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9 de set. de 2013

Brincadeira Pé na lata

Pé na bola conhecido também como pé na lata é um tipo de esconde - esconde.

1°: Você precisa de um grupo de mais ou menos sete pessoas para jogar.

2°: Para jogar precisa ter apenas uma bola. Pegue duas pessoas, uma para chutar a bola e outra para pegar (a pessoa que pega a bola tem que colocar no lugar que a pessoa chutou) a pessoa que chutou a bola deve se esconder junto com os outros jogadores. Lembrando que quem for o primeiro ser pego deve pegar na próxima vez que for jogar e o que pegou na jogada anterior deve chutar a bola.

Descrição do aluno Lucas, aqui.

16 de jan. de 2013

Balões de tarefas


No Blog Comer para Crescer encontrei esta imagem, ilustrando a brincadeira de estourar balões e cumprir tarefas contidas em papeizinhos, dentro dos balões.

A sugestão é para festa, mas podemos adaptá-la para revisar conteúdos de determinada matéria, ou até mesmo para indicar parceiros de uma brincadeira...

30 de out. de 2011

Jogos Cooperativos IV


Retirado do livro Trabalhando com jogos cooperativos, 
de Marcos Miranda Correia, da Editora Papirus.


VÔLEI CEGO

- MATERIAL: lençol grande, rede de vôlei ou uma corda comprida, bolão de praia ou similar.
- ORGANIZAÇÃO: Armar a rede de vôlei ou a corda e cobri-la com o lençol d  forma que não se veja o outro lado da quadra. Formar dois grupos com o mesmo número de alunos, um de cada lado da rede.
- DESENVOLVIMENTO: começar o jogo normalmente, com o saque de qualquer lado, e seguir o desenvolvimento normal de um jogo de vôlei, mas com a seguinte mudança: o objetivo será que os dois times não deixem a bola cair.
- SUGESTÕES: inicialmente, aumentar o número de toques para facilitar o jogo; posteriormente, acrescentar mais uma bola para aumentar a dificuldade.

10 de out. de 2011

Jogos cooperativos III


Retirados do livro Trabalhando com jogos cooperativos, 
de Marcos Miranda Correia, da Editora Papirus.


GUIAS

_ MATERIAL: vendas para os olhos, bolas, cones, caixas e outros materiais que não machuquem.
- ORGANIZAÇÃO: Construir um a pista de obstáculos com os materiais disponíveis. Pedir para duas ou mais crianças atravessarem a  pista de olhos vendados, enquanto as demais ficam próximas à pista de obstáculos.
- DESENVOLVIMENTO: Os alunos sem venda nos olhos (guias) devem orientar aqueles com os olhos vendados, para que consigam ultrapassar todos os obstáculos sem tocar em nenhum deles. Os guias não podem tocar nem entrar na pista de obstáculos; devem apenas falar de forma bem clara e objetiva. Caso o conduzido toque em algum obstáculo, deve prosseguir a atividade normalmente e o guia advertido para que cuide melhor do seu parceiro. Trocam-se as posições depois que o primeiro grupo ultrapassar os obstáculos.

CABO DA PAZ

- MATERIAL: uma corda resistente, um pedaço de fiz e um lenço.
- ORGANIZAÇÃO: marcar o centro da corda com o lenço e desenhar no centro da área de jogo um círculo no chão. Formar dois grupos, um de cada lado do lenço.
- DESENVOLVIMENTO: idêntico ao cabo de guerra tradicional. Os dois grupos puxam a corda para o seu lado, mas com o objetivo de equilibrar as forças, evitando que o lenço saia de dentro do círculo. Permite-se que qualquer aluno passe de um grupo para o outro para manter o equilíbrio de forças, porém, não se permite soltar a corda.

20 de set. de 2011

Jogos cooperativos I


Retirado do livro Trabalhando com jogos cooperativosde Marcos Miranda Correia, da Editora Papirus

INQUILINO, PAREDE, CASA E FURACÃO

- MATERIAL: não é necessário nenhum material.

