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23 de ago. de 2016

Deficiente visual na minha sala

Olá! Eu tenho uma aluna com deficiência visual na minha sala de escola sabatina (escola dominical no sábado) da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Ela levou sua régua própria para braile - reglete (ver aqui), a pedido meu, para registrar as palavras que os outros alunos registram.

Preciso estudar mais a respeito. Achei muitas informações importantes em blogs e sites.

                                                                         foto daqui


                                                                        foto daqui

29 de jan. de 2013

Crie situações -problemas

"O professor não ensina mas arranja modos de a própria criança descobrir. 
  Crie situações-problemas."
                                                                                                                Jean Piaget


Na foto uma aluna utilizando a máquina de contar.

30 de jun. de 2011

A TELEVISÃO E A SOCIEDADE...PARA PENSAR...

Há alguns anos atrás, assisti uma palestra da Sexóloga Marta Suplicy dirigida aos universitários de Pedagogia. O tema abordado naquela ocasião  continua sendo um alerta para os Educadores, então resolvi fazer esta postagem.

" O Brasil se conhece e se comunica através da televisão, ela é de fácil acesso, não exige concentração, utiliza forte apelo emocional  e o telespectador não precisa ser alfabetizado .
 A TV não cria, vai à rebote da sociedade, pode alavancar ou frear os desejos desta.  É um um instrumento de educação de nossa juventude; desperta a imaginação e o que fica na imaginação é difícil mudar, porque se torna um sonho. Ainda devemos considerar que o adolescente tem um mecanismo de onipotência e não tem capacidade de discernimento.
São questões complexas, mas a certeza é que muitos são desestimulados para o estudo e  "o abacaxi" sobra para  os educadores.
     bebê com controle remoto da TV
Precisamos trabalhar este assunto com a família, com o adolescente e com a criança.
Quais aspectos, entre muitos outros,  podemos questionar?
  • Deve haver uma intermediação entre a TV e a criança?
  • O que passa na TV  é o que a maioria das pessoas querem ver?
  • E a violência dos desenhos animados, dos seriados?
  • Qual o efeito do estímulo desta erotização precoce (pulando etapas pode gerar neurose futuramente)
  • Sua familia concorda  ou não com os assuntos expostos?
  • Tudo que passa é verdade? Que efeitos de imagem são usados?
  • Existe  diferença entre ator e personagem?
  • Apelo ao consumismo: Precisamos de tudo mesmo?

12 de mar. de 2010

"Alunos digitais, escolas analógicas" E AGORA?

"Confira como professores, pais e alunos podem encarar juntos este desafio..."


Leia no Blog
:

CALDEIRÃO DE IDÉIAS




A PROFESSORA " XAROPE"

A professora decidiu que precisava de um xarope para ajudá-la a recuperar-se mais depressa de seu resfriado. Todas as manhãs antes de sair de casa, preparava sua "poção mágica" e a levava consigo para a escola.

Os alunos observavam diariamente a "prô", tomando aos goles, aquele melzinho gostoso, bonito, convidativo... Até que num dia, sem poder mais se conter, uma aluninha disse:
"É bom?, prô, eu queria também."

A profa prometeu que levaria, no dia seguinte, um xarope igualzinho o que ela estava tomando, preparado especialmente para a classe. Todos aguardaram ansiosamente a próxima aula, e finalmente chegou o momento de provar aquele melzinho sedutor!

"Alunos, este xarope foi feito em casa, com ingredientes que usamos para alimentar-nos: limão, alho, cebola e açúcar (quem tiver mel é mellhor). Depois vamos escrever a receita juntos.
Prestem atenção: é um xarope caseiro, por isto posso oferecer para quem quiser experimentar."

Todas as crianças empunharam sua colher e puderam matar a curiosidade gustativa. As reações dos alunos foram as mais diversas a começar pelas caras e bocas até nas exclamações :
"Ruim! Argh! Aff! Hum, passa! Não é tão bom! Não é tão ruim! Minha mãe sabe fazer um xarope mais gostoso!

