, pão com hambúrguer, refrigerantes
- O interessante é oferecer lanche prático e nutritivo.
8. Filme: Deu a louca nos bichos
- Leia a sinopse aqui.
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relacionamento pessoal
29 de jul. de 2012
Jovens empreendedores - SEBRAE
Clique nas imagens pra visualizar melhor.
Nossa escola participou de um curso de 28 horas sobre empreendedorismo com crianças e jovens.
O curso foi ótimo!! E a turma de professores muito divertida!
Durante o semestre darei mais informações e notícias sobre o projeto, que será desenvolvida na escola.
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português
24 de fev. de 2012
Desenho em grupo
Objetivo: desenvolvimento da criatividade através do desenho.
- Dividir a classe em grupos de 4 ou 5 alunos.
- Distribuir uma folha de sulfite para cada aluno.
- Solicitar que desenhem livremente.
- Após um determinado tempo, solicitar que troquem as folhas entre si.
- O aluno ao lado continuará o desenho já iniciado pelo outro.
- Solicitar esta troca até que todos desenhem em todas as folhas e o desenho fique terminado por quem começou.
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10 de out. de 2011
Jogos cooperativos III
Retirados do livro Trabalhando com jogos cooperativos,
de Marcos Miranda Correia, da Editora Papirus.
GUIAS
_
MATERIAL: vendas para os olhos, bolas, cones, caixas e outros materiais que não
machuquem.
-
ORGANIZAÇÃO: Construir um a pista de obstáculos com os materiais disponíveis.
Pedir para duas ou mais crianças atravessarem a
pista de olhos vendados, enquanto as demais ficam próximas à pista de
obstáculos.
-
DESENVOLVIMENTO: Os alunos sem venda nos olhos (guias) devem orientar aqueles
com os olhos vendados, para que consigam ultrapassar todos os obstáculos sem
tocar em nenhum deles. Os guias não podem tocar nem entrar na pista de
obstáculos; devem apenas falar de forma bem clara e objetiva. Caso o conduzido
toque em algum obstáculo, deve prosseguir a atividade normalmente e o guia
advertido para que cuide melhor do seu parceiro. Trocam-se as posições depois
que o primeiro grupo ultrapassar os obstáculos.
CABO DA
PAZ
-
MATERIAL: uma corda resistente, um pedaço de fiz e um lenço.
- ORGANIZAÇÃO:
marcar o centro da corda com o lenço e desenhar no centro da área de jogo um
círculo no chão. Formar dois grupos, um de cada lado do lenço.
-
DESENVOLVIMENTO: idêntico ao cabo de guerra tradicional. Os dois grupos puxam a
corda para o seu lado, mas com o objetivo de equilibrar as forças, evitando que
o lenço saia de dentro do círculo. Permite-se que qualquer aluno passe de um
grupo para o outro para manter o equilíbrio de forças, porém, não se permite
soltar a corda.
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30 de set. de 2011
Jogos Cooperativos II
Retirado do livro Trabalhando com jogos cooperativos,
de Marcos Miranda Correia, da Editora Papirus
DANÇANDO
E IMITANDO
-
MATERIAL: um boné ou chapéu, aparelho de som e discos ou fitas.
- ORGANIZAÇÃO: formar um círculo com o professor no centro,
com o boné na mão.
-
DESENVOLVIMENTO: Com todos dançando, o professor colocará o boné na cabeça de
alguém. Este deve seguir dançando para o centro do círculo, e os demais
participantes devem imitar seus movimentos. Após algum tempo, este tira o boné
e repassa a outro, para prosseguir o jogo, que termina quando todos passarem o
boné.
DANÇA
DA VASSOURA
-
MATERIAL: bastão, aparelho de som e discos e fitas.
-
ORGANIZAÇÃO: Formar várias duplas configurando um grande círculo. Deixar no
centro um participante sem par, dançando com a “vassoura” (o bastão).
-
ORGANIZAÇÃO: Ao iniciar a música, todas as
duplas começam a dançar e a girar pelo espaço da atividade. Após um
tempo, o aluno do centro soltará a “vassoura”. Quando a “vassoura” tocar o
chão, todos deverão trocar de par. O aluno que estava no centro do círculo
tentara arrumar um par para dançar, e quem sobrar, sem par, irá para o centro
dançar com a “vassoura”.