- ORGANIZAÇÃO: formar vários trios. Cada um comporá uma “casa” do seguinte modo: dois alunos frente a frente, segurado as mãos um do outro, denominados “parede direita” e “parede esquerda”; um terceiro aluno entra no meio dos dois (cercado pelos braços unidos) e é denominado “inquilino”. Deixar um aluno “sem casa”.

-DESENVOLVIMENTO:  o “sem casa” deverá arrumar uma “casa” para si. Se disser “parede direita”, “parede esquerda” ou “inquilino”, todas as crianças qe forem um desses elementos deverão trocar rapidamente de casa, dando oportunidade ao “sem casa” de conseguir uma. Se disser “casa”, todas as “paredes” deverão trocar de lugar juntas, sem soltar as mãos. Se gritasr “furacão”, todos deverão mudar de parceiros e formar novas casas, com novos inquilinos. O jogo recomeça com os alunos que ficaram “sem casa”.

17 de ago. de 2011

O avião que gira

Veja só! Bastam duas dobraduras na cauda do avião (uma pra cima, outra pra baixo)...
e ele voa girando!!!

8 de mar. de 2011

Esconde - esconde das Sardinhas

"Melhor que esconde-esconde, eu gosto de um jogo chamado Sardinhas.

Em Sardinhas, uma pessoa é escolhida e se esconde e todo o mundo vai a sua procura.
Quando você a encontra, você se esconde lá com ela. Rapidamente todos estão se
escondendo juntos, todos empilhados em um lugar pequeno como filhotes de
cachorro em uma pilha. E logo, alguém dá uma risada e todos começam a rir e são
encontrados."
Brincadeira encontrada aqui.

30 de jan. de 2011

Corda de câmara de pneu

Daqui: http://wiki.pastoraldacrianca.org.br/BrincadeirasVariadas

Cortar círculos da câmara de aproximadamente 2 a 3 cm de largura.
Emendar entrelaçando um círculo no outro até ficar no tamanho necessário.

13 de dez. de 2010

Sucatas - brinquedos acessíveis



Essas montagens foram brindes para quem fez as tarefas de casa na minha sala de aula.
Achei interessante o que meu aluno Emerson contou:
No final de semana montou um robô em casa com um pote de margarina. Pra prender as peças adicionais ele utilizou galhinhos de árvore. (Ele mora no sítio)
As crianças serão as multiplicadoras dessa atividade! Achei super legal!

6 de out. de 2010

RAPOSA - Dobradura para Divertir a Criançada!

Com uma simples dobradura podemos nos divertir com a criançada.
É preciso tão pouco para ter momentos de felicidade!
Se não soubermos fazer, algum aluno vai ficar bem satisfeito em nos ensinar.
Tudo começa com um papel de 15cmx 15cm










3 de set. de 2010

Brincando com cadeirante

Brincamos de correr em ziguezague no pátio.

Para nortear o trajeto coloquei peças de boliche. Os alunos corriam se desviando das peças.

Parece uma atividade tão simples, mas os alunos de 1º a 3º anos tiveram desempenho variado: alguns não se davam tão bem quanto outros...

Para a aluna cadeirante a tarefa foi a mesma, só que com as peças de boliche mais espaçadas, porque ela fez o trajeto utilizando a cadeira de rodas.

O mais interessante foi a torcida (espontânea) dos alunos para cada participante que concluísse o trajeto, mesmo que errasse em alguma parte.

Lição de companheirismo e solidariedade!!

31 de ago. de 2010

Brinquedo de sucata


Os alunos escolhem os materiais, ou coletam, e a professora auxilia na montagem do boneco, do ioiô, do carrinho...

Desta forma a criatividade é desenvolvida, o brinquedo nasce de materiais descartados.

Veja outras postagens a respeito aqui.

18 de jun. de 2010

Aviãozinho de papel


Sabe fazer um aviãozinho que voa bem?