Em seguida houve um diálogo descontraído, entre a professora e os alunos:
"Será que, aquele líquido no copo do titio, que ele bebe até ficar alegre, é mesmo o que parecece ser? "

A experiente educadora, percebeu o momento e não deixou a oportunidade passar, sem dela tirar proveito. O que podemos concluir?
  • Comporte-se, educador, você está sendo observado
  • Sua atitude provoca reações inesperadas
  • Muitos vão imitar você
  • As lições extraídas do interesse do aluno, são as melhores
  • Deixe o aluno vivenciar as situações em sala de aula
  • Ensine a pensar, refletir e fazer escolhas

Em meu trabalho de consultoria pedagógica, presenciei esta e muitas outras situações interessantes...qualquer dia relato mais alguma.

"Eu, que já sou bem grandinha, dispensei a oportunidade de provar do tal xarope!"

25 de set. de 2009

A Criança Hiperativa

Características Gerais da Criança Hiperativa:

  • dificuldade em ficar sentada, quieta, necessidade de se mover muito
  • fala excessivamente
  • bate nas outras crianças, provoca vários conflitos
  • impulsiva
  • coordenação ou controle muscular pobre, deixa cair as coisas frequentemente
  • dificuldade de fixar a sua atenção e distrai-se facilmente
  • dificuldade de aprendizagem, causadas por redução nas habilidades perceptivas (visuais, auditivas, e às vezes táteis)
  • pobre coordenação ocular-manual afetam a sua capacidade de escrever com facilidade e clareza
  • poucos amigos, pois tem pouca habilidade para relacionamentos interpessoais

Importante

O professor não vai diagnosticar e sim fornecer informações.

Vai observar as atitudes da criança, relatar sem opinar e solicitar avaliação por profissional especializado.

Sugestões de Atividades para Criança Hiperativa

  • Utilizar materiais calmantes como argila, pintura, areia e água ( experiência tátil ajuda a se concentrar e se tornar mais consciente de si mesma)
  • Colocar música clássica
  • Massagear as costas ou as mãos da criança (enquanto pintam, por exemplo)
  • Realizar exercícios de relaxamento
  • Permitir que as crianças corram, que caminhem em grupos, que conversem uns com os outros e que tenham oportunidades de fazer escolhas.

Jogos de relaxamento para Crianças

-Repetir seis vezes:
  1. Inspirar ar lentamente, enchendo os pulmões ao máximo durante quatro a oito segundos. Na primeira inspiração será permitido aspirar ar pelas fossas nasais, mas nas seguintes deverão alternar a entrada de ar por cada um dos orificios de cada vez, tapando o outro com o dedo.
  2. - Soprar um apito, sem emitir nenhum som; assim conseguiremos que expirem o lentamente
  3. -Soprar sobre um catavento, movimentando-o rapidamente e lentamente
  4. -Sentar numa cadeira e fechar os olhos imaginando que é um rei ou uma rainha sentados no trono: O rei e a rainha adotam uma postura majestuosa, e portanto estão bem erguidos, as mãos pousadas nas coxas, ligeiramente separadas, sem se tocarem. Os pés colocam-se com a planta e o calcanhar em contato com o solo.

-
Deitar-se com a barriga para cima, as pernas esticadas e abertas, de forma a que os pés fiquem voltados para os lados em posição de repouso. Os braços também devem estar separados do corpo, mas perto do tronco com as mãos tocando o solo com a palma ou as costas da mão.


-
Dividir as crianças ( A partir dos 4 anos) em dois grupos iguais , sentadas umas em frente das outras na postura do rei com os olhos abertos. Uma das crianças não tem cadeira e fica parada no meio, apresenta-se ao resto dos jogadores, e diz: um, dois, três, quatro... Mudar de lugar!
Nesse momento todas as crianças devem deixar o seu lugar e procurar uma cadeira da outro grupo; a criança do centro também tratará de encontrar uma cadeira, e a criança que ficar sem cadeira passará a ocupar o centro.