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20 de set. de 2011
Jogos cooperativos I
Retirado do livro Trabalhando com jogos cooperativos, de Marcos Miranda Correia, da Editora Papirus
INQUILINO,
PAREDE, CASA E FURACÃO
- MATERIAL: não é necessário nenhum material.
-
ORGANIZAÇÃO: formar vários trios. Cada um comporá uma “casa” do seguinte modo:
dois alunos frente a frente, segurado as mãos um do outro, denominados “parede
direita” e “parede esquerda”; um terceiro aluno entra no meio dos dois (cercado
pelos braços unidos) e é denominado “inquilino”. Deixar um aluno “sem casa”.
-DESENVOLVIMENTO: o “sem casa” deverá arrumar uma “casa” para
si. Se disser “parede direita”, “parede esquerda” ou “inquilino”, todas as
crianças qe forem um desses elementos deverão trocar rapidamente de casa, dando
oportunidade ao “sem casa” de conseguir uma. Se disser “casa”, todas as
“paredes” deverão trocar de lugar juntas, sem soltar as mãos. Se gritasr
“furacão”, todos deverão mudar de parceiros e formar novas casas, com novos
inquilinos. O jogo recomeça com os alunos que ficaram “sem casa”.
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21 de ago. de 2011
Pro papai guardar canetas...
Este foi nossa lembrança para o Dia dos Pais.
Dei para cada aluno as peças riscadas no papel cartão.
Os alunos montaram com certa facilidade, visto que já tínhamos trabalhado com montagem de sólidos geométricos .
Num outro dia, cada aluno da minha classe adotou um aluno da classe dos menores ( 2º e 3º anos), auxiliando a montar o trabalhinho deles.
Precisava ver o envolvimento deles! Foi uma atividade agitada, mas compensadora!!
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4 de abr. de 2011
Atividades Lúdicas (Vivências) para o Ensino Fundamental II
Esta postagem é especialmente dedicada à Professora Marioneida, que trabalha com alunos maiores.
BASEADO NAS SUGESTÕES DE
DANIELLE ANDRADE DE CASTRO
( Monografia de Pós-Graduação, Universidade Veiga de Almeida, Curso de Especialização de Língua Portuguesa-Rio de Janeiro 2005)
1- Debate e Produção de Texto- O professor escolhe um texto com assunto familiar ao universo do adolescente :
- Fazer a leitura do texto em voz alta .
- Criar um debate sobre o texto.
- Fazer, em grupos, com que os alunos pensem em uma frase que consiga resumir, sintetizar, o que está escrito no texto, ou que remeta a idéia principal.
- Solicitar aos alunos que escrevam através de um acróstico, um poema, utilizando a frase criada. O professor orienta o trabalho no momento em que estiver sendo confeccionado, exemplificando e dando sugestões.
- Por fim, todos poderão ler seus poemas, dando a oportunidade ao professor de avaliar, dentre outras habilidades, criatividade, descontração, possíveis dificuldades em resumir, sintetizar e desenvolver idéias.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e leitura.
2 - Novela ou Seriado (dirigido aos jovens) -Escolha a sinopse de um episódio:
- · Debater sobre o que representa a televisão atualmente como veículo de informação, tal como as características das telenovelas, a diversidades de linguagens; o público alvo a ser atingido..
- Dividir a turma em grupos para debaterem o tema (se assistem, se gostam ou não...)
- · Escrever em conjunto um diálogo, tendo por base o episódio exposto
3-Esporte- Escolha um texto referente à alguma modalidade esportiva, com assunto familiar ao universo dos alunos:
- Solicitar aos alunos que façam a leitura em voz alta.
- Debater o texto com questões do tipo: Ter liberdade é fazer tudo o que se quer? Qual a importância das regras na sociedade? dentre outras.
- Solicitar a um aluno que complete, livremente, com suas idéias, a frase: "O que o texto me diz:.."
- Depois pedir a um segundo aluno que complete, livremente, com suas idéias, a frase: "O que eu digo ao texto:.."
- E a um terceiro aluno que, dirigindo-se aos colegas anteriores, complete, livremente, com suas idéias, a frase: " O que eu digo aos meus colegas:.".
- A Dinâmica poderá ter continuidade com novos alunos completando as frases.
- Depois professor e alunos podem comentar experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais.