Então aprenda com este vídeo aqui.

No recreio os alunos pedem pra eu fazer aviões... agora aprendi um que voa bem!!

2 de jun. de 2010

Carta Enigmática- Atendendo Pedidos

A pedido da Cristiane, mãe de aluna da 3ª série , aqui estão algumas cartas enigmáticas.

Esta atividades além de serem um entretenimento sadio, também ajudam a desenvolver a alfabetização, a ortografia, o racicíonio lógico entre outras possibilidades.
Se foram realizadas em grupos, são uma ótima oportunidade de aproximação entre pais e filhos, ou de socialização entre colegas.
Pode ser feito, num primeiro momento, individualmente e depois comparadas as respostas.








Você encontrará muitas outras sugestões
de cartas enigmáticas no
da pedagoga e professora VIVI SOUZA

15 de mai. de 2010

Pega-pega circular

Forme um círculo, com todos os participantes de mãos dadas (é proibido soltar as mãos). Do lado de fora do círculo ficam dois jogadores, com uma bola.

Quem está na roda combina e diz o nome de quem os jogadores de fora têm que pegar. A partir disso, eles têm 1 minuto para pegá-lo, encostando a bola nele.

Para fugir, as crianças devem girar o círculo para que nunca o pegador se aproxime com a bola da criança que está fugindo. Caso seja pego, o jogador troca de lugar com quem a pegou.

Caso o círculo "se quebre" os dois que soltaram as mãos trocam de lugar com os pegadores.

http://criancas.uol.com.br/novidades/ult2367u461.jhtm

2 de mai. de 2010

Mãe da rua diferente

Ganha quem atravessar de um lado para outro sem ser pego pelo amigo que fica vigiando esse espaço.

O diferencial é que quem fica no meio controlando a passagem dá as regras para que os outros atravessem. Pode estipular que seja pulando em um pé só, andando de lado, imitando algum animal, ou fazendo outra coisa que ele decidir.

Quando ele falar "Mãe da rua, já", todo mundo deve tentar atravessar fazendo o que ele pediu, sem ser pego. Aquele que fica no meio também tem que seguir a regra que inventou para perseguir os outros.

Quem for pego troca de lugar com ele.

http://criancas.uol.com.br/novidades/ult2367u461.jhtm

29 de abr. de 2010

Queimada da ameba

É uma queimada sem equipes, cada um por si.

Alguém começa com a bola e tenta queimar o colega.

Quem for queimado vira ameba e tem que ficar abaixado e paradinho no lugar.

Quem virou ameba pode voltar à brincadeira de duas formas: se conseguir tocar em algum colega, e ele vira ameba em seu lugar; se tocar outra ameba, as duas amebas viram gente.

Quem não for ameba pode arremessar a bola e se mover para qualquer lugar, tomando cuidado para não ser queimado pela bola ou tocado por uma ameba.

Fonte: http://criancas.uol.com.br/novidades/ult2367u461.jhtm

5 de fev. de 2010

Jogo da velha (portátil !?)

Algumas idéias de trabalhos com pedras...
E o tabuleiro de jogo da velha que vira uma sacolinha onde se guardam as pedrinhas...

Indicação: http://aprenderecia.blogspot.com

2 de fev. de 2010

Golfinhos e sardinhas

Link: www.projetocooperacao.com.br

Fonte: Fábio Otuzi Brotto – Jogos Cooperativos: O Jogo e o Esporte como um exercício de convivência. São Paulo : Editora Projeto Cooperação, 2001.

Há um tipo de Jogo Cooperativo muito especial: Os Jogos Infinitos.

Neste jogo todos têm a oportunidade para exercer o poder pessoal e grupal sobre a vivência que estão compartilhando. “Golfinhos e Sardinhas” é um pega-pega muito parecido com os vários já conhecidos, senão por uma pequena mudança capaz de promover grandes transformações.