- Vejo uma cor que você não vê: ( A partir dos 5 anos) Formar um círculo com as cadeiras e as crianças sentam-se na postura do rei. No centro colocam-se 10 ou 12 objetos selecionados pelas crianças Primeiro observam-se os objetos e a seguir cobrem-se com um lenço (os objetos). O diretor do jogo diz: "Vejo uma cor que você não vê, e é o vermelho...Feche os olhos e imagine os objetos debaixo do lenço, com tempo..."
Seguidamente as crianças podem voltar a abrir os olhos. O que souber a resposta revela a solução, e levanta-se o lenço para comprovar se a resposta é correta. E recomeça o jogo.


-
Cada ovelha com o seu par: (A partir dos 8 anos) Preparam-se uns cartões com desenhos de animais ou figuras, tendo em conta que cada animal ou figura deve estar repetido em dois cartões. Ao compasso de um ritmo as crianças devem dar voltas, andando e saltando em volta do quarto e trocando os seus cartões umas com as outras, continuamente. Quando o ritmo ou a música parar, cada criança olhará para o seu cartão e imitará o som do animal que tem no seu cartão, devendo juntar-se com o seu par correspondente.



FONTE :
Reportagem elaborada por Carlos Jordi Anzano, Psicólogo Infantil da Imaginarium.
http://www.imaginarium.pt/contenidos/contenido?metodoAction=detalleContenido&idContenido=559

9 de abr. de 2009

Para Refletir: "Equívocos dos eventos escolares"

Fonte: Nova Escola Online

Tem de ter festa!

MAS... CONSIDERE:

1. O desnecessário vínculo com efemérides (datas comemorativas)- para haver aprendizagem, é preciso muita pesquisa e mais do que um dia festivo.

2. O desrespeito à liberdade religiosa- há muitas datas exclusivamente religiosas

3. A confusão entre o currículo e o tema da festa- ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma seqüência lógica que leve à construção do conhecimento.

4. O mau uso das horas dedicadas às aulas de Arte- converter a disciplina em oficina de enfeites e não propor atividades que favoreçam o percurso criador.


5. A estereotipação dos personagens-
representações que não correspondem à realidade.

6. A obrigatoriedade da participação- os alunos não são obrigados a participar de momentos não relacionados ao aprendizado.

7. A finalidade incerta dos recursos arrecadados-divulgar o objetivo da iniciativa e prestar contas quando o bem for adquirido

8. O objetivo principal ser apenas atrair os pais-reuniões marcadas com antecedência e planejadas para compartilhar o processo de aprendizagem e a produção intelectual, artística e esportiva das crianças dão melhores resultados.

9. A única maneira de socializar a aprendizagem- exibir a produção intelectual e artística do aluno nas mais variadas ocasiões, geralmente, o caráter de recreação costuma dificultar a apresentação dos saberes.

10. O precioso tempo jogado fora- Se a festa não é uma maneira de contextualizar os conteúdos aprendidos, deve ser organizada sempre em horários alternativos aos das aulas, envolver todos e ser muito divertidas.

27 de fev. de 2009

PAIS! UFA!!- só para adolescentes

Com certeza os pais vão querer ler, deixe, fará bem...


NÃO É FÁCIL SER PAI... TAMPOUCO ADOLESCENTE!
texto de BÁRBARA JURGENSEN
"Os pais se comportam, às vezes, de formas muito estranhas.
Quando você é pequeno, sempre andavam atrás de você dizendo para lavar as mãos e se pentear. Agora, se vêem você diante do espelho, riem e falam que é um convencido.