4- Letra de Música-Partindo da letra da música escolhida, com espaços em branco, para que os alunos completem:
- Perguntar à turma quem sabe e pode cantar.
- Pedir que preencham adequadamente os espaços em branco.
- Fazer a correção (fica a critério do professor se ele próprio o fará no quadro ou solicitará a alunos que o façam).
- Promover discursos que envolvam os seguintes temas: Para que serve a ortografia, a importância do escrever bem para o padrão culto da Língua, a adequação da escrita, e principais dúvidas de ortografia tais como X ou CH?, S ou Z?, Dentre outras.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, leitura e produção de texto.
5- Quebra-Cabeça de Palavras- A partir de um quebra-cabeça criado pelo próprio professor, as palavras deverão ser aquelas em que os erros de ortografia são incidentes e que mais dúvidas geram:
- · Dividir a turma em grupos.· Entregar aos grupos uma série de palavras recortadas ao meio, com traçados de recortes diferentes, de modo a formarem um Quebra-Cabeça. Todos os grupos recebem cópias das mesmas palavras.
- Vence a primeira etapa o grupo que primeiro montar o quebra-cabeça corretamente.
- Leitura das palavras em voz alta.
- Solicitar que os alunos procurem no dicionário o significado das palavras montadas.
- Vence a segunda e última etapa quem conseguir primeiro realizar a tarefa corretamente.
- Explanações sobre a importância da Ortografia na escrita.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática.
6- Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico- apresentação de uma palavra atípica, porém existente dentro da língua portuguesa, e um texto explicativo a título de curiosidade ( Neste caso, o texto é "Você lê um palavrão de 46 letras?" Esta palavra foi registrada no novo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, tendo por definição “estado de quem é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas”)"
- Fazer em voz alta a leitura do texto.
- Perguntar se há alguém na turma que consegue ler rapidamente a palavra sem errar.
- Fazer a decodificação da palavra através de seus morfemas e fonemas (pneumonia, ultramar, microscópio, vulcão, cone, ouvido, sulfúrico). Explicando o significado de cada uma delas.
- Solicitar aos alunos que se dividam em grupos. Propor aos alunos que, dentro de um tempo estipulado pelo professor, pensem no seguinte tema: Quantas palavras poderão ser formadas a partir das letras que compõem o" palavrão".
- Pedir que pensem rapidamente, pois ganhará o grupo que conseguir formar o número maior de palavras.
- Ao final, todos deverão ler suas listagens.
- O professor, a partir do jogo, pode iniciar debates sobre: A importância das palavras, estrangeirismos, empréstimos, dentre outros.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de ortografia e produção de texto.
7- Gírias e Expressões Familiares- apresentação de um diálogo com gírias e expressões familiares ao universo do jovem:.
- Solicitar que dois alunos leiam o diálogo emotizando, vivenciando os personagens.
- Pedir que toda a turma identifique sete erros gramaticais.
- Fazer a correção e a releitura.
- Suscitar debates sobre gírias, expressões populares, além de esclarecer os erros que foram postos em questão.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de ortografia, produção de texto e leitura.
8-Gírias e Expressões Atuais e Antigas- escolha de dois textos (um atual e outro de muitos anos atrás), ambos de assunto familiar ao universo do adolescente.
- Solicitar aos alunos a leitura dos dois textos (primeiro em silêncio e depois em voz alta).
- Se o professor achar oportuno, pode pedir aos alunos que emotizem, ou seja, teatralizem o texto dois.
- Pedir aos alunos que se dividam em grupo.
- Propor a seguinte atividade: cada grupo terá que montar um pequeno dicionário com as principais gírias da roda de amizades dos próprios alunos, ou de outras.
- O grupo que tiver com maior número de palavras e significados agrupados “vence”.
- No final, todos farão a leitura para os demais grupos.
- O principal tema que pode ser desenvolvido depois dessa atividade lúdica é o da Adequação e Inadequação de palavras.
- Observação: Mesmo que o aluno invente, na hora de listar, algumas gírias, a criatividade ao estabelecer sentido a estas palavras é algo que pode ser levado, como um fator positivo em consideração.
- Quando couber o professor pode aproveitar, também, para atividades de ortografia, produção de texto e leitura.