Nesta brincadeira propomos o exercício do Livre Arbítrio, da Tomada de Decisão, da Iniciativa para Correr Riscos e da Aventura de Compartilhar a Liberdade.

Objetivo comum:

Escolher salvar quem foi pego, ou salvar a sim mesmo, ou pedir para ser salvo, ou não.

Decidir continuar o Jogo ou terminar com ele.

Participação:

Desde os 07 anos.

Um grande grupo.

Espaço:

Espaço amplo, dividido por uma linha central.

Material:

Sem material.

Desenvolvimento:

Este jogo está baseado no pega-corrente.

Começamos com todos os participantes (menos 1) agrupados numa das extremidades do espaço. Este é o “Cardume de Sardinhas”.

Aquele 1 separado das “Sardinhas”, será o “Golfinho” e ficará sobre uma linha transversal demarcada bem no centro do espaço. Ele somente poderá se mover lateralmente e sobre essa linha.

O objetivo das “sardinhas” é passar para o outro lado do oceano (linha central) sem serem pegas pelo “Golfinho”. Este por sua vez, tem o propósito de pegar o maior número possível de sardinhas (bastando toca-las com uma das mãos).

Toda “Sardinha” pega, transforma-se em “Golfinho” e fica junto com os demais golfinhos sobre a linha central. Lado a lado e de mãos dadas, formando uma “corrente de golfinhos”.

Na “corrente de golfinhos” somente as extremidades podem pegar.

O jogo prossegue assim até que a “corrente de golfinhos” ocupe toda a linha central. Quando isto acontecer, a “corrente” poderá sair da linha e se deslocar por todo o “oceano” para pescar as sardinhas.

ATENÇÃO: Quando a “corrente de golfinhos” for maior que a quantidade de “sardinhas” restantes, propomos a seguinte ação:

Agora, as “sardinhas” poderão SALVAR os “golfinhos” que desejarem ser salvos. Como? Basta a “sardinha” passar por entre as pernas do “golfinho”. Daí o “golfinho” se solta da “corrente” e vira “sardinha”, de novo.

Recreação:

Formar mais que uma “corrente de golfinhos” pode dinamizar mais a atividade.

Experimentar diferentes formas para SALVAR os “golfinhos”: coçar a cabeça dele, dar um abraço etc.

Toques:

Observar o cuidado com a integridade física uns dos outros, particularmente, quando as “sardinhas” tentam passar pelo meio da “corrente de golfinhos”. Ajude os participantes a descobrir formas saudáveis para jogar.

Processamento:

Decidir salvar um “golfinho” é uma grande aventura de confiança. Estimular o exercício da solidariedade, cumplicidade e altruísmo nos jogos pode nos ajudar a viver essas e outras co-opetências cooperativas em outros “oceanos” da vida.


OBS.: Nós, do blog, ainda não testamos a brincadeira, mas parece muito interessante. Quando testarmos colocaremos aqui mais detalhes.

1 de nov. de 2009

"Somos 3 marinheiros da Europa"

Desafio para brincar de combate:

— Nós somos três marinheiros da Europa.
— Que vieram fazer?
— Combater
— Combate pra nós ver.

Daqui: http://www.jangadabrasil.com.br/revista/maio90/ca90005b.asp

Brincávamos dessa brincadeira quando éramos criança. Ensinei pra os meus alunos e eles adoraram.


Assim se brinca:

1. Formar dois grupos, um em frente ao outro, numa distância de uns 2 metros.

2. O primeiro grupo combina uma mímica que apresentará ao outro grupo.

3. Vai caminhado em direção ao outro grupo enquanto fala: Somos três marinheiros da Europa.

4. O outro grupo: Que vieram fazer?

5. O primeiro grupo: Combater.

6. O outro grupo: Combate primeiro pra nós "ver".

7. Aí o primeiro grupo apresenta a mímica combinada e o outro tenta adivinhar.

8. Quando acertam a resposta, correm atrás do primeiro grupo e aprisionam os que conseguirem pegar.