Não há quem os entenda!
Em determinado momento estão furiosos porque dizem que é demasiado independente; no minuto seguinte se queixam alegando que sempre está “grudado” a eles e que não é suficientemente independente.
Te ridicularizam diante de teus amigos, não respeitam sua vida privada; enfim, somente parecem desfrutar amargurando a sua existência e fazendo-lhe a vida muito mais difícil do que já é.
E, é a isto que se chama de “ser pais”?

Não se dão conta de que os adolescentes também tem seus próprios sentimentos?
Sim, é claro que se dão conta. Mas estão rodeados de tantos problemas, e preocupados por tantas dificuldades, que a grande realidade de que você é um ser humano, com direito a pensar, a sentir e a viver por você mesmo, às vezes parece ficar relegado a um segundo plano.
O certo é que quando os filhos se convertem em adolescentes, os pais enfrentam uma situação completamente nova, que a maioria das vezes é surpreendente e inesperada:
seus filhos queridos, bons e obedientes, se convertem em um momento para outro em adolescentes voluntariosos e difíceis de governar.
Da noite para o dia se vêem com toda sorte de novas situações:
seus filhos saem com garotas (ou vice-versa), assistem a excursões de vários dias, praticam esportes perigosos, começam a trabalhar...

É verdade que também eles passaram por tudo isto, mas com uma diferença:
não como pais, senão como adolescentes.
Naquela ocasião os pais eram outros, que lutavam e reprimiam, e era eles quem tocava exigir. Mas agora, tem passado a ocupar o lugar de pais, e se sentem responsáveis por você, e na obrigação de ajudá-lo em toda classe de dificuldades e problemas, a maioria dos quais são totalmente novos para você.
Deve compreender que para eles, somente o fato de viver com você, com seus costumes, sua música e sua forma de se vestir, já lhes é difícil, quando não frustrante.
Não tem que ficar espantado, pois se algumas vezes se mostrarem inquietos e preocupados.

Possivelmente passaram a ocupar sua posição de pais sem estarem tão bem preparados como deveriam. Muitos pais arrastam consigo um lastro de problemas de sua própria infância e juventude; problemas que às vezes se remontam a várias gerações atrás, dentro da tradição da família.
Têm todo tipo de temores. Estão inseguros de suas próprias idéias e valores, e possivelmente ainda não tem realizado um projeto de vida que os satisfaça totalmente.

Por outra parte, seu crescimento e desenvolvimento tem criado neles um sentimento mais vivo de dor que produz na vida a perda dessas coisas que se querem.
Para alguns pais, ao dar-se conta de que seus filhos estão crescendo também os faz perceberem de que estão envelhecendo, de que a vida passa com rapidez;
tem que enfrentar a triste realidade de que os anos passam velozmente e ainda não tem alcançado os objetivos que se haviam proposto na vida, e que possivelmente já não poderão alcançar.
Esse sentimento de frustração pode conduzir os pais a uma ambição muito comum: tratar de conseguir por seu intermédio tudo o que para eles foram sonhos impossíveis. E isto pode chegar a ser uma verdadeira fonte de problemas.

Outra das razões que motiva muitas vezes a intranqüilidade e o desassossego de seus pais são os comentários da imprensa sensacionalista.
Em revistas e periódicos lêem continuamente artigos nos quais se afirma que os pais são responsáveis de todos os problemas da juventude;
que os pais são os culpados da degeneração social; que para ser bons pais tem a obrigação de lutar até o fim. E isto os assusta.
Nos dias de seus avós, se João era um mal filho, e se comportava como tal, a culpa era do próprio João, de ninguém mais. Em nossos dias, os seus pais são acusados por não haverem sabido tratá-lo, educá-lo e encaminhá-lo corretamente.

Assim pois, deve enfrentar a realidade: ainda que seja um filho modelo, um adolescente perfeito, seus pais continuarão vendo problemas em você, enfrentando-o quase todo o tempo.
Não importa o que terá de fazer para agradá-los, não importa o muito que se esforce em tratar de ser um paradigma de adolescente, seus pais seguirão pensando que seus anos de adolescência são os mais difíceis que eles tem tido que enfrentar."