- Solicitar a um aluno que diga um argumento a favor do texto;
- Solicitar a um segundo aluno que diga um argumento contra o texto;
- Solicitar a um terceiro aluno que diga com qual dos dois colegas concorda e por quê?
- Dinâmica poderá ter continuidade com a solicitação de novos argumentos.
- O Professor poderá comentar os argumentos apresentados, e, ao final, todos participam trocando experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais
- .Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e produção de texto.
10-Poema sobre Desigualdade Social- escolha um poema sobre este assunto ou outro , compreensível à realidade do indivíduo nesta etapa do conhecimento em estudo:
- Solicitar a um aluno que destaque, no texto, uma passagem que julgou importante e fale a turma;
- Solicitar a um segundo aluno que explique por que, na sua opinião, o acontecimento destacado pelo colega é importante;
- O professor solicita ao primeiro aluno que diga se a explicação do colega correspondeu, ou não, à importância que ele atribuiu à informação, e por quê?
- Levar os alunos a refletirem sobre os seguintes temas: Desigualdade e Injustiça Social, Exclusão, Autoritarismos, Poder Político, dentre outros.
- A dinâmica poderá ter continuidade, com o destaque de uma nova informação. Professores e alunos poderão comentar experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais.
- Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e produção de texto
Se quiser usar os textos propostos pela autora,
acesse a monografia completa em:
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1 de abr. de 2011
Jogo "Diga Logo!" - Português- formação de palavras
Sugestão do manual para o professor do livro didático:
CONSTRUINDO A ESCRITA- AUTORA CARMEM S CARVALHO
É uma atividade dinâmica e agradável
que os alunos gostam bastante!
que os alunos gostam bastante!
Objetivo- Saber que determinadas palavras encontradas no texto, não estão daquela mesma forma no dicionário. (Através deste jogo são trabalhados: gênero, número e grau das palavras e também formas nominais de maneira assistemática)
Faixa etária- Pode ser aplicado desde as séries iniciais
Preparo-
- O professor faz uma lista de palavras. Por exemplo, se for trabalhar verbos, faz uma lista de verbos conjugados nos mais variados tempos e pessoas.
- Organiza a classe em equipes, entrega vários cartões em branco e explica como será o jogo
- O professor fala uma palavra da lista.
- Determina um tempo para a resposta
- Cada equipe conversa entre si e um aluno escreve no cartão a resposta (como é o verbo na forma nominal)
- Ao sinal do professor, ou a primeira equipe a responder, levanta o cartão com a resposta.
- Exemplo: o professor fala: 'vivemos', a resposta é 'vive'
- Cada equipe que acertar a resposta ou a primeira a acertar ganha um ponto.
- Prosseguir o jogo até que o professor termine de ler as palavras listadas.
- Desfaça o agrupamento em equipes
- Escreva a lista de verbos usados e proponha que observem o que têm em comum : Por que será que os verbos estão listados desta forma?
- Demonstre como se conjugam alguns verbos com a mesma terminação.(Os verbos estão listados em conjugações para facilitar ao falante).
- Desafiar: quem consegue se lembrar de todas as palavras ditadas?
- Fazer um ditado (mostrar figura que lembre a palavra ou oralmente, para que escrevam)
- Pedir que escolham algumas delas e criem frases
- Façam recorte e colagem
- Pesquisem outras com a mesma terminação
- Procurem no diciónário e registrem no caderno
Observação:
- O exemplo dado foi com verbos, mas O JOGO PODE SER UTILIZADO COM QUAL CLASSE GRAMATICAL.
- Quando se trabalha com jogos, os alunos precisam ser previamente preparados: exigir ordem, não prosseguir se não houver cooperação.
- Podemos dividir as atividades relacionadas em várias aulas, não precisa ser feito tudo no mesmo dia.
Jogos podem ser mais trabalhosos, porém
os resultados para a aprendizagem são muito melhores.
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6 de jan. de 2009
Dinâmica - Juntos construímos mais
Logo na primeira semana de aula, após a leitura do paradidático "A centopéia que pensava", realizamos a dobradura da flor formada por várias pétalas.
-Cada aluno recebe um quadrado (10cmx10cm) de papel espelho e dobra, seguindo as instruções, para formar uma pétala.
"Ao dobrar o papel representamos o exercício do pensamento e o desenvolvimento de uma idéia."
-Juntar sua pétala com as de outros colegas e ver o resultado: forma-se uma flor.
"Quando damos nossa contribuição e aceitamos as de outros o resultado é fabuloso."


Enfeitamos o mural com as flores formadas e acrescentamos folhas verdes, feitas com a mesma dobradura das pétalas.
-Cada aluno recebe um quadrado (10cmx10cm) de papel espelho e dobra, seguindo as instruções, para formar uma pétala.
"Ao dobrar o papel representamos o exercício do pensamento e o desenvolvimento de uma idéia."
-Juntar sua pétala com as de outros colegas e ver o resultado: forma-se uma flor.
"Quando damos nossa contribuição e aceitamos as de outros o resultado é fabuloso."


Enfeitamos o mural com as flores formadas e acrescentamos folhas verdes, feitas com a mesma dobradura das pétalas.
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30 de dez. de 2008
História para auto-estima e união
Se desde as primeiras aulas do ano letivo os alunos sentirem que são aceitos e que a turma pode ser unida, já teremos começado bem. Os vínculos estabelecidos vão tornar todos cúmplices e responsáveis pelo sucesso.

A História: Alegoria das Ferramentas encontrada no blog Idéias e Arte é bastante própria para criarmos este clima de cooperação.

A História: Alegoria das Ferramentas encontrada no blog Idéias e Arte é bastante própria para criarmos este clima de cooperação.
Veja a história, ilustrações e sugestões aqui: http://picasaweb.google.com/zuzukikinha/20110123#
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mensagem
17 de nov. de 2008
Trabalho em grupo? Ih, vai dar confusão!
Trabalhar em grupo é mais do que sentar-se em rodinhas, é interagir e chegar a um resultado que representa o consenso do grupo, não de um ou alguns dos componentes.
Isto não é fácil, será que nós conseguimos?
Impomos nossas idéias ou só acatamos as dos outros?
Ficamos ressentidos se nossas opinões são contestadas?
Conseguimos chegar a resultados coletivos?
Concordamos no grupo e depois vamos lá fazer o que achamos melhor, mesmo que seja diferente do combinado?
Só conseguimos ensinar aos alunos o que já aprendemos a realizar com nossos colegas de trabalho.
Após de ter participado de alguns cursos sobre Ensino Cooperativo, comecei a prestar atenção nos relacionamentos dos educadores, e constatei:
Ainda temos enormes dificuldades de trabalhar em conjunto, sem discrepâncias!
Mas queremos aprender, não é? Então há esperança para a Educação!
Isto não é fácil, será que nós conseguimos?
Impomos nossas idéias ou só acatamos as dos outros?
Ficamos ressentidos se nossas opinões são contestadas?
Conseguimos chegar a resultados coletivos?
Concordamos no grupo e depois vamos lá fazer o que achamos melhor, mesmo que seja diferente do combinado?
Só conseguimos ensinar aos alunos o que já aprendemos a realizar com nossos colegas de trabalho.
Após de ter participado de alguns cursos sobre Ensino Cooperativo, comecei a prestar atenção nos relacionamentos dos educadores, e constatei:
Ainda temos enormes dificuldades de trabalhar em conjunto, sem discrepâncias!
Mas queremos aprender, não é? Então há esperança para a Educação!
Para se dar bem no grupo de trabalho
REGRAS BÁSICAS
Diga sempre nós.
Nunca eu ou você.
Envolva-se profundamente no grupo.
Não se exclua, fale.
Não forme subgrupo.
Dê chance aos demais de conhecê-lo.
Procure sentar-se junto ao que você conhece menos.
Apresente-se.
Entreviste ao outro.
Mantenha-se atento, não se alheie do grupo preparando sua intervenção.
Espere tranquilamente sua vez de falar.
Ouça.
Olhe para quem fala.
Ao intervir, refira-se sempre a alguma afirmação anterior.
Ligue os assuntos.
Sempre que fizer uma afirmação, conclua seu pensamento com um porquê;
se não souber é porque não houve operação mental.
Não menospreze contribuições que lhe pareçam insignificantes, principalmente se emitidas por tímidos.
"Quem entrou no time deve jogar mesmo sem saber. Receba a bola".
Uma discussão é uma operação mental em conjunto-quando alguém falar você continua com expressões como: portanto, consequentemente, daí...
Não diga "não concordo", discorde sem dizer que está discordando.
Expressões assim criam barreiras.