FONTE:
advir- banco de materiais


Sugestão para trabalhar o texto:
1- Deixar que leiam em grupinhos, se sua turma ainda não se acostumou aos textos mais longos, pode-se dividi-lo em partes e distribuir uma para cada grupo.
2- Permitir que comentem entre si por alguns minutos:
Concordam com as afirmações do texto? Justifiquem.
3- Chamar um aluno de cada grupo para falar as conclusões do grupinhos à frente da classe.
(É necessário frisar que neste momento deve ser dito: Nós do grupo chegamos à seguinte resposta- ele está representando o grupo e não deve dar sua opinião pessoal, esta já foi dita no grupinho.)
4- Entrevista: Fale-nos sobre seu filho?
Escolher dois alunos, um para representar o pai e o outro será o entrevistador, perguntas sugestivas: Qual o nome do seu filho? Quais suas principais qualidades? Quais atitudes dele o deixam confuso ou preocupado? Tem deixado espaço para que ele expresse suas opiniões? (Se sim)De que maneira? (Se não) Porquê?
5-Atividade individual: Coloque-se no lugar de seus pais e escreva um texto:
Como é o meu filho (ou minha filha)

23 de fev. de 2009

Papel do professor na educação dos adolescentes

O professor Adolfo S Suarez em seu livro:
"Sou Professor. E agora?"
(publicado pela Gráfica Lagoa Bonita)
dá as seguintes diretrizes para o professor de adolescentes:

  • Promover discussões e atividades nas quais possam participar ativamente
  • Execução de "projetos" comunitários (Asilos, Clínicas de Recuperação...)
  • Incentivar o compartilhar dos sentimentos.
  • Mostrar o cuidado com opiniões e valores, antes de aceitá-los
  • Ser "democrático": justificar ordens e orientações
  • Atividades com o grupo todo ou em grupinhos
  • Valorizar a família
  • Ser confidente e leal
  • Elogios sinceros para fortalecer a auto-estima
  • Ser compreensivo firme e amável.
  • Tratá-los com carinho e tato
  • Levá-los a depender de Deus
  • Ensinar-lhes a ser pacientes
  • Assumir a postura de conselheiro
  • Orientá-los sobre atividades para jovens cristãos
  • Incentivá-los a se envolverem na igreja
  • Não "sermonear"
  • Falar de maneira clara e prática

Baseados nestas diretrizes podemos selecionar as atividades mais adequadas para trabalharmos com os adolescentes.

22 de fev. de 2009

Comportamento dos adolescentes

De acordo com a enquete como-pensam-adolescentes (publicada em Veja - 14/02/ 2009) realizada com 527 pais e jovens de 13 a 19 anos de todo o país:

  1. Não desejam mudar o mundo
  2. Querem ganhar um bom dinheiro com seu trabalho
  3. São conservadores em relação aos valores familiares
  4. São capazes de realizar várias atividades ao mesmo tempo
  5. Vivem em rede, com tudo de bom e de ruim que isso significa
  6. Trocam amores, amizades, cursos e aspirações como quem troca de tênis
  7. Demonstram aumento da ansiedade em relação a relacionamentos pessoais e opções profissionais

30 de dez. de 2008

História para auto-estima e união

Se desde as primeiras aulas do ano letivo os alunos sentirem que são aceitos e que a turma pode ser unida, já teremos começado bem. Os vínculos estabelecidos vão tornar todos cúmplices e responsáveis pelo sucesso.

A História: Alegoria das Ferramentas encontrada no blog Idéias e Arte é bastante própria para criarmos este clima de cooperação.

Veja a história, ilustrações e sugestões aqui: http://picasaweb.google.com/zuzukikinha/20110123#

2 de dez. de 2008

Obesidade: prevenção deve começar na infância

Podemos preparar dicas para ajudar os pais, como estas:

1-Procurar ser um exemplo de hábitos saudáveis para as crianças
2-Deixar frutas e vegetais cortados na geladeira para a hora da fome.


3-Fazer espetinhos de frutas e convidar seus filhos a ajudarem.
(Cortar várias frutas em pedacinhos e colocar num espetinho de madeira)
4- Trocar biscoitos normais por torradas ou biscoitos integrais e sucos artificiais por sucos naturais.


5- Comecar o dia corretamente: comer cereal com pouco açúcar, leite desnatado, iogurte desnatado com granola, frutas e dar preferência aos pães integrais.
6- Dar porções de bolacha recheada para a criança,e não o pacote inteiro.


7- Em vez de fritar,refogar, grelhar ou assar o alimento.
8- Trocar a salada de maionese por uma de batata cozida e cenoura, e o leite integral pelo semidesnatado nas preparações.


9- Estabelecer horários para as refeições e não deixar a criança muitas horas seguidas sem comer.
10- Crianças em idade pré-escolar têm menos apetite, não criar táticas para empanturrá-los.


11- Não evitar por completo os fast-foods, mas ensinar a pedir porções menores e a escolher sucos naturais.
12- Incentivar a troca da TV por brincadeiras com os amigos, como apostar corrida, pular corda e jogar futebol.



Adaptado de:
guia_national_obesidade_

17 de nov. de 2008

Trabalho em grupo? Ih, vai dar confusão!

Trabalhar em grupo é mais do que sentar-se em rodinhas, é interagir e chegar a um resultado que representa o consenso do grupo, não de um ou alguns dos componentes.



Isto não é fácil, será que nós conseguimos?
Impomos nossas idéias ou só acatamos as dos outros?
Ficamos ressentidos se nossas opinões são contestadas?
Conseguimos chegar a resultados coletivos?
Concordamos no grupo e depois vamos lá fazer o que achamos melhor, mesmo que seja diferente do combinado?

Só conseguimos ensinar aos alunos o que já aprendemos a realizar com nossos colegas de trabalho.



Após de ter participado de alguns cursos sobre Ensino Cooperativo, comecei a prestar atenção nos relacionamentos dos educadores, e constatei:
Ainda temos enormes dificuldades de trabalhar em conjunto, sem discrepâncias!
Mas queremos aprender, não é? Então há esperança para a Educação!

3 de set. de 2008

Você pode estar ferindo a lei!


"Quando o professor entrega um texto xerocado a seus alunos, ou exibe slides com fotos, ou obras de arte, ou os alunos fazem uma apresentação de uma peça de teatro que não seja de domínio público, ou sem prévia autorização, estão todos ferindo a lei... "

Mas estas são atitudes cotidianas e parece que já incorporadas aos nossos métodos...
Então como fazer? Leia sobre o assunto:

Entrevista com Sérgio Branco, professor da Faculdade de Direito da FGV-Rio
www.sinprosp.org.br/especiais.asp?especial=213&materia=459"

2 de set. de 2008

Incentivo Para Comportamento


Montar a tabela num quadro de colocar ímã
Expor em lugar visível para todos
Fazer as carinhas em EVA colorido
Colar ímã atrás de cada uma

Conforme for observando a classe , o professor pode ir mudando a carinha.
Se quiser, fazer um registro ao final da aula e ao término de cada mês homenagear os grupos que conseguiram maior número de carinhas verdes.

18 de ago. de 2008

O poder das emoções


http://www.opoderdasemocoes.com.br
Não podemos negar nossas emoçóes ou ignorá-las, quando o fazemos sofremos as conseqüências.
Precisamos aprender a reconhecê-las, lidar com elas e também desenvolver esta capacidade em nossas crianças.

Este site contribui para realizarmos este trabalho de forma bem agradável:
jogos, tirinhas, personagens, testes, sugestões aos pais e professores...