Se a reunião vai mal, proponha uma parada para examinar o que está impedindo a produtividade do grupo- com o grupo busque a solução.
Não deixe para criticar depois da reunião.
Seja leal e autêntico.
Quando alguém fizer uma afirmação sem prova, crive-o de perguntas operatórias:
Porquê? Onde? Para quê?
As perguntas produzem operação mental.
Procure elogiar em cada um o que for elogiável,
as pessoas crescem quando são estimuladas no que têm de positivo.
Faça todos crescerem.
Melhore a imagem do outro.
Fonte:
Curso sobre Ensino Cooperativo ministrado pela professora Ednice Burlandy - professora do UNASP (Centro Universitário Adventista)
Diga sempre nós.
Nunca eu ou você.
Envolva-se profundamente no grupo.
Não se exclua, fale.
Não forme subgrupo.
Dê chance aos demais de conhecê-lo.
Procure sentar-se junto ao que você conhece menos.
Apresente-se.
Entreviste ao outro.
Mantenha-se atento, não se alheie do grupo preparando sua intervenção.
Espere tranquilamente sua vez de falar.
Ouça.
Olhe para quem fala.
Ao intervir, refira-se sempre a alguma afirmação anterior.
Ligue os assuntos.
Sempre que fizer uma afirmação, conclua seu pensamento com um porquê;
se não souber é porque não houve operação mental.
Não menospreze contribuições que lhe pareçam insignificantes, principalmente se emitidas por tímidos.
"Quem entrou no time deve jogar mesmo sem saber. Receba a bola".
Uma discussão é uma operação mental em conjunto-quando alguém falar você continua com expressões como: portanto, consequentemente, daí...
Não diga "não concordo", discorde sem dizer que está discordando.
Expressões assim criam barreiras.
Se a reunião vai mal, proponha uma parada para examinar o que está impedindo a produtividade do grupo- com o grupo busque a solução.
Não deixe para criticar depois da reunião.
Seja leal e autêntico.
Quando alguém fizer uma afirmação sem prova, crive-o de perguntas operatórias:
Porquê? Onde? Para quê?
As perguntas produzem operação mental.
Procure elogiar em cada um o que for elogiável,
as pessoas crescem quando são estimuladas no que têm de positivo.
Faça todos crescerem.
Melhore a imagem do outro.
Fonte:
Curso sobre Ensino Cooperativo ministrado pela professora Ednice Burlandy - professora do UNASP (Centro Universitário Adventista)
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11 de nov. de 2008
Há tempo para o jogos pedagógicos durante a aula?
Quando nos "obrigam" a correr para cumprir os conteúdos do plano anual, deixamos de realizar muitas atividades interessantes para a aprendizagem dos alunos.
Por exemplo, os jogos em grupos são estímulos aos alunos, mas exigem tempo para realizarmos.
Como eu não me conformo em deixar de oferecer aos alunos estas oportunidades, sempre que possível, nos minutos finais da aula, ou para os que terminam as atividades antes dos demais, dou um jeitinho para que possam jogar, às vezes em grupos, as vezes individualmente.
Deixo numa caixa os jogos e, para garantir que as atividades tenham sejam sido realizadas, peço para ver e conferir um colega com outro.
É muito legal quando voltam discordando:
- Mas, prô, nossas respostas estão diferentes!
- Então voltem e descubram qual de vocês acertou!
Só depois das atividades realizadas eles têm direito ao jogo, num cantinho da sala, no corredor,em algum lugar onde minhas vistas os alcancem.
Por exemplo, os jogos em grupos são estímulos aos alunos, mas exigem tempo para realizarmos.
Como eu não me conformo em deixar de oferecer aos alunos estas oportunidades, sempre que possível, nos minutos finais da aula, ou para os que terminam as atividades antes dos demais, dou um jeitinho para que possam jogar, às vezes em grupos, as vezes individualmente.
Deixo numa caixa os jogos e, para garantir que as atividades tenham sejam sido realizadas, peço para ver e conferir um colega com outro.
É muito legal quando voltam discordando:
- Mas, prô, nossas respostas estão diferentes!
- Então voltem e descubram qual de vocês acertou!
Só depois das atividades realizadas eles têm direito ao jogo, num cantinho da sala, no corredor,em algum lugar onde minhas vistas os alcancem.
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